Lula defende Irã e ataca EUA e Israel: diplomacia petista vira piada global

Se tem uma coisa que o mundo aprendeu nos últimos anos é que a diplomacia lulopetista sempre foi uma mistura tosca

Por Notas & Informações

Se tem uma coisa que o mundo aprendeu nos últimos anos é que a diplomacia lulopetista sempre foi uma mistura tosca de doutrinação ideológica e total desconexão com a realidade geopolítica internacional. E, como se não bastassem os vexames anteriores, o ilustre perfil @LulaOficial resolveu mais uma vez brindar o planeta com um show de hipocrisia, desinformação e aquele velho tom professoral de quem tenta ensinar o óbvio enquanto tropeça nas próprias contradições.

Vamos começar com o clássico de sempre: a defesa apaixonada do Irã, aquela democracia exemplar que enforca mulheres por tirarem o véu, que financia grupos terroristas como o Hezbollah e que sonha, dia e noite, com a destruição de Israel. Sim, o mesmo Irã que adora brincar de esconder centrífugas de enriquecimento de urânio nos porões da ditadura dos aiatolás, enquanto finge para a comunidade internacional que sua única intenção é “pesquisa científica”. Coisa fofa, né?

E aí vem o Lula, com ares de chanceler frustrado, condenando os Estados Unidos e Israel por… adivinhem… defenderem sua segurança e a estabilidade mundial. Segundo a genialidade petista, atacar instalações nucleares suspeitas de desenvolver armas de destruição em massa é uma violação grave do direito internacional. Pena que o mesmo Lula não deu um pio quando o próprio Irã violava todas as resoluções da ONU e da Agência Internacional de Energia Atômica com seu programa nuclear clandestino. Mas, claro, coerência nunca foi o forte do petismo.

A ironia chega a ser didática. O governo brasileiro, sob a liderança de @LulaOficial, que mal consegue garantir a segurança das suas próprias fronteiras, agora se sente no direito de dar lição de moral sobre “estabilidade geopolítica” no Oriente Médio. O mesmo governo que se ajoelha para regimes autoritários, que bate continência para Maduro, que manda beijinho para Ortega e que, claro, passa pano até para o Hamas. É quase um stand-up diplomático, só que sem graça nenhuma.

E não para por aí. O comunicado oficial ainda ousa falar em “ameaça à vida e à saúde de populações civis” caso ocorra uma contaminação radioativa. Sério mesmo? Isso vindo de um governo que finge não ver as execuções sumárias no Irã, os bombardeios de civis promovidos por grupos terroristas apoiados por Teerã e os mísseis disparados aleatoriamente contra bairros residenciais em Tel Aviv? O cinismo bateu recorde mundial.

Mas a cereja do bolo é, sem dúvida, a parte que pede “máxima contenção por todas as partes envolvidas”. Ah, claro… Porque, na cabeça da extrema-esquerda brasileira, tudo se resolve com uma roda de violão, discurso de “paz e amor” e aquele velho discurso barato de “culpa do imperialismo”. Enquanto isso, Israel precisa lidar diariamente com ameaças existenciais e os Estados Unidos, com sua responsabilidade global, fazem o que qualquer país minimamente sério faria: proteger o mundo de um Irã nuclear.

Agora vamos à pergunta que não quer calar: onde estava toda essa preocupação humanitária de @LulaOficial quando o próprio Irã reprimiu violentamente as manifestações populares, matou meninas que tiraram o hijab e assassinou opositores políticos? Onde estava a diplomacia da “paz” quando o Hamas, aliado ideológico de Teerã, sequestrou e matou civis israelenses? Onde estavam os discursos inflamados contra a “violação de direitos humanos” quando Maduro começou a transformar a Venezuela num campo de concentração a céu aberto?

Mas vamos ser justos: Lula nunca foi exatamente um entusiasta da coerência. A política externa petista é um amontoado de contradições, sempre guiada pela velha cartilha antiamericana, antissionista e pró-ditaduras. Um verdadeiro manual de como fazer papel de ridículo no cenário internacional. E olha que, para se destacar nesse quesito, tem que se esforçar muito!

Enquanto o mundo civilizado entende que um Irã nuclear seria uma tragédia global de proporções incalculáveis, o governo petista prefere fazer pose de diplomata da ONU, ignorando solenemente os riscos de um regime fanático com capacidade atômica nas mãos. Isso sem falar no apoio descarado a grupos que têm como única missão transformar o Oriente Médio num campo de guerra perpétua.

No fundo, o que estamos vendo é a velha tática da esquerda radical: inverter vítimas e agressores, tratar terroristas como “resistentes”, transformar regimes opressores em “exemplos de soberania” e demonizar democracias ocidentais. Israel, mais uma vez, vira o vilão da narrativa petista. Os Estados Unidos, claro, são sempre os imperialistas malvados. E o Irã, aquele poço de respeito aos direitos humanos, passa a ser o coitadinho da história.

Talvez seja pedir demais que o governo @LulaOficial olhe para os fatos com um mínimo de honestidade intelectual. Afinal, a ideologia cega, distorce e, no caso do Brasil sob o petismo, faz até a diplomacia parecer um esquete de comédia pastelão. Se o assunto não fosse tão sério, daria até para rir.

Mas, no final das contas, o grande perdedor dessa história é o próprio Brasil, que mais uma vez se isola, se apequena e passa vergonha mundial ao se alinhar com o lado errado da história. Enquanto o mundo combate o terrorismo e tenta impedir um Irã nuclear, o Itamaraty de Lula prefere fazer teatrinho ideológico para agradar sua bolha militante. Resultado? Mais uma nota oficial que só serve para virar piada em rodas diplomáticas mundo afora.

Se depender do governo @LulaOficial, o Brasil vai continuar sendo o eterno aluno repetente da escola das relações internacionais. Sempre sentado no fundo da sala, gritando chavões ultrapassados, enquanto o resto do mundo segue lidando com os problemas de verdade.

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