“Líderes europeus mostram apoio a Zelenskiy após confronto com Trump” – diz Reuters

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O presidente dos EUA, Donald Trump, se encontra com o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy na Casa Branca em Washington, DC, EUA, 28 de fevereiro de 2025. REUTERS/Brian Snyder

Meu caro amigo conservador, vivemos tempos de grandes reviravoltas no cenário geopolítico mundial. E mais uma vez, a velha Europa, essa mesma que depende historicamente dos Estados Unidos para garantir sua segurança, decide se alinhar ao teatro midiático progressista, fazendo um verdadeiro espetáculo em apoio a Volodymyr Zelenskiy. Mas você sabe o que está por trás dessa enxurrada de postagens emocionadas e dessa pressa em demonstrar solidariedade? Pura conveniência política.

A notícia da Reuters, certamente descreve como líderes da França, Alemanha, Polônia e União Europeia correram para postar mensagens de apoio à Ucrânia depois que Donald Trump e JD Vance mostraram que não vão seguir a cartilha da guerra eterna financiada pelos contribuintes americanos. Impressionante como o establishment europeu reage com indignação quando Trump fala a verdade: Zelenskiy não está pronto para a paz. E por que estaria? Se a guerra significa bilhões em armas e ajuda financeira, sem que haja qualquer prestação de contas, para que buscar uma solução pacífica?

Veja, Macron aparece como o grande defensor dos “oprimidos”, dizendo que a Rússia é a agressora e a Ucrânia a vítima. Mas quantos franceses sabem que Macron enviou tropas secretas para apoiar a Ucrânia e aumentar ainda mais as tensões? Quantos franceses estão cientes de que essa guerra é, acima de tudo, um jogo de interesses econômicos e estratégicos, onde a elite globalista europeia lucra às custas do sofrimento dos ucranianos e da desestabilização mundial? Ah, mas não se pode questionar o dogma da “santa resistência” de Zelenskiy, não é mesmo?

Outro que surge como grande defensor do “mundo livre” é Olaf Scholz, que diz que ninguém quer a paz mais do que os ucranianos. Interessante ouvir isso de alguém cujo país lucra com a venda de armamentos e com os contratos milionários da indústria bélica. Já o líder conservador alemão Friedrich Merz reforça a narrativa de que “não devemos confundir agressor e vítima”. Mas será que ele está disposto a reconhecer que a OTAN e os interesses globalistas ocidentais provocaram a Rússia durante anos, ignorando os acordos de segurança firmados no passado?

Por outro lado, temos a sempre sensata Giorgia Meloni, que apesar de seu apoio à Ucrânia, demonstra que ainda mantém um pouco de bom senso ao sugerir uma cúpula para discutir o futuro do conflito. Meloni compreende algo que muitos líderes europeus fingem ignorar: um Ocidente fraco e dividido só favorece aqueles que querem o seu declínio. Mas claro, quem realmente teve coragem de dizer isso abertamente foi Viktor Orban, o único líder europeu que mantém uma postura coerente e firme ao lado de Donald Trump.

Orban resumiu bem a situação: “Homens fortes fazem a paz, homens fracos fazem a guerra.” E é exatamente isso que está acontecendo. O establishment europeu, submisso às agendas globalistas, quer prolongar esse conflito porque teme a ascensão de Trump e a mudança de rumo que ele representa. Eles sabem que um segundo mandato de Trump significará o fim do cheque em branco para a Ucrânia e para essa política insana de guerra perpétua.

E veja só a audácia da ex-primeira-ministra da Estônia, Kaja Kallas, ao afirmar que “o mundo livre precisa de um novo líder” e que os europeus devem assumir esse papel. Ora, desde quando a União Europeia lidera alguma coisa sem a ajuda dos Estados Unidos? Desde quando a burocracia de Bruxelas, que não consegue sequer lidar com seus próprios problemas internos, tem capacidade para liderar um “mundo livre”? Pura retórica vazia de quem está desesperado com o retorno iminente de Trump ao poder.

O que essa enxurrada de declarações revela, meu amigo, é o pânico da elite globalista diante da possibilidade de um mundo onde os Estados Unidos voltem a priorizar seus próprios cidadãos, ao invés de financiar conflitos intermináveis. Trump sabe que a paz vem da força e da diplomacia, não de bajulações a Zelenskiy ou da submissão aos interesses europeus. E é por isso que tentam demonizá-lo, distorcendo suas declarações e criando um falso senso de urgência para continuar despejando bilhões de dólares em uma guerra que não tem fim.

A verdade é que a Europa precisa de Trump mais do que nunca, mas seus líderes, cegos pela ideologia e pela dependência do dinheiro fácil da guerra, se recusam a admitir. E enquanto isso, os cidadãos comuns pagam o preço dessa irresponsabilidade. Mas fique tranquilo, meu amigo conservador. A maré está virando. O mundo está acordando. E Donald Trump está pronto para, mais uma vez, recolocar a América — e o Ocidente — no caminho certo. A verdade sempre prevalece.

Com informações Reuters

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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