Lula quer aval do STF de que não tem nada a ver com a roubalheira dos sindicatos no INSS

Você piscou… e lá estava o governo Lula, de joelhos no STF, implorando com a maior cara lavada do mundo para

Por Notas & Informações

Você piscou… e lá estava o governo Lula, de joelhos no STF, implorando com a maior cara lavada do mundo para ser absolvido da responsabilidade pela rapinagem histórica no INSS. Sim, aquele mesmo INSS que virou sinônimo de descontrole, clientelismo e sindicalismo sindicalista de quinta categoria. Quem lê o brilhante texto de Carlos Andreazza no Estadão até se pergunta: será que a esquerdalha finalmente perdeu a vergonha por completo? Resposta curta: perdeu faz tempo.

Enquanto o cidadão brasileiro, aquele que carrega o país nas costas, tenta entender como foi saqueado mais uma vez, o governo petista faz malabarismo narrativo para convencer o Supremo de que tudo não passou de uma “catástrofe natural”. Porque, segundo a AGU de Lula, a pilhagem de bilhões foi tão imprevisível quanto uma enchente em pleno deserto do Saara. Sim, o nível de cinismo chegou a patamares interplanetários.

O roteiro é sempre o mesmo. Primeiro, deixa-se a roubalheira correr solta, como se o Ministério da Previdência fosse um playground para sindicalistas e espertalhões de toda espécie. Depois, quando o rombo vira escândalo nacional, vem o show de lágrimas de crocodilo: “Ai, nós não sabíamos… Foi tudo um evento imprevisível… Estamos tão surpresos quanto vocês…” Quer dizer, só falta o Lula aparecer de colete de defesa civil, sobrevoando o INSS de helicóptero e jogando cestas básicas para os aposentados lesados.

A cereja podre do bolo? O pedido descarado de um crédito extraordinário. Isso mesmo: querem fabricar dinheiro fora do arcabouço fiscal, fingindo que estão apenas sendo rápidos e eficientes para devolver o dinheiro aos prejudicados. O que ninguém conta é que essa urgência toda tem nome e sobrenome: eleições municipais de 2026. Precisa explicar mais? Claro que não. Até quem tem QI de pão de queijo congelado percebe o truque.

Segundo Carlos Andreazza, a operação é tão grotesca que chega a dar náusea. O governo Lula não só quer escapar da culpa como deseja transformar o ressarcimento em um espetáculo de marketing social barato. Um futuro programa “Bolsa Reposição”, quem sabe. Nada mais lulista do que transformar a própria incompetência em palanque eleitoral, enquanto o contribuinte paga a conta… de novo.

O mais escandaloso é o pedido à la “não fui eu”: a AGU quer que o STF suspenda todos os processos que responsabilizam a União. Motivo? Pobrezinhos do INSS precisam preservar a sua “capacidade administrativa”. Ora, vamos combinar: a única coisa que o INSS tem preservado com afinco nos últimos anos é a capacidade de ser um antro de corrupção e de ineficiência crônica. Qualquer semelhança com o modus operandi petista não é coincidência.

A situação beira o surreal. Enquanto o governo finge indignação e promete caçar os responsáveis (spoiler: não vai caçar ninguém), o buraco nos cofres públicos só aumenta. Fala-se em até R$ 4 bilhões de prejuízo. Adivinha quem vai pagar? Exato: você, que levanta cedo, paga impostos absurdos e ainda tem que ouvir discurso moralista de quem enriqueceu surfando na máquina pública.

O pior é a tentativa patética de empurrar a conta para o contribuinte e ainda posar de herói social. Querem que a devolução dos valores saqueados pareça um favor de Estado. Como se o governo Lula, esse mesmo que permitiu o crescimento da pilhagem por anos, fosse agora o grande defensor dos aposentados. É de fazer rir… se não fosse trágico.

O tal pedido de suspensão de ações judiciais também é uma aula de autoritarismo disfarçado de zelo administrativo. A AGU, sem o menor pudor, deseja que o Supremo declare inconstitucional o direito individual dos lesados de exigir indenização. Sim, você não leu errado: a Constituição que o PT tanto diz defender, agora virou papel de embrulho para o governo evitar ser responsabilizado. É aquele velho ditado: a Constituição é bonita… até atrapalhar a narrativa.

A cereja final veio com o relator da matéria, o sempre solícito Dias Toffoli, que já convocou audiência de conciliação. Adivinha qual será o tom? Alguém aí aposta que vai sair uma decisão favorável ao cidadão de bem? Pois é… Até porque, entre o interesse público e a blindagem do governo Lula, a gente já sabe qual lado o sistema escolhe.

Essa tragédia anunciada tem lições claras. A primeira é que o petismo, quando envolvido em escândalos, opera como uma máquina de inverter culpados e vítimas. A segunda é que o Brasil, infelizmente, continua refém de um pacto institucional onde o contribuinte é sempre o otário da vez.

Enquanto a militância de extrema-esquerda bate palma e finge que tudo é uma grande conspiração da “mídia golpista”, o cidadão comum olha o contracheque, vê os descontos indecentes e se pergunta: até quando? Até quando esse país vai aguentar ser governado por gente que transforma crime em política pública?

O mais irônico é que, no final, eles vão dizer que estão fazendo tudo isso “pelos pobres”. Como sempre. Como se proteger corrupto fosse política social. Como se esconder a sujeira debaixo do tapete fosse justiça social. Como se o Brasil inteiro não soubesse que, quando o governo Lula diz que “não tem nada a ver com isso”, é exatamente porque tem tudo a ver com isso.

Mas é isso… como diria o próprio Lula: nunca antes na história desse país…

Com informações Estadão

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