Lei Magnitsky em Moraes, faz GloboNews manda embora Daniela Lima após Eliane Cantanhêde

E, como diria o velho ditado conservador: quem planta censura, colhe demissão. Nesta segunda-feira, o Brasil acordou com a notícia que

Por Notas & Informações

E, como diria o velho ditado conservador: quem planta censura, colhe demissão. Nesta segunda-feira, o Brasil acordou com a notícia que deveria estampar outdoors: Daniela Lima foi demitida da GloboNews. Sim, a mesma Daniela que até ontem era a voz embargada do progressismo, da militância travestida de jornalismo, a porta-voz do consórcio pró-establishment, defensora ferrenha da “divindade” Alexandre de Moraes — aquele mesmo ministro do STF, agora internacionalmente mencionado por violações de direitos humanos à luz da Lei Magnitsky dos EUA.

A ironia é que, enquanto as redações do mundo inteiro discutem a derrocada da liberdade de expressão no Brasil, a GloboNews “renova” seu elenco despejando figuras que, até pouco tempo atrás, se achavam intocáveis. A emissora anunciou a saída não só de Daniela, mas também de Eliane Cantanhêde, outra musa da esquerda moderada de fachada — aquela que faz pose de imparcial mas vibra em silêncio a cada censura escancarada. Com elas, Mauro Paulino também saiu. Coincidência? Renovação? Claro, e Papai Noel é comunista.

O script segue igual: a jornalista “agradece a oportunidade”, diz estar de “cabeça erguida”, e promete seguir “ávida por novos desafios”. É quase fofo, se não fosse cínico. O mundo real, fora do ar-condicionado da redação, sabe que a demissão é o resultado de anos de jornalismo panfletário, mentiroso, militante e desonesto. Daniela Lima não caiu por acaso. Ela foi arrastada pelo colapso de um modelo de comunicação que apostou todas as fichas em narrativas ideológicas e esqueceu a verdade.

A verdade, aliás, essa que grita e nunca some, já vinha sendo ignorada há muito tempo por esse tipo de jornalismo. E nem a retórica vazia de “missão cumprida” salva a imagem de quem colaborou ativamente com o ambiente tóxico de perseguição política, censura de opinião, exclusão de conservadores e criminalização da divergência. São essas vozes, supostamente “democráticas”, que se calaram diante das violações mais básicas das garantias constitucionais no país.

A mesma Daniela que fingia imparcialidade no “Conexão” era vista, nos bastidores, como uma entusiasta do tribunal inquisitório de Moraes. Sim, o mesmo que hoje figura nos relatórios internacionais como protagonista de violações de liberdades civis. E não, não é teoria da conspiração. Está documentado. O mundo já viu. O Congresso norte-americano já viu. O Parlamento Europeu já viu. Só Daniela e Eliane, convenientemente, não viram.

Se a demissão de figuras como Daniela Lima representa algo, é a falência moral e profissional de um jornalismo que se perdeu ao se ajoelhar diante do poder. Um jornalismo que se tornou cúmplice de um projeto autoritário mascarado de democracia. Que demonizou adversários políticos, distorceu os fatos, perseguiu vozes conservadoras e celebrou decisões judiciais abertamente inconstitucionais como se fossem conquistas civilizatórias.

Eliane Cantanhêde, por sua vez, deve estar agora refletindo sobre a imprevisibilidade do poder que tanto defendeu. Talvez descubra, tarde demais, que servir como escudo do autoritarismo disfarçado não garante imunidade. Muito menos estabilidade profissional. O fato é que, quando a opinião pública se levanta e exige verdade, nem o respaldo do ministro “ungido” do STF salva.

É curioso observar como, no mesmo Brasil onde um jornalista conservador é censurado por opinar, jornalistas como Daniela Lima eram promovidas por distorcer. A esquerda amava dizer que “não se cala a imprensa”. Claro, desde que essa imprensa só dissesse o que convém. O que vimos nos últimos anos foi o exato oposto de uma imprensa livre: vimos uma imprensa domesticada, cúmplice, seletiva e absolutamente desinteressada em reportar os fatos.

Agora que o castelo de cartas progressista começa a ruir, a GloboNews tenta salvar o que ainda resta de sua credibilidade institucional. Mas já é tarde. O público que ainda assiste sabe muito bem que as demissões não foram um gesto de “renovação”, mas sim uma tentativa de estancar a sangria. Um ato de desespero, travestido de estratégia editorial. E quem é culpado, corre antes de ser apontado.

É simbólico que tudo isso aconteça sob a sombra da Lei Magnitsky, que escancara para o mundo o que a imprensa nacional se recusa a admitir: há censura no Brasil. Há perseguição política. Há violação de direitos. E sim, há jornalistas que aplaudiram tudo isso — enquanto durou. Daniela e Eliane estão entre essas. Se hoje elas se dizem de “cabeça erguida”, é porque ainda não entenderam que foram apenas peças descartáveis de um jogo sujo.

Não, Daniela. Não foi “missão cumprida”. Foi missão fracassada. Missão de desinformar, de manipular, de promover o totalitarismo de toga. Missão de apagar os rastros da verdade, de calar os conservadores, de debochar da fé, da família e da liberdade. E falharam. Porque a verdade sempre encontra um meio de gritar mais alto que o microfone da GloboNews.

E quanto a nós, do lado de cá, seguiremos atentos. Porque cada demissão como essa é uma pequena vitória contra o império da mentira. É um lembrete de que o tempo da militância disfarçada de jornalismo está acabando. É um sinal de que o povo acordou. E que jornalistas que serviram ao sistema — ao invés de servir ao público —, agora, vão ter que encarar o espelho. Sozinhos.

Como diz o ditado conservador: não existe almoço grátis. O preço da desonestidade jornalística é cobrado, mais cedo ou mais tarde. E dessa vez, foi no café da manhã de segunda-feira.

Com informações IstoÉ

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