Lindbergh Farias posta narrativa judicial no X para manter pressão sobre Bolsonaro

Então vamos lá, mais uma pérola saída diretamente do teclado de Lindbergh Farias, aquele que parece viver num mundo paralelo em

Por Notas & Informações

Então vamos lá, mais uma pérola saída diretamente do teclado de Lindbergh Farias, aquele que parece viver num mundo paralelo em que o PT é a encarnação da moralidade e Jair Bolsonaro é o vilão de um roteiro mal escrito de novela das nove. O deputado resolveu, mais uma vez, se autopromover como o “grande defensor da democracia” ao anunciar com pompa e circunstância que sua representação foi a responsável por um inquérito contra Jair e Eduardo Bolsonaro. E claro, como não poderia faltar no enredo, lá vem o discurso teatral sobre “coação no curso do processo” e “ataque às instituições democráticas”. É impressionante como a esquerda brasileira adora usar expressões de manual, prontinhas, sem nunca olhar para o espelho da própria história.

Segundo o nobre deputado, estamos diante de uma das “figuras mais graves do Código Penal”, porque, vejam só, Bolsonaro e seu filho ousaram questionar e pressionar autoridades. Para a turma do PT, pressionar autoridades é crime gravíssimo, quase uma ameaça à própria existência da democracia. Engraçado que quando José Dirceu, Antonio Palocci e toda a trupe petista transformaram o Estado brasileiro em uma máquina de corrupção, não houve essa mesma preocupação com a “independência da Justiça”. Pelo contrário, tentaram manipular, comprar e calar quem ousasse investigar. Mas isso, claro, é detalhe que não cabe no discurso lírico de Lindbergh.

E como se não bastasse, a narrativa ganha um toque de suspense cinematográfico: Bolsonaro teria cogitado pedir asilo político na Argentina. Essa é a parte do roteiro que beira a comédia pastelão. Imaginem só: o ex-presidente do Brasil, acusado de tudo e mais um pouco pela esquerda, fugindo para o país governado pelo peronismo decadente de Alberto Fernández, ou pior, para o circo econômico que se tornou Buenos Aires. Se não fosse trágico ver um deputado federal usar isso como argumento, seria apenas hilário. Mas Lindbergh jura que essa “descoberta” é a prova definitiva de que Bolsonaro queria escapar da Justiça. Claro, porque mensagens de WhatsApp agora valem mais que a Constituição e que qualquer princípio básico de presunção de inocência.

A cada linha, a gente percebe o esforço desesperado em manter Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro como os grandes inimigos a serem abatidos. É quase como se o PT precisasse manter esse espantalho vivo para justificar sua própria sobrevivência política. O partido, que já destruiu o Brasil com a corrupção institucionalizada e agora tenta posar de guardião da democracia, precisa de um Bolsonaro “criminoso” para que sua narrativa continue de pé. Afinal, se a população lembrar quem realmente atacou as instituições — e aqui estamos falando de mensalão, petrolão, compra de votos e o aparelhamento da máquina pública —, o discurso cai por terra em segundos.

Mas Lindbergh continua firme no seu papel de soldado obediente do partido. Ele fala em “firmeza institucional”, como se fosse um estadista preocupado com a Constituição. A mesma Constituição que o PT rasgou quando tentou aparelhar o Supremo, controlar a imprensa e transformar a democracia em um projeto de poder eterno. É engraçado ver o entusiasmo do deputado ao falar de “responsabilização efetiva” de Jair e Eduardo, como se fosse um triunfo histórico. Enquanto isso, milhões de brasileiros seguem atolados em impostos, desemprego e insegurança, sem ver uma vírgula de esforço do PT em resolver os problemas reais do país. Mas isso, claro, não dá voto nem rende manchete no X, então melhor continuar batendo no Bolsonaro.

Essa obsessão em criminalizar qualquer ação de Jair Bolsonaro é, no fundo, um sintoma do medo. Medo de que, mesmo fora do poder, ele continue sendo a maior força política do país, mobilizando multidões, incomodando a elite progressista e desmontando a fantasia de que o PT representa o povo. O desespero é tanto que chegam a transformar uma suposta conversa sobre asilo político em escândalo nacional. Ora, se pedir asilo fosse prova de culpa, metade dos políticos brasileiros já teria que comprar passagem só de ida para Cuba, Venezuela ou Nicarágua.

Lindbergh fala como se a democracia brasileira fosse uma frágil porcelana, ameaçada apenas pela presença de Jair e Eduardo Bolsonaro. Mas a verdadeira ameaça à democracia é a tentativa de calar opositores, criminalizar a política e usar instituições como ferramentas de perseguição. A Polícia Federal, que deveria estar preocupada em combater o crime organizado, é usada agora como linha auxiliar de um governo que não suporta críticas. E deputados como Lindbergh, em vez de fiscalizar o Executivo, preferem posar de heróis nas redes sociais.

No fim das contas, o texto do deputado não passa de mais uma peça de propaganda. Uma tentativa patética de pintar Bolsonaro como inimigo número um da nação e, de quebra, desviar o olhar do povo dos desastres que o atual governo tem colecionado. A inflação que aperta o bolso do trabalhador, a gasolina que sobe, a violência que explode nas ruas, nada disso é prioridade. O que importa é manter o circo funcionando, com manchetes que agradam a militância e narrativas que alimentam o ódio contra quem ousou desafiar o sistema.

Pois é, Lindbergh, parabéns pela sua atuação digna de novela. Só falta o figurino e a trilha sonora para transformar essa sua representação em um drama de horário nobre. Mas o povo brasileiro, cansado de manipulação e promessas vazias, já não cai tão fácil nesse teatro. O tempo vai mostrar quem realmente defendeu a democracia e quem apenas a usou como desculpa para perseguir adversários. Até lá, continue digitando seus monólogos no X. Afinal, alguém precisa fazer rir nesse espetáculo triste em que a esquerda transformou a política nacional.

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