Lindbergh Farias que defende taxar super-ricos enfrenta uma cobrança milionária no RJ

Ah, o eterno show da extrema-esquerda tupiniquim, estrelado pelo inconfundível deputado federal Lindbergh Farias, aquele que se proclama o “salvador dos

Por Notas & Informações

Ah, o eterno show da extrema-esquerda tupiniquim, estrelado pelo inconfundível deputado federal Lindbergh Farias, aquele que se proclama o “salvador dos pobres” enquanto coleciona dívidas e escândalos dignos de novela das oito. No seu mais recente post no X — rede social que ele insiste em usar como megafone do seu teatro político — Lindbergh dispara o velho mantra revolucionário: “AGORA É A VEZ DO POVO! Nossa luta é pra fazer os super-ricos pagarem a conta, defender o direito dos trabalhadores e combater os privilégios das elites”. Ah, sim, o clássico discurso que vira música de fundo para justificar toda sorte de trapalhadas do governo Lula, do qual ele é líder na Câmara.

Vamos combinar: quando alguém que deve quase R$ 1 milhão à Prefeitura de Nova Iguaçu, justamente o município que governou, fala em “fazer os super-ricos pagarem a conta”, a palavra que melhor descreve o cenário é piada de mau gosto. O ex-prefeito — ex-senador, agora deputado federal, uma espécie de “camaleão do serviço público” — está na berlinda por conta de uma ação de execução fiscal que cobra de forma urgente um débito de quase um milhão de reais. E não estamos falando de dinheiro do bolso dele, mas de contas que deveriam ser cobradas para o bem da população que ele prometeu servir. Ou será que os “super-ricos” que ele tanto quer taxar, na verdade, pagam as contas dele? Parece mais uma das ironias de um roteiro trágico-espetacular da política nacional.

Mas vamos ao post de Lindbergh, que poderia servir como roteiro para uma aula de hipocrisia avançada. “Nossa luta é pra fazer os super-ricos pagarem a conta…” Ora, ora, ora, desde quando o PT e seus asseclas na extrema-esquerda realmente brigam contra os privilégios das elites? A mesma turma que durante os governos Lula e Dilma promoveu a maior roubalheira da história do país, com o mensalão e o petrolão, que fez com que grandes empresas e bancos amigos se tornassem as verdadeiras elites de um sistema que alimenta o aparelhamento do Estado, agora vem posar de paladinos da justiça social? Se isso não fosse trágico, seria digno de um prêmio de comédia política.

A narrativa do “super-ricos” pagando a conta é apenas a cortina de fumaça para esconder um projeto muito mais sinistro: o avanço do Estado sobre a iniciativa privada, a extorsão tributária dos poucos que ainda geram riqueza e a perpetuação do assistencialismo para manter uma base política cativa e dependente do governo. Enquanto isso, o país se afunda em uma crise econômica sem precedentes, com inflação, desemprego e falta de investimentos. Mas Lindbergh e seus companheiros de jornada preferem continuar a martelar o discurso manjado de que a culpa é dos ricos, que concentram a riqueza e precisam ser castigados.

“Até aqui retiramos milhões da fome e da miséria extrema”, diz Lindbergh, como se fosse um prêmio Nobel da paz. O que ele e seus comparsas fazem, na verdade, é distribuir migalhas com dinheiro público retirado da classe média trabalhadora e dos empreendedores, enquanto mantêm um sistema burocrático inchado e ineficiente. Não passa de uma maquiagem para esconder o verdadeiro desastre social que seu partido promoveu: a estagnação econômica, a insegurança jurídica e a deterioração dos serviços públicos.

O clímax do post é a declaração quase messiânica: “Não vamos avançar mais nenhum degrau se não tivermos coragem de mexer estruturalmente na desigualdade social, a maior de todas as nossas tragédias.” Ora, se mexer na desigualdade social significa colocar mais impostos nas costas dos trabalhadores, criar mais estatais ineficientes e abrir espaço para corrupção e clientelismo, então é melhor nem mexer nada. O que falta para Lindbergh e sua turma é ter coragem para encarar os privilégios reais — e não o fantasma dos “super-ricos” que eles inventam — que estão no próprio Estado que controlam. Aliás, como é curioso cobrar “coragem” quem se esconde atrás do aparato estatal para se manter no poder!

Enquanto o deputado vive seu momento “revolucionário” nas redes, a realidade nos bastidores políticos é outra. Lindbergh, além de estar enrolado com uma dívida milionária, é um dos símbolos da velha política que o discurso esquerdista finge combater. A dívida com a Prefeitura de Nova Iguaçu, cidade que governou, mostra que o papo de “lutar pelos trabalhadores” é um mero slogan para consumo da militância. O verdadeiro jogo é o do toma-lá-dá-cá, das benesses, das farra com dinheiro público, e da manutenção de um sistema onde o discurso de esquerda serve apenas para justificar a permanência no poder e a perpetuação dos privilégios do próprio grupo.

No cenário internacional, a história não é muito diferente. A extrema-esquerda global, que se diz defensora dos pobres e oprimidos, é a mesma que adora fechar acordos com regimes totalitários, violadores dos direitos humanos e inimigos da liberdade econômica. O discurso contra “as elites” é sempre seletivo, e nunca toca as verdadeiras dinastias políticas e econômicas que perpetuam a miséria e o autoritarismo em seus países. Mas isso não importa para a turma do Lindbergh: o importante é manter a narrativa para enganar a plateia e manter viva a chama da polarização política.

No final das contas, o “compromisso histórico com a justiça social” do deputado e seus pares é mais um capítulo da farsa que assola a política brasileira. Eles prometem um país mais justo e igualitário, enquanto empurram para a população uma conta que só cresce — a conta da corrupção, do desperdício, da irresponsabilidade fiscal e da demagogia barata. E ainda têm a ousadia de pedir “coragem” para mexer na desigualdade, quando não têm coragem nem de pagar suas próprias dívidas com a cidade que governaram.

Esse é o retrato fiel do discurso da extrema-esquerda brasileira: muito blá-blá-blá nas redes sociais, muitos posts inflamados, mas pouca ação concreta. Na prática, um circo de marionetes que brinca de revolucionário com o dinheiro dos outros, enquanto o Brasil afunda em problemas que só se agravam a cada novo “golpe de coragem” prometido por líderes que mal conseguem honrar suas próprias contas.

Então, meu caro leitor, da próxima vez que ouvir um desses personagens de cartilha marxista apregoando a “luta contra as elites”, lembre-se do deputado Lindbergh Farias, sua dívida milionária com Nova Iguaçu, e o verdadeiro significado dessa frase: é muito mais fácil fingir ser do povo quando se tem o Estado para pagar a conta. E no final, quem paga somos nós — sempre nós.

Com informações O Globo

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