“Haddad destaca contas em ordem e compromisso social. E justiça tributária como marca de governo”, diz EBC

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Para Haddad, setores da imprensa têm preocupação seletiva com contas públicas e flertam com o extremismo | Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Ah, a boa e velha retórica progressista: sempre com um verniz de virtude, sempre com a mesma ladainha de “justiça social” enquanto tentam meter a mão no bolso dos outros. E quem melhor para encabeçar essa cruzada do que Fernando Haddad, o ministro da Fazenda que promete “justiça tributária” com a credibilidade de quem já tentou emplacar uma revolução ideológica nas escolas e falhou miseravelmente nas urnas?

Dessa vez, o palco foi o ICL Notícias, um ambiente seguro para que ele pudesse destilar sua visão de mundo sem o incômodo de perguntas difíceis. O tom? O de sempre: se colocar como o paladino da equidade, perseguido por “agentes do mercado” malvados que insistem em cobrar um pingo de responsabilidade fiscal. Afinal, segurar as pontas do Orçamento e gastar apenas o que se tem é coisa de neoliberal malvadão, não de um governo comprometido com “o social”.

Primeiro, o grande truque: a promessa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil… mas apenas em 2026. Ora, que coincidência conveniente, exatamente depois da próxima eleição presidencial! Até lá, o povão segue pagando, mas com a esperança de que um dia, quem sabe, o benevolente Estado petista lhes dê uma folga. Mas não se enganem: a compensação virá. E sabem de quem? Dos “ricos”, claro. Aqueles que “gritam mais” porque não querem pagar nada, segundo o ministro. Ah, então a solução é tributar mais os empreendedores, os investidores e os profissionais que carregam esse país nas costas? Isso é tão original quanto um panfleto de Karl Marx em reimpressão permanente.

E as críticas ao mercado financeiro? Ah, essas não podiam faltar. Haddad insiste que dedicou “apenas” 19% de sua agenda a eles, enquanto os 81% restantes foram para o setor produtivo. Que lindo! O problema é que as contas públicas continuam um desastre. Mas não se preocupem, o ministro garante que tudo está sob controle, mesmo que o déficit primário do governo em 2023 tenha sido de R$ 230 bilhões! Mas, claro, a culpa é sempre do governo anterior. O argumento preferido de qualquer incompetente: “A culpa não é minha”.

Outro ponto alto da entrevista foi quando ele se irritou com um deputado que teria espalhado “fake news” sobre o Pix. Curioso, não? O PT é um partido que transformou a distorção de fatos em arte e que domina como ninguém a narrativa de “fake news” seletiva. Quando é contra eles, é “desinformação”. Quando é a favor, é “denúncia legítima”.

Mas a pérola de ouro veio quando Haddad, com a cara mais lavada do mundo, disse que o Brasil é referência global na defesa da democracia. Engraçado ouvir isso de um governo que tem ministros do STF perseguindo opositores políticos, censurando jornalistas e punindo gente por meros “pensamentos errados” nas redes sociais. Uma democracia tão forte e exemplar que precisa usar a justiça eleitoral como um porrete para caçar desafetos.

Sobre os programas sociais, a ladainha foi a de sempre: o governo anterior destruiu tudo e agora eles estão salvando o Brasil. Claro, porque não há nada mais progressista do que usar o dinheiro do contribuinte como moeda de troca política, mantendo massas inteiras dependentes do assistencialismo estatal. Bolsa Família? BPC? Tudo recorde! É óbvio que é recorde, Haddad. Vocês não estão tirando brasileiros da pobreza, estão apenas ampliando o curral eleitoral.

E como não poderia faltar, Haddad aproveitou para atacar o governo Bolsonaro e seus ministros da economia, criticando os déficits fiscais e as “privatizações criminosas”. Opa! Espera aí. O PT agora é defensor do superávit? Ah, é verdade, eles só defendem quando não estão no poder. Durante os governos petistas, a gastança foi uma marca registrada, e não é como se eles tivessem um histórico exemplar de gestão responsável.

E a cereja do bolo: Haddad não tem planos de candidatura para 2026. Mas o Lula tem “muita energia” para continuar reconstruindo o Brasil. Sim, porque o plano de poder do PT é perene. Se Haddad é um “gestor” tão eficiente, por que diabos a economia continua patinando, o desemprego não cede e o dólar insiste em não cair? Ah, deve ser culpa do Bozo, da elite, do mercado financeiro, da direita, do neoliberalismo, do FMI, da colonização portuguesa, de Marte…

Enfim, se você ainda acredita na ladainha de que o PT é sinônimo de competência econômica, recomendo um exame de consciência ou, no mínimo, uma revisão rápida da história recente. O “conto de fadas social-democrata” sempre acaba da mesma forma: com o povo mais pobre, o empresariado sufocado, a carga tributária explodindo e os petistas fingindo surpresa enquanto aumentam o próprio patrimônio.

Haddad pode espernear, mas a realidade é uma só: a “justiça tributária” do PT não passa de um código de saque legalizado para financiar a permanência eterna no poder. E você, amigo contribuinte, pode continuar pagando a conta enquanto eles fingem que estão salvando o Brasil. Seja bem-vindo ao ciclo eterno da “gestão petista”!

Com informações EBC

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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