“Governo relata dificuldade em encontrar responsável por negociação com EUA”, diz CNN Brasil

O artigo divulgado pela jornalista, Vitória Queiroz, da CNN, sobre a suposta “dificuldade do governo Lula em encontrar o interlocutor norte-americano

Por Notas & Informações

O artigo divulgado pela jornalista, Vitória Queiroz, da CNN, sobre a suposta “dificuldade do governo Lula em encontrar o interlocutor norte-americano para negociação de tarifas” é um retrato gritante da incompetência crônica da esquerda petista, que insiste em manter o Brasil refém de suas ideologias ultrapassadas, enquanto o mundo avança. É uma vergonha nacional que, em pleno século XXI, com todos os instrumentos diplomáticos e tecnológicos à disposição, o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) — conhecido internacionalmente por escândalos de corrupção e alianças com ditaduras — diga que não sabe com quem falar nos Estados Unidos. Esse tipo de declaração só evidencia a decadência diplomática, o amadorismo institucional e o total despreparo de um governo que vive de narrativas, mas que não consegue apresentar soluções.

A verdade é que o PT destruiu a imagem do Brasil no cenário internacional. Durante os anos de Lula e Dilma, o país virou piada nos bastidores diplomáticos. Enquanto o mundo se alinhava com potências democráticas, o Brasil petista estendia tapetes vermelhos para tiranos comunistas, como os ditadores da Venezuela, Cuba, Nicarágua, Coreia do Norte e até o Irã. Agora, quando precisa dialogar com uma potência como os Estados Unidos — que, gostem ou não os militantes, é o maior parceiro comercial do Ocidente — o governo se perde, não sabe com quem tratar e recorre a desculpas ridículas que ofendem a inteligência do cidadão brasileiro.

Essa desculpa esfarrapada de que “não sabemos quem é o negociador do lado americano” é, na prática, uma tentativa patética de esconder a verdade: os EUA não levam Lula a sério. Por quê? Porque sabem exatamente com quem estão lidando. Um ex-presidiário condenado por corrupção, que só chegou novamente ao poder graças a uma manobra judicial escandalosa que anulou suas condenações sem absolvê-lo. Um sujeito que, mesmo após tantas denúncias, continua cercado de figuras envolvidas em escândalos, como Gleisi Hoffmann, Fernando Haddad, Rui Costa e tantos outros expoentes da velha guarda petista.

O mundo vê o Brasil com desconfiança porque sabe que Lula nunca rompeu com o radicalismo ideológico. Ele continua se referindo a ditadores como “companheiros”, continua atacando o agronegócio brasileiro, flertando com movimentos extremistas, defendendo a legalização das drogas e minando qualquer possibilidade de estabilidade institucional. Não é surpresa, portanto, que os Estados Unidos — sob o governo de Donald Trump ou qualquer outra administração que valorize segurança econômica — vejam o Brasil como um país de risco sob o comando de Lula.

Enquanto isso, o setor industrial brasileiro, que gera emprego, renda e desenvolvimento, é mais uma vez penalizado. A tarifa de 50% sobre produtos brasileiros que será imposta em agosto é um soco no estômago das empresas que ainda insistem em produzir aqui, apesar da instabilidade política, da insegurança jurídica e da carga tributária abusiva fomentada por esse mesmo governo. O governo Lula, em vez de agir de forma rápida, eficiente e técnica para reverter a situação, se esconde atrás de pretextos diplomáticos pífios.

Ora, enviar uma carta a Donald Trump há dois meses e não receber resposta é um sinal claro de que os EUA não reconhecem autoridade ou seriedade no interlocutor brasileiro. E o que o governo petista faz? Envia outra carta. Carta! Como se estivéssemos em 1825 e não em 2025, com todos os canais diplomáticos, tecnológicos e institucionais ao alcance de qualquer governo que se leve a sério. Enquanto isso, países como México, Chile, Colômbia e até mesmo Argentina já articulam acordos comerciais bilaterais com os Estados Unidos, protegendo seus interesses e avançando em sua integração com o mercado global.

O Brasil, por outro lado, segue atolado na lama ideológica de um partido que prefere bater continência para Maduro e Díaz-Canel do que negociar com o Ocidente. Essa postura antiquada, antiocidental e ideologicamente contaminada impede o avanço real do país. Os empresários pedem negociação, pedem adiamento das tarifas, pedem racionalidade. Mas o que recebem do governo é vacilo, atraso e inércia. A incompetência petista não é acidental — ela é sistemática. E o povo brasileiro é quem paga a conta.

Esse é o resultado prático de se colocar no poder um partido que fez da política externa um campo de batalha ideológica. Lula não busca acordos — busca palanque. Ele não quer resultados — quer narrativas. Ele não enxerga os Estados Unidos como um aliado estratégico, mas como um adversário “imperialista”, como repete desde os anos 1980. E quando essa mentalidade retrógrada domina o Itamaraty, o resultado é o que vemos agora: produtos brasileiros taxados em 50%, empresas sufocadas, empregos em risco e um governo completamente perdido, buscando culpados ao invés de assumir responsabilidades.

Não é só despreparo. É irresponsabilidade com o futuro do país. É isso que o PT representa: atraso, confusão e caos. Um partido que, em vez de liderar o Brasil rumo ao crescimento e à autonomia internacional, nos relega à condição de pária diplomático, incapaz até mesmo de identificar com quem conversar. E a imprensa militante, cúmplice dessa tragédia, ainda tenta suavizar a vergonha com manchetes genéricas e análises superficiais, como se o problema fosse técnico, e não político.

A verdade é que o governo Lula é um fracasso diplomático, econômico e institucional. E este episódio com os Estados Unidos é apenas mais um capítulo da tragédia anunciada que começou no dia em que a esquerda retomou o poder. O Brasil precisa urgentemente de um governo que respeite a democracia, valorize a liberdade econômica e tenha coragem de enfrentar o mundo com competência, não com panfletagem ideológica. Enquanto isso não acontecer, o brasileiro continuará pagando caro — com tarifas, com desemprego, com inflação e com a destruição da sua dignidade. E isso, sim, é o verdadeiro legado da esquerda.

Com informações CNN Brasil

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