“Juíza bolsonarista que se opôs a máscara na pandemia é novamente aposentada”, diz Folha S.Paulo

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Ludmila Grillo, juíza aposentada compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça – Leonardo Prado/Câmara dos Deputados

A recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de aposentar compulsoriamente, pela segunda vez, a juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), é um exemplo claro de como a extrema-esquerda busca silenciar vozes dissonantes e impor sua narrativa autoritária. Essa ação não apenas atenta contra a liberdade de expressão, mas também revela a perseguição sistemática a profissionais que ousam questionar o status quo imposto pelas elites progressistas.​

Ludmila Grilo, conhecida por seu apoio declarado ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018, sempre se posicionou de forma independente e corajosa contra medidas que considerava abusivas, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Ela criticou abertamente a obrigatoriedade do uso de máscaras, argumentando que tais imposições violavam liberdades individuais fundamentais. Essa postura, contudo, foi suficiente para que se tornasse alvo de uma campanha difamatória por parte de setores alinhados à extrema-esquerda, que não toleram opiniões divergentes.​

A primeira aposentadoria compulsória de Ludmila foi imposta pelo TJ-MG em maio de 2023, sob a acusação de que ela teria ofendido desembargadores ao afirmar que eles só aceitavam manifestações de “lambe-botas e baba-ovos”, “adulação e puxa-saquismo”. Ora, é evidente que tais expressões refletem uma crítica legítima ao servilismo presente em certas esferas do Judiciário, e não uma ofensa pessoal. No entanto, em um ambiente onde a liberdade de expressão é constantemente cerceada pela patrulha ideológica da esquerda, qualquer manifestação que fuja ao discurso hegemônico é prontamente reprimida.​

Não satisfeitos em calar Ludmila uma vez, os mesmos agentes do autoritarismo progressista articularam uma segunda aposentadoria compulsória, desta vez orquestrada pelo CNJ em decisão unânime presidida pelo ministro Luís Roberto Barroso. A justificativa? Participação em atos político-partidários e críticas aos tribunais superiores. Em uma democracia saudável, a participação política e o direito à crítica são pilares fundamentais. Contudo, para a extrema-esquerda, tais direitos são seletivos e só podem ser exercidos por aqueles que comungam de sua cartilha ideológica.​

Durante a pandemia, Ludmila também foi acusada de instigar a população a não usar máscaras. Essa narrativa, contudo, ignora deliberadamente o debate científico existente sobre a eficácia das máscaras e a importância do respeito às liberdades individuais. Ao questionar medidas autoritárias e defender o direito de escolha dos cidadãos, Ludmila exerceu seu papel de magistrada comprometida com a Constituição e com os direitos fundamentais. Mas, para os defensores do pensamento único, qualquer dissidência é tratada como heresia passível de punição exemplar.​

A perseguição a Ludmila não se limitou ao âmbito profissional. Nas redes sociais, ela se declarou “exilada nos Estados Unidos”, após deixar o país sem comunicar ao tribunal, sendo posteriormente declarada revel. Esse exílio forçado é mais uma evidência do ambiente tóxico e opressor criado pela extrema-esquerda, que transforma o Brasil em uma terra hostil para aqueles que ousam pensar diferente.​

É importante destacar que o caso de Ludmila não é isolado. Outros profissionais que se alinham a ideais conservadores ou que simplesmente questionam a narrativa dominante enfrentam retaliações semelhantes. O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro e aliados, por exemplo, têm buscado abrir processos nos Estados Unidos para investigar possíveis coações contra a liberdade de expressão de diversos indivíduos, incluindo Ludmila. Essa movimentação internacional reflete a gravidade da situação e a necessidade de buscar instâncias que ainda respeitam os princípios democráticos.​

A correição extraordinária realizada na Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Unaí, onde Ludmila era titular, identificou 1.291 processos paralisados, vários deles de réus presos. Embora a mídia alinhada à esquerda utilize esse dado para desqualificá-la, é fundamental questionar as condições de trabalho e os recursos disponibilizados para a magistrada. A sobrecarga do Judiciário é um problema crônico no Brasil, e responsabilizar individualmente um juiz por falhas sistêmicas é, no mínimo, desonesto.​

Além disso, a recusa inicial da Defensoria Pública da União em designar um defensor para Ludmila e a posterior atuação de um advogado dativo que pediu o arquivamento do processo disciplinar evidenciam as irregularidades e arbitrariedades presentes no caso. A ausência de um devido processo legal e a clara intenção de punir uma magistrada por suas convicções políticas são sinais alarmantes do estado de exceção promovido pela extrema-esquerda.​

A decisão do CNJ de aposentar compulsoriamente Ludmila Grilo pela segunda vez é um atentado à democracia e à liberdade de expressão. Ao invés de promover um ambiente plural e aberto ao debate, as instituições, capturadas por ideologias autoritárias, optam por silenciar e punir aqueles que desafiam a narrativa oficial. É imperativo que a sociedade brasileira reaja a essas investidas totalitárias e defenda o direito inalienável de cada cidadão de expressar suas opiniões sem medo de represálias.​Folha de S.Paulo

A perseguição a Ludmila Grilo é um reflexo do projeto de poder da extrema-esquerda, que busca eliminar qualquer oposição e consolidar um pensamento único. Ao punir uma magistrada por exercer seu direito constitucional à liberdade de expressão e participação política, o CNJ e demais órgãos envolvidos demonstram seu alinhamento com uma agenda que despreza os valores democráticos e as liberdades individuais. É dever de todos os cidadãos conscientes resistir a essa escalada autoritária e lutar pela preservação dos direitos fundamentais que garantem a diversidade de pensamento e a verdadeira democracia.

Com informações Folha de S.Paulo

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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