Lula aprova aumento da mistura de etanol na gasolina de 27% para 30% no Brasil

O Brasil de 2025 segue em seu épico roteiro tragicômico, onde a inteligência é crime e a ideologia é combustível. Literalmente.

Por Notas & Informações

O Brasil de 2025 segue em seu épico roteiro tragicômico, onde a inteligência é crime e a ideologia é combustível. Literalmente. E quem não acredita, é só dar uma lida no texto do jornalista Vandré Kramer, da Gazeta do Povo, que relata com espantosa normalidade o novo delírio energético do governo petista: aumentar a mistura de etanol na gasolina para 30%. Sim, senhor leitor, agora seu carro vai rodar não só com menos eficiência, mas também com mais ideologia por litro.

Porque no universo paralelo em que vive o governo Lula, misturar cada vez mais etanol na gasolina não é uma forma desesperada de tampar o buraco da incompetência energética. É “salvar o planeta”. Um planeta que, pelo visto, só começa a ser salvo depois de uma boa dose de cana-de-açúcar no tanque dos brasileiros. Isso, é claro, com o apoio “científico” do Instituto Mauá de Tecnologia, convocado às pressas para justificar o injustificável. Afinal, alguém precisa dar verniz técnico às bobagens saídas da cartola do Palácio do Planalto.

Lula, aquele mesmo que ainda vive preso a um passado onde o etanol era símbolo de soberania nacional (junto com o MST e a Odebrecht), apareceu todo empolgado na reunião do Conselho Nacional de Política Energética ao lado do sempre irrelevante Alexandre Silveira, ministro que ninguém sabe o que faz, mas que adora fazer pose. Ali, entre uma fatia de bolo e um relatório “ambiental”, decidiram que o brasileiro deve pagar mais caro pela gasolina para se sentir parte da solução climática mundial. É o ecossocialismo tupiniquim: você paga mais caro, anda menos, mas se sente um Greta Thunberg de Corsa 1.0.

Segundo a matéria de Kramer, a alteração de 27% para 30% do teor de etanol está “alinhada com a Lei do Combustível do Futuro”. Nome bonito para um projeto retrógrado, que finge ser avanço. Porque o que seria o “futuro”, segundo essa trupe? Um país onde a gasolina fica mais cara, o etanol hidratado sobe 3,6%, o etanol anidro sobe 4,3% e ainda temos que bater palmas? Pois é, palmas para o gênio que decidiu isso — provavelmente o mesmo que acha que o BNDES é banco de investimento de pobre para pobre.

Mas o mais divertido — e aqui vale a gargalhada escancarada — é a forma como tentam justificar esse Frankenstein energético. Dizem que “a combustão do etanol emite apenas um terço do CO₂ da gasolina” e que “parte desse gás é reabsorvida pelo cultivo da cana-de-açúcar”. Que conveniente, não? Um ciclo mágico e autojustificado, como se o solo brasileiro fosse um aspirador de carbono, e o corte de cana, um ritual xamânico ecológico. Só esqueceram de dizer que, para isso funcionar, o país inteiro teria que se transformar num canavial gigante, com direito a escravidão moderna e tudo.

Aliás, os efeitos colaterais já foram mapeados: segundo a consultoria do Itaú BBA, o etanol hidratado vai sumir dos postos, porque agora vai tudo virar mistura obrigatória. E a produção de etanol de cana-de-açúcar vai cair, porque as usinas preferem produzir açúcar — afinal, o mercado internacional paga mais e tem menos chatice regulatória do Ministério da “Transição Ecológica” (também conhecido como o Ministério da Inutilidade).

E quando o governo percebe que não dá conta de abastecer o país com gasolina “pura”, recorre ao argumento supremo da burrice estratégica: a redução da importação. Dizem que, com esse aumento no teor de etanol, o Brasil poderá “eliminar a importação de gasolina pura até 2030”. Ah sim, claro. E o Brasil socialista também vai ser potência espacial, com foguete movido a caldo de cana. Essa fantasia economicamente analfabeta seria engraçada, não fosse trágica. Porque o mesmo Brasil que hoje importa 2,7 milhões de metros cúbicos de gasolina, em grande parte da Rússia e da Espanha, acha que vai resolver tudo com mais etanol no tanque do povo.

Enquanto isso, nos bastidores que realmente importam, o que se vê é um governo jogando areia nos olhos da opinião pública, com discursos de “futuro verde” enquanto pavimenta o país rumo ao passado. A reforma tributária segue como cortina de fumaça, a reforma administrativa foi para o brejo (com medo de desagradar os sindicatos amigos), e o povo segue bancando o show. Porque no fim das contas, toda essa palhaçada ideológica custa caro. O combustível sobe, o frete encarece, os alimentos ficam mais caros e, claro, a inflação dá aquele sorriso malicioso de canto de boca. Mas Lula e sua trupe dirão que “é culpa do agro” — o mesmo que está salvando o país do colapso completo.

É preciso dizer com todas as letras: esse aumento no teor de etanol não é uma política energética. É uma jogada política. Um golpe disfarçado de virtude climática, enfiado goela abaixo de uma população já sufocada por impostos, taxas, e narrativas lacradoras que não passam de cortina de fumaça para esconder a incompetência crônica da esquerda no poder.

No fim, o texto de Vandré Kramer expõe o que muitos já sabem: o Brasil está sendo governado por gente que confunde engenhoca ecológica com estratégia econômica. Que acha que combustível se produz com discurso e que planta cana como quem planta esperança.

Mas não se engane, leitor. O etanol do PT não é renovável. É reciclado — da mesma ideologia falida que eles insistem em aplicar, disfarçada agora de preocupação ambiental. O único combustível que esse governo entende é o da propaganda barata, e com ele, querem seguir movendo esse carro alegórico de desastre que chamam de “gestão progressista”.

Enquanto isso, você paga a conta. E ainda tem que sorrir, para não ser chamado de “negacionista climático”.

Bem-vindo ao Brasil Verde-Cana. Onde o único motor que funciona é o da máquina estatal.

Com informações Gazeta do Povo

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