Manifestantes pró-Hamas que invadiram Hotel de Trump em Nova York são presos

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Ah, a ironia da esquerda nunca decepciona. Você já percebeu como esses “ativistas” pró-Hamas, que dizem lutar por liberdade e justiça, têm uma estranha obsessão em vandalizar propriedades de quem eles chamam de “opressores”? Pois bem, agora resolveram invadir nada menos que um hotel de Donald Trump em Nova York. Mas vejam só: a polícia finalmente resolveu fazer algo certo e começou a prender essa turba ensandecida.

Parece cena de filme: um bando de manifestantes com faixas e palavras de ordem revolucionárias achou que seria uma excelente ideia tomar um hotel e transformá-lo em seu próprio quartel-general de protesto. O detalhe que eles convenientemente ignoraram é que a lei – ah, essa maldita invenção burguesa! – ainda existe, e o resultado foi previsível: prisões em massa. Agora, esses guerreiros da justiça social devem estar gritando por “direitos humanos” enquanto são escoltados para fora do prédio.

Eis a pergunta que não quer calar: será que essas mentes brilhantes acreditavam que Donald Trump, um dos homens mais perseguidos pela máquina do establishment, ia simplesmente permitir que um grupo de extremistas transformasse seu hotel em um comitê revolucionário? Parece que subestimaram a lei e a ordem. A esquerda vive num universo paralelo onde “protesto pacífico” significa depredação e invasão de propriedade privada. Imagine o escândalo se, em vez de militantes pró-Hamas, fossem cidadãos comuns, conservadores, ou pior – apoiadores de Trump! Ah, meus caros, aí a narrativa seria outra.

Aliás, não custa lembrar que o Hamas, esse grupo que esses manifestantes defendem com tanto fervor, não é exatamente um exemplo de respeito aos direitos humanos. Na verdade, estamos falando de uma organização terrorista reconhecida internacionalmente. Mas, como já sabemos, a esquerda sempre tem uma desculpa pronta para relativizar atos de violência quando são cometidos por aqueles que eles consideram “oprimidos”. O mais curioso é que, enquanto esses ativistas se jogam na linha de frente em defesa de um grupo extremista, no próprio território governado pelo Hamas, eles seriam tratados como nada mais do que peões descartáveis.

Mas e agora, será que algum grande veículo de mídia vai noticiar a verdade? Claro que não! O discurso será o de sempre: “bravos manifestantes são brutalmente reprimidos pela polícia fascista”. Esquecem convenientemente que leis existem e que os Estados Unidos ainda são um país onde propriedade privada não pode ser tomada à força por um bando de histéricos que acha que a realidade se molda ao seu delírio ideológico.

A grande ironia de tudo isso é que Trump, o homem que eles tanto odeiam, está mais forte do que nunca. Quanto mais a esquerda radical se descontrola e parte para atos criminosos como este, mais fica evidente para a população americana – e mundial – que o verdadeiro autoritarismo está do lado deles. O cidadão médio olha para esse tipo de coisa e entende que existe apenas um lado lutando pelo bom senso. E não é o lado dos que invadem hotéis.

Mas fiquem tranquilos, os “manifestantes pacíficos” devem estar neste exato momento sendo libertados sob fiança paga por algum bilionário da elite progressista, prontos para a próxima “ação revolucionária” contra quem trabalha e produz. Enquanto isso, o cidadão de bem que ouse se defender de um assalto ou questionar a agenda imposta por esses grupos precisa lidar com todo o peso do sistema judicial. A hipocrisia, meus caros, nunca foi tão descarada.

Então, parabéns à polícia de Nova York por lembrar que a lei ainda existe. E um brinde à ironia: os mesmos que chamam Trump de “ditador” estão agindo exatamente como os fanáticos que eles dizem combater. A verdade é implacável, e a realidade sempre se impõe – mais cedo ou mais tarde.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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