Lula volta desafiar Trump ao falar sobre alternativas ao dólar no comércio internacional

Quando Luiz Inácio Lula da Silva sobe ao palanque para pregar “autonomia econômica” e “independência do dólar”, o brasileiro atento sabe

Por Notas & Informações

Quando Luiz Inácio Lula da Silva sobe ao palanque para pregar “autonomia econômica” e “independência do dólar”, o brasileiro atento sabe que o teatro começou. Em mais um episódio farsesco da novela socialista encenada no 17º Encontro Nacional do PT, Lula volta a discursar como se estivéssemos vivendo nos tempos da Guerra Fria. O presidente, cercado de aliados ideológicos que se alimentam do mesmo ranço antiocidental, resolveu mais uma vez atacar os Estados Unidos, promovendo um discurso antiquado e infantil sobre a necessidade de uma “moeda alternativa” ao dólar. Um devaneio que revela muito mais sobre o atraso mental da esquerda do que sobre qualquer avanço real do Brasil.

É sempre o mesmo script: os problemas internos — inflação, desemprego, corrupção, decadência da educação, insegurança, obras paradas, fuga de investimentos — são maquiados com discursos megalomaníacos sobre “soberania nacional”. Ao mesmo tempo em que o país amarga um crescimento pífio e dependência cada vez maior da China, Lula tenta vender ao brasileiro a ilusão de que o Brasil pode liderar um novo sistema monetário internacional. Chega a ser cômico — se não fosse trágico.

O mais absurdo é o timing dessa fala. Enquanto os Estados Unidos — sob nova gestão conservadora com Donald Trump — impõem tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, fruto direto da incompetência diplomática do governo petista, Lula responde atacando a moeda americana. Ao invés de tentar recompor laços, garantir investimentos e proteger o agro brasileiro, o presidente parte para o confronto ideológico, reforçando sua obsessão com um mundo que já não existe — ou que só existe na cabeça dos seus assessores formados em marxismo cultural.

O projeto de “moeda alternativa” é, antes de tudo, uma distração. Serve para acalmar as massas militantes, oferecer manchetes a veículos cúmplices da esquerda e inflamar o ego dos velhos líderes sindicalistas que ainda sonham com uma revolução bolivariana. Mas, na prática, trata-se de uma ideia sem fundamento técnico, sem apoio do mercado e rejeitada por economistas sérios. O mundo funciona em torno do dólar por uma razão simples: confiança. E essa confiança se constrói com estabilidade fiscal, segurança jurídica e respeito ao livre mercado — tudo que o PT despreza.

Não é à toa que, enquanto Lula fala em “autonomia”, o Brasil segue de joelhos para Pequim. A dependência brasileira da China cresceu exponencialmente nas últimas décadas, especialmente nos governos do PT, que entregaram infraestrutura, tecnologia e parte da soberania nacional em troca de acordos obscuros com o Partido Comunista Chinês. O tal “BRICS”, que Lula tanto exalta, é hoje uma colcha de retalhos com interesses divergentes, dominado por potências autoritárias e sem nenhuma coesão monetária ou política real.

A farsa do discurso de “igualdade nas negociações com os americanos” é ainda mais cínica quando se observa a história recente. Lula mencionou, sem provas, que os Estados Unidos teriam colaborado com “golpes” no Brasil — uma narrativa requentada, típica da cartilha comunista. Acusações sem base histórica, sem fontes confiáveis, apenas jogadas para a plateia militante que acredita em qualquer coisa que venha da boca de um ex-presidiário.

Porque sim, precisamos lembrar: Lula foi condenado por corrupção em três instâncias. Foi solto por manobras jurídicas questionáveis, não por inocência comprovada. E agora, volta a governar o país ao lado de figuras como Edinho Silva — símbolo do petismo fisiológico e do aparelhamento do Estado. Esses são os “homens novos” que pretendem refundar o sistema monetário global? Essa é a elite que quer libertar o Brasil do “imperialismo”?

O discurso lulista sempre foi construído em cima da mentira. E a mentira mais repetida agora é a de que o Brasil está “menos dependente dos EUA”. Na realidade, o país está mais isolado do Ocidente, menos integrado com economias democráticas e mais alinhado a regimes autoritários. O resultado disso? Menos investimento estrangeiro, mais inflação, menor confiança internacional. O Brasil do PT não caminha para o futuro — caminha para o retrocesso.

E tudo isso é feito com o apoio de uma militância cega, doutrinada, que acredita que atacar o dólar é “revolucionário”. O que essa militância não entende — ou se recusa a entender — é que o dólar é apenas o reflexo da força das instituições americanas. O dia em que o Brasil tiver um judiciário funcional, um Congresso não submisso ao Executivo, e um ambiente econômico previsível, talvez possamos começar a discutir alguma “autonomia” de verdade. Mas enquanto o país for comandado por um presidente que destrói reformas, sabota o agro, doutrina a educação e protege ditaduras amigas, qualquer discurso sobre soberania será apenas mais uma enganação.

O mais perigoso disso tudo é que essa retórica tóxica vem acompanhada de consequências reais. A hostilidade diplomática afasta parceiros comerciais. O ataque sistemático ao dólar desestabiliza mercados. A proximidade com regimes autoritários compromete a imagem do Brasil. E, ao fim, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro — aquele que vê o preço da comida subir, o salário perder valor, e os empregos minguarem.

O povo brasileiro precisa despertar. O PT não quer soberania. O PT quer controle. Controle sobre a imprensa, sobre o judiciário, sobre o mercado, sobre a sua liberdade. A narrativa de “autonomia cambial” é só mais uma desculpa para atacar o Ocidente, legitimar ditaduras e manter o país aprisionado a um projeto de poder que já provou, inúmeras vezes, sua falência moral e econômica.

Lula não é um estadista. É um líder populista, movido por ressentimento ideológico. O PT não é um partido democrático. É uma máquina de poder que se alimenta da ignorância alheia. E cada vez que você ouve promessas de moedas alternativas, saiba que está diante de mais um truque sujo da esquerda para desviar sua atenção do que realmente importa: a destruição silenciosa da liberdade e da prosperidade no Brasil.

A verdadeira autonomia começa com a verdade. E a verdade é que o Brasil só será livre no dia em que se libertar definitivamente do projeto de poder petista.

Com informações Gazeta do Povo

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