
Enquanto o Brasil se afunda em problemas econômicos, corrupção institucionalizada no INSS contra os aposentados, o presidente Lula, no melhor estilo, decidiu vestir sua fantasia de estadista soberano, e se reuniu com alguns ministros para discutir a “reação” ao tarifaço anunciado por Donald Trump. Sim, isso mesmo. Enquanto o trabalhador brasileiro vê a inflação bater na porta do supermercado e os empresários penam para manter portas abertas, Lula reúne sua trupe no Palácio da Alvorada para decidir quais palavras de efeito vai usar contra o imperialismo yankee.
Ah, os “motes” escolhidos são dignos de um manual de autoajuda bolivariana: “soberania” e “economia”. Parece piada pronta. A tal da soberania, segundo o iluminado líder da esquerda tropical, “não se negocia”. Só que, na prática, o que se negocia mesmo é o Brasil – com países alinhados ao comunismo internacional, com regimes autoritários, com o narcotráfico e com tudo que venha travestido de “resistência anti-imperialista”. Afinal, bater continência para a China, afagar o Irã e rastejar perante a Rússia não é submissão. Submissão, segundo o petismo, é vender soja pros Estados Unidos.
Enquanto isso, um vídeo institucional foi lançado com o slogan “Brasil soberano”. Nele, a mensagem é clara: “país soberano não baixa a cabeça para outros países”. Mas aparentemente pode baixar a cabeça para facções criminosas, ONGs financiadas por fora, ministros ativistas do STF e ditaduras amigas. Porque, segundo o manual lulopetista de moral reversa, soberania é tudo aquilo que afasta o Brasil dos aliados democráticos e aproxima o país dos piores regimes da humanidade.
Não satisfeito em brincar de herói nacionalista, Lula decidiu formar um “comitê executivo” com empresários dos setores afetados pelo tarifaço. Claro, liderado por ele mesmo, o mestre da economia de palanque, o gênio que quebrou o Brasil duas vezes e ainda tem coragem de ensinar o mercado como se administra uma nação. Estarão presentes figuras como Haddad, que não entende de economia nem com o Google aberto, e Alckmin, o ex-tucano que virou papagaio de pirata do PT em troca de um cargo decorativo. Que equipe de peso, hein?
Mas se você achou que o show de horrores acaba por aqui, espere até saber o que o governo planeja no campo da política externa. Com todo o desprezo possível à realidade geopolítica, o Brasil petista decidiu se alinhar oficialmente à África do Sul na ação contra Israel na Corte Internacional de Justiça. Sim, você leu certo. O governo brasileiro, num momento em que o mundo livre se esforça para combater o terrorismo, optou por apoiar uma ação que acusa Israel de genocídio, ignorando completamente os ataques bárbaros do Hamas e toda a tragédia causada por um grupo que usa hospitais como base militar e civis como escudos humanos.
É como se o Brasil quisesse deixar bem claro: “estamos ao lado dos que odeiam o Ocidente, dos que combatem a democracia e dos que financiam o terror”. O chanceler Mauro Vieira, no mais puro diplomatiquês ideológico, afirmou que “os últimos desenvolvimentos da guerra nos fizeram tomar a decisão de nos juntarmos à África do Sul”. Não é que eles tenham vergonha de apoiar o Hamas, eles só esperaram o momento certo para parecer que a decisão veio de um “contexto humanitário”. Humanitário pra quem, cara-pálida? Para os terroristas que degolam israelenses em casa?
Afinal, esse é o governo que se diz defensor dos direitos humanos, mas fecha os olhos para cristãos perseguidos, mulheres oprimidas em regimes islâmicos e dissidentes assassinados em ditaduras parceiras. O que vale é lacrar nos fóruns internacionais, garantir aplausos da esquerda global e posar de defensor do povo palestino – mesmo que para isso precise abandonar qualquer resquício de sensatez e moralidade.
E veja que curioso: o mesmo governo que grita por “soberania” quando é criticado por Trump se ajoelha na ONU, adere a resoluções que comprometem a autonomia nacional e permite interferências ideológicas que comprometem a liberdade do povo brasileiro. Soberania, meus caros, só existe quando convém à narrativa petista.
Enquanto isso, aqui dentro, o brasileiro vê a gasolina subir, os juros manterem o povo refém do carnê, e a violência urbana fazer mais vítimas do que qualquer conflito internacional. Mas para Lula e seus ministros, o foco é parecer relevante no xadrez global. Nem que para isso seja necessário peitar o maior parceiro comercial do Brasil ou abraçar causas que colocam o país no banco dos réus da diplomacia internacional.
Lula quer nos convencer de que está protegendo os interesses do Brasil. Mas a verdade é que está apenas jogando para a plateia. Fazendo teatro ideológico para militantes, sindicatos e influenciadores de iPhone com camiseta do Che. Enquanto isso, o cidadão de bem paga a conta de um governo que vive de ilusão e sobrevive à base de discursos inflamados e decisões desastrosas.
Ao fim e ao cabo, o tal “Brasil soberano” de Lula é o mesmo Brasil refém de narrativas ultrapassadas, alinhado a ditaduras, em guerra com aliados naturais e completamente desconectado da realidade do povo. A ironia final? A reunião para discutir economia foi liderada por um presidente que nunca entendeu o que é responsabilidade fiscal, e a política externa é guiada por um chanceler que acha que Israel é o problema e o Hamas é a solução.
Se isso não é o retrato perfeito do Brasil sob o petismo, nada mais será.
Com informações Metrópoles, Gazeta do Povo
















