Haddad culpa família Bolsonaro por fracasso nas negociações com os EUA

Enquanto o Brasil real luta para pagar contas, empreender com dignidade e proteger sua liberdade diante de um governo autoritário e

Por Notas & Informações

Enquanto o Brasil real luta para pagar contas, empreender com dignidade e proteger sua liberdade diante de um governo autoritário e estatizante, o ministro da Fazenda Fernando Haddad aparece em rede nacional para pedir – sim, pedir! – que a família Bolsonaro “saia do caminho”. Isso mesmo. Haddad, o eterno derrotado nas urnas e eterno carregado nas costas por Lula, resolve jogar nos ombros da oposição a culpa por sua própria inabilidade diplomática e econômica.

No cenário internacional, quem conhece minimamente política externa sabe que o respeito entre nações se conquista com firmeza, não com bajulação ideológica. Desde o início do terceiro mandato de Lula, o Brasil virou uma república de joelhos, batendo palmas para ditaduras como Venezuela, Cuba e Nicarágua, enquanto enfrenta tensões crescentes com países como Israel e Estados Unidos. E agora, ao invés de reconhecer seus erros, Haddad prefere culpar os outros. Mais precisamente, os conservadores que ousam defender o país das aberrações socialistas que tomaram o poder.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, tomou medidas de defesa comercial contra o Brasil, alegando desequilíbrios na balança. Isso é do jogo. E como todo estadista, defende antes de tudo o interesse de seu povo. Agora, cabe ao Brasil responder à altura, com argumentos técnicos, força diplomática e clareza de propósitos. Mas Haddad, ao invés disso, chora em microfone de rádio e faz um “apelo” digno de militante universitário: quer que Bolsonaro, Eduardo e até Paulo Figueiredo parem de “militar contra o Brasil”.

Só há um problema: eles não militam contra o Brasil. Eles militam contra o projeto de poder do PT. E isso, para Haddad, é inaceitável. O que ele quer, no fundo, é um silêncio completo da oposição, um caminho livre para transformar o Brasil numa Venezuela com feijoada e samba.

Pior que isso é a cara de pau de Haddad ao ignorar os números. Segundo a própria Amcham Brasil, os Estados Unidos tiveram superávit de US$ 1,7 bilhão em relação ao Brasil no primeiro semestre de 2025, um aumento de quase 500% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ou seja: não há desequilíbrio comercial que justifique o tarifaço de Trump. Isso deveria ser um trunfo diplomático. Mas não, Haddad prefere repetir o discurso de vítima. Porque o PT não sabe o que é governar com responsabilidade. Ele sabe apenas vitimizar-se enquanto criminaliza adversários políticos.

E como se não bastasse atacar a família Bolsonaro, o ministro da Fazenda também se volta contra os governadores que tentam agir diante do imobilismo federal. O caso de Tarcísio de Freitas, que foi proativo e procurou abrir canais com o governo norte-americano, é sintomático. Haddad o ataca sem sequer citá-lo nominalmente. E por quê? Porque Tarcísio trabalha. Porque Tarcísio age. E isso incomoda profundamente um governo que vive de discursos vazios e reuniões de gabinete.

A verdade é que Fernando Haddad nunca foi um gestor competente. À frente da prefeitura de São Paulo, deixou um rastro de fracassos, com ciclovias superfaturadas, aumento da violência e caos na mobilidade. No Ministério da Educação, foi um dos arquitetos do desastre do ensino público no país, incentivando doutrinação ideológica ao invés de qualidade educacional. Agora, no Ministério da Fazenda, repete o mesmo padrão: transfere culpa, se esconde atrás do discurso e apela ao emocional barato.

E o mais patético de tudo é o elogio que faz a Lula como “craque em negociação”. O mesmo Lula que destruiu as contas públicas, aparelhou o Estado com sindicalistas e delinquentes, e deixou um rombo bilionário nos cofres públicos. Lula é tão “craque” que levou o país à recessão, estourou a inflação e agora depende de um congresso fraturado para aprovar reformas feitas com cola e fita crepe. E Haddad, seu fiel escudeiro, bate palmas e repete a narrativa.

O Brasil não precisa que a família Bolsonaro “saia do caminho”. Precisa, isso sim, que Fernando Haddad e toda a cúpula ideológica do PT parem de sabotar o país em nome de um projeto de poder falido e ultrapassado. O que obstrui as negociações internacionais não são declarações de opositores no Twitter, mas o desprezo do governo Lula pela livre iniciativa, pelo agronegócio, pela soberania nacional e pela diplomacia séria.

O que Haddad quer, no fundo, é o monopólio da palavra. Quer criminalizar qualquer interlocutor que ouse contrariar o “caminho do bem” que o PT se autoatribuiu. E ao mesmo tempo, age como um representante não do Brasil, mas de um projeto continental bolivariano, que há décadas tenta emplacar no continente uma hegemonia esquerdista, antidemocrática e anticapitalista.

Mas o povo brasileiro está acordando. E cada vez mais entende que essa postura de Haddad – mansa por fora e autoritária por dentro – é apenas a versão gourmet do velho comunismo disfarçado. Não é à toa que tantos brasileiros têm se voltado para lideranças como Tarcísio, Zema, e os próprios Bolsonaro, justamente por perceberem que o país precisa de firmeza, não de covardia diplomática.

O Brasil não pode mais ser refém de homens como Fernando Haddad. A agenda do país não pode ser pautada por ressentimentos eleitorais nem por ideologias importadas de partidos falidos da Europa. O que precisamos é de soberania, de coragem, de fé nos nossos valores e, principalmente, de líderes que não tenham vergonha de defender o Brasil com unhas e dentes.

Portanto, se há alguém que precisa sair do caminho, não é a família Bolsonaro. É o próprio Fernando Haddad, que, além de fracassar na economia, insiste em agir como militante do DCE, ao invés de ministro da Fazenda de uma nação que clama por responsabilidade, dignidade e liberdade. Que ele saia do caminho, e leve com ele toda a tralha ideológica do petismo. O Brasil merece mais. O Brasil merece respeito.

Com informações Gazeta do Povo

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