
Você já parou para pensar no espetáculo tragicômico que é assistir Luiz Inácio Lula da Silva, o eterno vendedor de ilusão socialista, abrir as portas do Brasil para o comunismo chinês como quem entrega doce para criança? Pois é exatamente isso que aconteceu no último capítulo do circo político brasileiro, devidamente registrado pela jornalista Yara Aquino, no artigo “Lula e Xi Jinping conversam sobre multilateralismo e ampliação do comércio”. Sim, o próprio presidente da República, que prometeu defender o Brasil e seus recursos, passou nada menos que uma hora ao telefone com Xi Jinping, o grande líder comunista da China, discutindo nada mais, nada menos, do que como expandir o comércio bilateral entre a maior economia socialista do planeta e o país que deveria estar zelando pelo seu próprio patrimônio.
Se você acha que exagero, preste atenção: Lula não apenas falou sobre o multilateralismo no G20 e no BRICS — como se isso fosse proteger alguma coisa do interesse nacional — mas ainda teve a audácia de falar em “novas oportunidades de negócios” entre o Brasil e a China. Para qualquer um com dois neurônios funcionando, isso soa como música para os ouvidos de um país que quer explorar nossas riquezas sem restrições. O que está por trás desse discurso meloso de parceria estratégica? Simples: o Brasil, que já luta para sair da mediocridade econômica, agora se coloca de joelhos perante um regime que tem planos expansionistas claros, e não vem para conversar sobre cooperação justa, mas para garantir que o gigante asiático coloque as mãos em setores estratégicos como petróleo, gás, economia digital, saúde e até satélites. Sim, você leu certo: satélites! É quase poético ver o país que deveria defender seus céus entregando tecnologia e espaço estratégico para quem está mais interessado em dominar o mundo do que em ser nosso amigo.
E não pense que isso é teoria da conspiração de conservador chato. Está tudo registrado, lá, de forma cristalina, no próprio artigo: Lula “reiterou a importância da China na COP 30”, que será realizada em Belém. Para quem não lembra, a COP é aquela conferência climática em que países se reúnem para discutir políticas ambientais — ou melhor, para discutir como arrecadar fundos e prestigiar uns aos outros. E quem está lá, brilhando em representação de um regime comunista que não respeita direitos humanos, frauda estatísticas ambientais e financia projetos globais de influência política? Isso mesmo: a China. E Lula, com sua elegância característica de vendedor de ilusões, não apenas recebe o elogio de Xi Jinping, como ainda garante que “a delegação chinesa trabalhará com o Brasil para o êxito da conferência”. Traduzindo: a China vai usar o Brasil para mostrar ao mundo que está contribuindo para o clima, enquanto garante contratos e investimentos que colocam nossa soberania em segundo plano.
Mas não para por aí. O ápice do desmonte estratégico do país acontece quando Lula, em meio a um discurso sobre “esforços pela paz entre Rússia e Ucrânia”, praticamente ignora o papel do Brasil como nação soberana e entrega o país nas mãos de um dos regimes mais autoritários do planeta. A conversa de uma hora com Xi não foi para fortalecer nossa posição internacional ou para proteger nossos interesses — foi para vender nossas riquezas, nossas tecnologias, nossa saúde pública e nossas reservas estratégicas como quem oferece pechinchas em feira popular. A ironia é quase poética: enquanto fala em multilateralismo, Lula faz o papel de unilateralista de mão cheia, colocando o Brasil debaixo da sombra de Pequim.
Telefonei, na noite desta segunda-feira, 11 de agosto, para o presidente da República Popular da China, Xi Jinping.
— Lula (@LulaOficial) August 12, 2025
Na ligação, que durou cerca de uma hora, trocamos impressões sobre a atual conjuntura internacional e os recentes esforços pela paz entre Rússia e Ucrânia.…
E se alguém ainda se pergunta por que nossas indústrias estratégicas, nossos recursos naturais e nosso setor tecnológico estão sempre na mira de investidores chineses, basta olhar para essa atuação de Lula como um manual de instruções de como entregar um país sem disparar um único tiro. Não há força militar envolvida, não há estratégia disfarçada: é apenas o presidente brasileiro convencendo o líder comunista de que tudo isso é bom para o Brasil. E para quem mesmo? Certamente não para os brasileiros que acordam todo dia e veem seu salário corroído, sua educação em frangalhos e seus serviços públicos sendo insuficientes, enquanto os chineses ganham terreno, recursos e influência sem pagar um centavo a mais do que o necessário.
O artigo de Yara Aquino, com sua linguagem oficial e protocolar, poderia quase servir como roteiro de uma tragédia grega moderna: temos o herói — ou seria o anti-herói? — que acredita estar fazendo o bem, e o antagonista que, sorrateiro, aceita o convite para saquear não com violência, mas com contratos, parcerias e memorandos de entendimentos. É a arte da conquista sem guerra: o Brasil é vendido, e ninguém levanta uma sobrancelha. A China sai ganhando tecnologia, presença geopolítica e contratos estratégicos; nós ganhamos discurso, selfies diplomáticas e a sensação de que estamos participando do multilateralismo. Como disse alguém com visão clara, multilateralismo para Lula parece ser sinônimo de entregar nossas riquezas de bandeja.
E aqui está o detalhe mais cruel para os patriotas: tudo isso acontece em nome de avanços em setores “estratégicos” — saúde, petróleo, gás, economia digital e satélites — palavras bonitas, que soam bem, mas que escondem a realidade nua e crua: nossa soberania sendo negociada enquanto o brasileiro médio mal consegue colocar comida na mesa. O mesmo homem que prometeu proteger o trabalhador e defender o Brasil agora discute como integrar o país na agenda chinesa, garantindo que o comunismo internacional continue a se fortalecer às custas do nosso solo, nossas reservas e nossa tecnologia.
Portanto, quando você ler mais uma vez que “Lula e Xi Jinping conversaram sobre multilateralismo e ampliação do comércio”, lembre-se: isso não é diplomacia, é um espetáculo de submissão camuflada de parceria. É um manual de como transformar o Brasil de protagonista em coadjuvante na própria história. É o retrato de um presidente que acredita estar fazendo política internacional, mas que, na prática, assina contratos invisíveis que enriquecem estrangeiros e enfraquecem o país. Se ainda havia dúvida sobre quem está realmente no comando do Brasil, esse telefonema de uma hora com Xi Jinping foi a resposta: o país segue sendo vendido, e o sorriso de Lula é a prova de que, para ele, tudo está absolutamente correto.
Com informações Agência Gov.
















