Lula ataca Trump e defende petróleo na Amazônia em meio a críticas ao governo

A arte da comédia involuntária nunca sai de moda no Brasil. E, convenhamos, ninguém a interpreta com tamanha maestria quanto o

Por Notas & Informações

A arte da comédia involuntária nunca sai de moda no Brasil. E, convenhamos, ninguém a interpreta com tamanha maestria quanto o eterno protagonista da República Sindicalista, Luiz Inácio Lula da Silva. Em mais uma de suas pérolas, agora durante uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética, o nosso presidente resolveu dar lições de diplomacia e comportamento presidencial ao nada menos que Donald Trump. Isso mesmo. Lula, o homem que já chamou o Congresso de “300 picaretas” e disse que não respeitava decisão judicial, agora cobra compostura de chefes de Estado. A esquerda, mais uma vez, nos proporciona momentos de puro surrealismo.

Segundo o texto de Leticia Martins e Vitória Queiroz, da CNN, o ex-presidiário — mas só por decisão judicial, claro — opinou que Trump deveria ser “menos internet e mais chefe de Estado”, defendendo o multilateralismo e a paz. A paz. Sim, esse é o mesmo Lula que bajula ditadores como Nicolás Maduro, Daniel Ortega e Xi Jinping com mais entusiasmo do que adolescente em show de K-pop. Mas agora decidiu que o problema global é Trump tuitando demais. Realmente, o mundo está de cabeça para baixo quando o campeão de selfies com déspotas comunistas resolve bancar o moderado global.

Não satisfeitos com tamanha exibição de incoerência, os porta-vozes do pensamento progressista – agora rebatizados como jornalistas imparciais – reproduzem essa retórica com a cara mais lavada do mundo. A CNN, no papel de boia de salvação do desgoverno petista, narra os “alertas” de Lula como se estivéssemos ouvindo um estadista do nível de Churchill ou Reagan, e não um réu reincidente na arte da falação desenfreada.

Lula, entre uma cutucada em Trump e outra, aproveitou para mandar o recado de sempre: vai explorar petróleo na margem equatorial, doa a quem doer. Afinal, quando se trata de coerência ambiental, não há quem ganhe do Brasil sob comando do PT. Um dia é o “não vamos destruir a Amazônia”, no outro é “ninguém vai me dizer que não vamos explorar petróleo onde eu quiser”. É o clássico “faça o que eu digo, não o que eu faço”, só que com fumaça de diesel e promessas de transição ecológica financiada por… petróleo. Genial, Lula. Greta Thunberg certamente dormirá tranquila essa noite.

E o mais curioso é que, enquanto Lula tenta posar de estadista em reunião sobre energia, 56,7% dos brasileiros dizem “não” ao seu governo, segundo a Paraná Pesquisas. Mas quem liga para isso, não é mesmo? A prioridade do presidente é ensinar ao mundo como se governa – inclusive ao homem que, goste-se ou não, reduziu o desemprego nos EUA, controlou a inflação, fortaleceu a indústria e fez frente à China como poucos tiveram coragem. Mas Lula acha que Trump precisa “pensar mais na paz”. Paz, neste caso, deve ser sinônimo de fechar os olhos para a violência do Hamas, perdoar a dívida de ditaduras africanas e chamar os terroristas do Irã de “parceiros regionais”.

A ironia atinge níveis olímpicos quando Lula diz que “o que menos interessa é a verdade” e que “existem interesses escusos” na imprensa. Ah, presidente, finalmente concordamos com algo! Realmente, a verdade parece ser a última coisa que interessa a uma imprensa que chama mensalão de escândalo isolado, petrolão de delírio da Lava Jato e censura do Xandão de liberdade democrática. Nesse ponto, Lula foi quase honesto: ele entende bem de mentiras e interesses escusos. Afinal, foram eles que o trouxeram de volta ao Palácio do Planalto com pompas de salvador da pátria.

Agora, cá entre nós, é hilário ver um presidente que tem dificuldade para formular uma frase sem tropeçar na gramática básica tentando ensinar o uso da linguagem diplomática. Lula, que adora uma “fala de improviso”, resolveu agora que o problema do mundo é a “necessidade de uma desgraçada de uma manchete”. Claro, porque quando a imprensa noticia o desastre que é seu governo, só pode ser por maldade. Nunca é por fatos. Nunca é porque a inflação voltou a assombrar o pobre, a gasolina subiu, ou o desemprego juvenil está em disparada. Não. É porque querem uma “desgraçada de uma manchete”.

Enquanto isso, nos bastidores do circo diplomático, Celso Amorim — a encarnação ambulante da política externa petista — alerta à CNN sobre risco de guerra mundial. Nada como um assessor com síndrome de Cassandra e paranoia geopolítica para compor o time de lunáticos progressistas. A estratégia é clara: gritar “guerra” para justificar o caos interno, culpar o Ocidente por tudo e pintar o PT como o único salvador possível. A velha receita de manual socialista de quinta categoria.

E quando achávamos que a incoerência já havia atingido o teto, Lula nos presenteia com a cereja do bolo: ao criticar a imprensa e os extremos, afirma que vai governar pelo “caminho do meio”. O mesmo “caminho do meio” que o levou a montar um ministério com 37 cargos para acomodar toda a esquerda fisiológica, ambientalistas de Instagram, comunistas fabianos e oligarquias sindicais decadentes. Um verdadeiro centrão gourmetizado. Se isso é o meio, imagina o extremo?.

O Brasil é, sem dúvida, um país abençoado. A cada fala de Lula, a certeza de que a esquerda vive em um universo paralelo só cresce. Eles não entendem de economia, não respeitam a democracia, não praticam o que pregam e ainda querem dar lições ao resto do planeta. Talvez o verdadeiro combustível da margem equatorial não seja petróleo, mas sim a hipocrisia em estado líquido, jorrando em abundância das falas do Planalto.

Mas vá lá. Continuem ouvindo Lula como se fosse o novo profeta global. Afinal, para a extrema-esquerda, não importa o que ele diga — desde que seja contra Trump, contra Israel, contra o mercado e contra a verdade. E se tudo der errado, sempre haverá uma manchete da CNN para passar pano.

Com informações CNN Brasil

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