
Certamente não é de hoje que o extremo-esquerdista Luiz Inácio Lula da Silva abusa da boa-fé do povo brasileiro com discursos inflamados, carregados de retórica ideológica e falsidades cuidadosamente ensaiadas para esconder a incompetência, os acordos espúrios e o projeto autoritário de poder. Seu recente pronunciamento em rede nacional, supostamente em defesa do Brasil diante da decisão dos Estados Unidos de taxar produtos brasileiros em 50%, é mais uma peça de ficção política cujo verdadeiro objetivo é camuflar os próprios fracassos, manipular a opinião pública e atacar opositores sob o disfarce de patriotismo.
O presidente inicia seu discurso com ares de vítima, como sempre fez, dizendo-se “surpreendido” pela decisão americana. Ora, surpresa seria o Brasil receber benefícios comerciais com Lula no comando, uma vez que ele insiste em se alinhar internacionalmente a ditadores e regimes autoritários — como Nicolás Maduro na Venezuela, Miguel Díaz-Canel em Cuba, Daniel Ortega na Nicarágua e Xi Jinping na China. Em que mundo vive Lula para imaginar que os Estados Unidos manteriam relações comerciais preferenciais com um governo que se coloca ao lado de inimigos declarados da liberdade?
Lula diz ter promovido reuniões com os norte-americanos. Mas que tipo de reunião? Em que termos? Alguém acredita realmente que um governo que sequer consegue aprovar reformas internas com o mínimo de seriedade tenha credibilidade para negociar com a maior economia do mundo? A verdade é que os Estados Unidos já vinham sinalizando há meses o desconforto com a política hipócrita do lulapetismo, com o protecionismo disfarçado de “soberania” e com o cerco que Lula vem impondo à liberdade de expressão no Brasil. O governo Biden — por mais alinhado ideologicamente à esquerda — não ignora que o Brasil lulista está se tornando uma república sindicalista, estatista e cada vez mais semelhante aos regimes bolivarianos.
Dizer que a carta americana é uma “chantagem inaceitável” e uma “ameaça à soberania nacional” é o cúmulo da desfaçatez. Quem ameaça a soberania do Brasil é o próprio Lula, quando passa por cima do Congresso Nacional para legislar via canetadas do STF, como no recente caso da reoneração do IOF, onde o Supremo decidiu contrariar o Legislativo — e, claro, o Planalto aplaudiu de pé. Quem está promovendo chantagem e ameaça às instituições brasileiras é o PT, ao cooptar ministros da mais alta Corte, manobrar o Judiciário para interesses partidários e perseguir adversários políticos em nome de um suposto combate ao “ódio”.

Ao acusar opositores de “traidores da pátria”, Lula resgata o pior da retórica autoritária. Quem defende o Brasil hoje é exatamente quem alerta contra o socialismo disfarçado de democracia participativa que ele tenta instaurar. Não há traição maior do que entregar o Brasil a burocratas ideológicos, aumentar impostos sobre os mais pobres, sufocar o agronegócio com regulações ambientais absurdas, e se aliar à Organização das Nações Unidas para impor políticas externas que contrariam os valores do povo brasileiro.
Lula fala em “proteger as famílias brasileiras” das redes digitais como se fosse o salvador da moralidade, mas o que ele quer de fato é o controle estatal das redes sociais. Usa pretextos legítimos — como combate a fraudes e racismo — para implementar uma censura institucionalizada, onde só a narrativa do governo tem espaço. O verdadeiro objetivo de seu governo é calar opositores, como já se vê com a criminalização de opiniões conservadoras, investigações infundadas sobre bolsonaristas e intimidações a jornalistas independentes. Se Lula se preocupa tanto com a proteção das crianças e adolescentes, por que não investe em educação de base, combate real ao tráfico de drogas, e políticas de família estruturadas, em vez de terceirizar a culpa para o X, o Instagram ou o WhatsApp?
E mais: o presidente tenta agora jogar a culpa da taxação americana em “notícias falsas” sobre o comércio bilateral, como se isso apagasse o fato de que os EUA têm um superávit comercial de mais de 410 bilhões de dólares com o Brasil há mais de 15 anos. Ou seja: quem mais lucra com a relação comercial são os americanos, e mesmo assim decidiram taxar o Brasil. Por quê? Porque não confiam mais neste governo que mente, sabota o setor produtivo com impostos abusivos, desrespeita a segurança jurídica e, acima de tudo, flerta com ditaduras inimigas da democracia ocidental.
Lula, em seu delírio ensaiado, afirma que o Brasil está “construindo parcerias com a União Europeia, Ásia, África e América Latina”. Sim, parcerias com países ditatoriais, antidemocráticos e economicamente instáveis, que, ao contrário do que se propaga, não geram crescimento sustentável, nem confiança nos investidores internacionais. Ao enfileirar acordos com regimes autoritários, o Brasil se distancia do Ocidente livre e democrático, e se aproxima cada vez mais de um novo eixo totalitário, liderado por China, Rússia, Irã, Venezuela e Cuba — todos aplaudidos por Lula em seus discursos.

Lula diz que “quando tomamos posse em 2023, o Brasil estava isolado do mundo”. Mentira deslavada. O Brasil sob Jair Bolsonaro era protagonista no comércio internacional com países livres, abriu mercados sem negociar soberania, e defendia o setor produtivo nacional sem recorrer à chantagem ou aos caprichos ideológicos de organizações multilaterais. Lula confunde “isolamento” com “independência”. O que ele quer é submissão às diretrizes globalistas — aquelas que decidem o que é “meio ambiente”, “direitos humanos” e “democracia”, conforme os interesses da esquerda internacional.
Outro ponto lamentável do pronunciamento é o tom messiânico com que fala do PIX. Lula diz que o PIX “é do Brasil” e “não aceitaremos ataque ao PIX”. Ora, que ataque? Nenhum país atacou o sistema de pagamentos. Isso é pura criação de narrativa. A realidade é que Lula tenta associar-se a conquistas que não são suas, pois o PIX foi idealizado e implantado sob o comando do Banco Central independente, durante o governo Bolsonaro, em uma política que facilitou a bancarização de milhões de brasileiros, ampliando a liberdade financeira e reduzindo a dependência dos bancos. Lula quer transformar isso numa “bandeira nacional” para disfarçar sua própria inoperância econômica.
Ele fala em “defesa da soberania” como se fosse um líder nacionalista. Mas o que se vê na prática é o exato oposto: um governo que entrega os interesses do Brasil a ideologias retrógradas, coopta o Judiciário com promessas e blindagens, interfere no Legislativo por meio de chantagens orçamentárias e, pior, transforma o STF em um balcão de negócios para fazer valer sua vontade contra a vontade popular. A reoneração do IOF foi o caso mais explícito de tirania institucional: o Congresso havia votado contra o aumento de imposto, mas o governo correu para o Supremo e, com o beneplácito dos ministros alinhados ao Planalto, conseguiu reverter a decisão democrática dos parlamentares.
Isso é soberania, Lula? Não. Isso é tirania togada com cheiro de autoritarismo socialista. Uma democracia saudável não é feita de pronunciamentos emocionais em cadeia nacional — é feita de respeito à separação de poderes, de liberdade econômica, de proteção à propriedade privada e de compromisso real com a verdade.
Sobre meio ambiente, Lula tenta convencer o mundo de que o Brasil “reduziu pela metade o desmatamento da Amazônia”. Mais uma falácia. Os dados são incompletos, manipulados e convenientemente interpretados para agradar ONGs estrangeiras. A verdade é que, juntamente com sua ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o desmatamento real aumentou em diversas regiões, e ao mesmo tempo o governo cortou recursos de fiscalização, aparelhou órgãos ambientais com militantes ideológicos e hostilizou o agronegócio, setor que, de fato, preserva mais o território brasileiro do que qualquer decreto de gabinete. Lula quer fazer parecer que é “verde”, mas sua política é vermelha, baseada na culpabilização do produtor rural, criminalização do setor de energia e submissão ao ambientalismo globalista europeu.

E quando diz que “estamos juntos com os trabalhadores”, está sendo mais do que falso. Quem está sufocando o trabalhador brasileiro é ele próprio, com aumento de impostos, inflação galopante nos alimentos, combustíveis que voltaram a subir por causa da volta de tributos, e um mercado de trabalho instável, onde empresários são perseguidos por pensarem diferente. A reforma trabalhista foi atacada, a liberdade de contratação está sendo enfraquecida, e o que Lula quer de volta é o velho Brasil de sindicatos corruptos, comissões políticas e Estado inchado.
Ele encerra seu discurso com a clássica frase: “O Brasil tem um único dono, o povo brasileiro.” Que cinismo. O povo brasileiro que trabalha de sol a sol, que acorda cedo para produzir, pagar impostos e sustentar uma máquina estatal parasitária, não se vê representado por esse governo. Lula representa, sim, os donos de sindicatos, os artistas subsidiados pela Lei Rouanet, os militantes da esquerda universitária, os burocratas de ONGs internacionais e, claro, os companheiros de regime comunista mundo afora.
O Brasil não é de Lula. E definitivamente, não pertence ao Partido dos Trabalhadores. O Brasil pertence a milhões de cidadãos honestos, trabalhadores, que repudiam a mentira, a manipulação e a tentativa de se instaurar um regime de controle total da sociedade. A fala de Lula é a demonstração clara de um projeto de poder sem limites, onde qualquer voz dissonante é taxada de criminosa, qualquer crítica é considerada ataque à democracia, e qualquer resistência é interpretada como traição à pátria. Este é o velho jogo da esquerda autoritária, disfarçado com o verniz da legalidade.
A verdade que Lula tenta esconder, entre uma frase populista e outra, é que seu governo não defende a democracia — defende o aparelhamento do Estado. Não combate desigualdades — expande o Estado parasitário, onde o povo trabalha para sustentar castas políticas, sindicatos e burocratas ideológicos. Não promove o desenvolvimento sustentável — engessa o setor produtivo com leis, taxas e perseguições fiscais. E, definitivamente, não protege a liberdade — a sufoca, cassa, investiga e regula com a desculpa de “combater a desinformação”.
Seu discurso sobre as redes sociais é um exemplo assustador de autoritarismo digital. Lula quer controlar as plataformas estrangeiras, impor censura a conteúdos que não agradem ao seu governo, e ainda faz isso sob o pretexto de proteger crianças, combater fraudes e impedir racismo. Tudo causas nobres, mas que estão sendo utilizadas como cavalos de Troia para justificar uma ditadura da opinião. O governo Lula não quer regulamentar a internet. Quer controlar o que você pode dizer, pensar, publicar e compartilhar. O mesmo governo que não consegue garantir segurança nas ruas, quer policiar cada publicação sua em uma rede social.
Além disso, o presidente omite com cinismo o que de fato está em curso: uma sequência infindável de aumentos de impostos, que destrói a classe média e as pequenas empresas. Desde que assumiu, Lula promoveu a reoneração da folha de pagamento, a volta dos impostos sobre combustíveis, aumentou o IOF, aumentou o imposto sobre os bancos, tentou recriar o imposto sindical e ainda pressiona o STF a legalizar a cobrança de tributos inconstitucionais. Um governo que diz defender o trabalhador, mas que tira do bolso do povo cada centavo possível, enquanto mantém privilégios bilionários a partidos, fundões eleitorais e assessores camaradas.
Nada disso é por acaso. Lula não acredita em iniciativa privada. Nunca acreditou. Sua visão de mundo é estatizante, sindicalista, corporativista e ideológica. Seu projeto de poder não é sobre crescimento econômico, mas sobre controle social e hegemonia cultural. Lula quer reeducar a sociedade com sua narrativa, moldar valores, perseguir conservadores e reescrever a história como convém ao Partido dos Trabalhadores. Ele quer um país onde crianças sejam doutrinadas com ideologia de gênero, onde valores cristãos sejam ridicularizados, onde políticos corruptos sejam protegidos, onde quem trabalha seja punido com impostos e quem milita seja recompensado com bolsas.
E enquanto isso, os problemas reais se acumulam. Hospitais públicos estão em colapso. Escolas continuam sucateadas. A segurança pública virou um caos, com o narcotráfico tomando o controle de favelas inteiras. E o presidente da República, em vez de enfrentar essas questões com seriedade, prefere fazer discursos ideológicos, atacar os Estados Unidos, censurar a internet e posar de vítima para sua militância digital. Lula não é estadista. É um militante travestido de presidente. Um homem que passou a vida sendo condenado, preso, solto por manobras jurídicas e agora posa de moralista internacional.
A mentira tem sido a base do lulismo desde o início. Lula mente sobre a economia, mente sobre a Amazônia, mente sobre a pandemia, mente sobre a democracia. Mas talvez a pior de todas as mentiras seja esta: a de que ele representa o povo. Lula não representa o povo brasileiro — representa uma elite política viciada no poder, financiada por recursos públicos e protegida por uma imprensa cúmplice e um Judiciário ideologizado. O povo brasileiro é trabalhador, honesto, conservador, cristão, patriota — tudo aquilo que Lula despreza nas entrelinhas.
Sua resposta ao mundo civilizado é se aliar a ditadores, atacar o Congresso, perseguir adversários e impor controle total sobre o debate público. A taxação dos EUA não é um “ataque ao Brasil”, como ele quer fazer parecer — é uma reação previsível à política externa antiocidental que o PT tem adotado, ao descaso com a segurança jurídica e à falta de compromisso com o livre mercado. E ainda assim, ele tem a audácia de subir em rede nacional para tentar nos convencer de que tudo está bem.
A única coisa que está crescendo no Brasil é a indignação popular. E não adianta manipular dados, censurar redes ou ameaçar jornalistas. A verdade grita mais alto. O povo sabe que está sendo enganado. Sabe que está sendo espoliado. E sabe que está sendo governado por um projeto de poder que já não esconde sua face autoritária.
O Brasil resiste. E enquanto houver um só brasileiro que se recuse a se ajoelhar diante dessa tirania disfarçada de democracia, Lula jamais será o dono da nação. A pátria pertence ao seu povo — não a um ex-presidiário travestido de salvador.
















