Lula faz manobra para incluir a COP 30 e o MST na sua conta de luz

Quando você achava que a criatividade da extrema-esquerda brasileira havia atingido o auge com a taxação do sol, eis que surge

Por Notas & Informações

Quando você achava que a criatividade da extrema-esquerda brasileira havia atingido o auge com a taxação do sol, eis que surge mais uma obra-prima da engenharia tributária camuflada: a fatura ideológica de Itaipu. Sim, caro leitor, enquanto você paga religiosamente sua conta de luz, o governo de Lula, com a sutileza de um elefante em loja de cristais, transforma a energia elétrica em financiamento para eventos climáticos, infraestrutura de cruzeiros e, claro, para o eterno MST, aquela ONG com vocação de movimento social que só sabe invadir terras e sugar dinheiro público.

O brilhante jornalista André Shalders, do Metrópoles, trouxe à tona esse teatro dos absurdos com ares de reportagem investigativa. E convenhamos, é até divertido ver a turma do “jornalismo progressista” tentando narrar o escândalo como se fosse um evento climático natural, tipo uma tempestade inesperada. O título da matéria já é uma obra de arte: “Itaipu: a manobra para incluir a COP 30 e o MST na sua conta de luz”. Sério, se alguém dissesse que isso era piada de WhatsApp, eu acreditava.

Vamos aos fatos: Itaipu quitou uma dívida histórica de 13 bilhões de dólares. Era a chance dourada para aliviar a conta de luz da população das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Mas no Brasil de Lula, alívio para o povo é heresia. O que eles fizeram? Inventaram os tais “gastos socioambientais”. Nome bonito para esconder um rombo. Agora, ao invés de pagar pela energia que você consome, você banca obras para a COP 30, cruzeiros de luxo em Belém e repasses milionários para o MST.

Aliás, só o terminal de Outeiro vai consumir R$ 180 milhões, tudo para deixar os navios de cruzeiro prontos para os ecochatos internacionais se hospedarem com conforto de hotel cinco estrelas enquanto discursam contra o capitalismo. Porque, claro, salvar o planeta exige ar-condicionado potente e bufê internacional à vontade.

E não para por aí. Segundo a matéria, só entre 2023 e 2024, foram quase R$ 5 bilhões em “gastos socioambientais”. Uma engenharia contábil tão criativa que faria inveja ao departamento financeiro de qualquer república de bananas. Tudo isso autorizado por um tal de “acordo por troca de notas”, a famosa Nota Reversal, que ninguém lembra de ter aprovado no Congresso. Mas o Itamaraty, sempre solícito quando o assunto é passar pano para o governo, garante que está tudo dentro da legalidade… da interpretação criativa da Constituição.

Aqui, cabe um aplauso para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), uma das poucas vozes dissonantes no meio desse teatro. Ela teve a audácia de perguntar ao Ministério das Relações Exteriores como é que um acordo internacional que mexe com bilhões de reais, sem passar pelo crivo do Congresso, pode ser considerado legítimo. A resposta oficial? Um malabarismo jurídico que só perde em elasticidade para o discurso da Gleisi Hoffmann quando o assunto é justificar o injustificável.

Mas a cereja no bolo foi o estudo da Academia Nacional de Engenharia, que desmascarou a brincadeira de mau gosto: enquanto a dívida desaparecia, as “despesas de exploração” de Itaipu disparavam para patamares estratosféricos. De US$ 700 milhões ao ano para quase US$ 2,2 bilhões. A matemática da esquerda é simples: se não há mais dívida, vamos criar um novo rombo com nome socialmente aceitável.

E quem paga essa farra? Você, que talvez esteja aí agora calculando como fazer caber no orçamento a próxima conta de luz, enquanto o governo financia passeios de barco para militantes climáticos e fortalece a militância rural com dinheiro que deveria garantir energia mais barata.

O mais patético de tudo é a tentativa de transformar a história em normalidade administrativa. A Itaipu, com aquela típica linguagem de assessoria de imprensa que tenta parecer técnica para esconder o óbvio, diz que isso tudo é apenas uma continuidade das “políticas socioambientais” que já existem desde os anos 90. Ah claro… porque se uma ilegalidade começou no governo FHC, foi refinada por Lula 1.0 e Dilma, e agora atinge seu ápice no Lula 3.0, então ela passa a ser… tradição?

Sobra até para o Itamaraty, que tenta enfiar goela abaixo a tese de que a tal Nota Reversal não precisa mesmo de aprovação do Congresso. Afinal, segundo eles, só precisa de aval legislativo se houver “encargos gravosos ao patrimônio nacional”. Ora, se fazer o brasileiro pagar bilhões a mais na conta de luz para bancar evento climático e ONG de invasores de terra não é grave ao patrimônio, então o que seria? Talvez só uma futura reforma na Esplanada para ampliar o espaço do Ministério da Verdade.

No fim das contas, a matéria de André Shalders – com todo respeito ao esforço jornalístico – só escancarou o que os conservadores já sabem de cor: com a esquerda no poder, a conta nunca fecha. Só cresce. E sempre sobra para o cidadão comum pagar a conta das aventuras ideológicas alheias. O que era para ser o fim de uma dívida histórica virou a perpetuação da cobrança. Não de energia, mas de ideologia.

Prepare o bolso. E se reclamar, vão te chamar de negacionista climático, reacionário ou, como é moda agora, “inimigo da democracia”.

Com informações Metrópoles

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Conservadores Conectado

Comece o dia com as principais notícias, além de colunas e links selecionados, de segunda a sexta.

Mundo

Destaques