
O teatro judiciário nacional ganhou, mais uma vez, um novo ato – só que desta vez, o roteiro da peça já começou a ruir antes mesmo da cortina se abrir. O caso envolvendo Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais de Jair Bolsonaro, passou da categoria de “acusação” para “farsa oficializada”, conforme revelado de forma cristalina na audiência conduzida pelo advogado Jeffrey Chiquini. Sim, aquele mesmo que carrega no currículo o título de mestre em direito, criminalista e professor, e que está expondo a podridão de um sistema que insiste em fingir que age em nome da justiça.
Durante essa audiência, ficou claro aquilo que muitos conservadores já sabiam: não houve tentativa de golpe. E mais: Filipe Martins não viajou, não participou de reuniões e não apresentou minuta nenhuma. Mas isso, claro, não importa para quem está mais interessado em narrativas do que em fatos. Afinal, não se trata mais de encontrar culpados, mas sim de fabricar inimigos políticos — principalmente se eles forem conservadores, cristãos ou aliados diretos de Jair Bolsonaro.
Segundo o próprio depoimento de Mauro Cid, figura central no enredo da “trama golpista” pintada pelas manchetes sensacionalistas da velha imprensa, a única testemunha da acusação desmontou a própria acusação. Isso mesmo: o super trunfo da Polícia Federal e da PGR (Procuradoria-Geral da República) jogou contra eles. Disse claramente que a lista de passageiros que incriminava Filipe Martins era provisória, e que ele sequer viajou com o presidente Bolsonaro. A pergunta que deveria ecoar nos corredores do Judiciário e nos bastidores do Congresso é simples: por que uma lista provisória, não oficial, encontrada no celular de Mauro Cid, foi usada para justificar a prisão de um cidadão? Onde está o Estado de Direito quando se ignora até o Diário Oficial da União?
Mas não parou por aí. Quando confrontado com a minuta do golpe, Mauro Cid foi categórico: não era a minuta que Filipe Martins teria apresentado. Na verdade, ele nem sabe que minuta seria essa. E mais: nem a Polícia Federal nem a PGR mostraram a tal minuta original. Parece absurdo? É porque é mesmo. O processo atribui a Filipe um documento que ninguém sabe qual é, que não tem assinatura, que não foi executado e que, ao que tudo indica, sequer existiu em sua versão “golpista”.
E então, qual é o crime de Filipe Martins? Ter sido próximo de Bolsonaro? Ter opiniões conservadoras? Ser um civil, culto, que ousou participar dos bastidores de um governo de direita em meio a um ambiente historicamente dominado por interesses ideológicos à esquerda?
Os depoimentos de pessoas presentes na suposta reunião — incluindo o próprio Bolsonaro, o comandante do Exército à época Freire Gomes, o comandante da Marinha e o então ministro da Defesa — foram taxativos: Filipe Martins não esteve presente. Mas Mauro Cid insiste que esteve. E o motivo? Talvez seja o mesmo que o levou a dizer que o comandante da Força Aérea também estava na reunião — algo que ele próprio depois negou. Ou seja, a memória seletiva de Mauro Cid virou critério de acusação no Brasil.
A narrativa é tão absurda que o próprio depoente afirma que não houve plano de golpe, execução, muito menos assinatura de qualquer minuta. A tal minuta era um esboço, um bate-papo, algo embrionário, jamais formalizado. E mesmo assim, Filipe Martins foi encarcerado por seis meses, acusado de participar de algo que não aconteceu e com base em documentos que não existem.
É difícil não enxergar o cenário como uma verdadeira tortura jurídica. Um experimento maquiavélico onde se prende primeiro, se acusa depois e, se tudo der errado, bem… a reputação da vítima já está destruída mesmo. Não se busca justiça; busca-se vingança, narrativa, dominação ideológica.
O que assistimos nesta audiência é apenas o reflexo de um sistema que perdeu completamente o senso de proporcionalidade e compromisso com a verdade. Não se trata mais de justiça, mas de caça às bruxas moderna, onde os conservadores são alvos predeterminados, julgados não por seus atos, mas por sua lealdade ao “líder errado”.
Essa é, sem dúvida, uma das maiores farsas jurídicas da história do Brasil contemporâneo. E o mais estarrecedor: com chancela institucional e aplausos midiáticos. O caso Filipe Martins é o exemplo escancarado do que acontece quando o Judiciário perde a vergonha e a imprensa perde o pudor.
A esquerda acusou Bolsonaro de querer um “golpe”. Pois bem. O verdadeiro golpe está sendo dado agora: contra a Constituição, contra o devido processo legal e contra qualquer cidadão que ouse discordar do establishment. É um golpe frio, silencioso, mas com consequências devastadoras para a democracia.
Por isso, se você ainda tem algum apreço pela liberdade, pela verdade e pela justiça — e não por ideologias ou paixões políticas —, precisa assistir ao vídeo publicado no YouTube por Jeffrey Chiquini, advogado criminalista, mestre em direito, especialista em direito penal e processo penal. Ele não é apenas mais um na multidão. Ele é a voz firme, técnica e corajosa que denuncia o que a imprensa não quer mostrar. O vídeo expõe com detalhes, com documentos e com firmeza tudo o que está sendo deliberadamente escondido da população brasileira.
E você? Vai continuar acreditando nas manchetes ou vai começar a investigar os bastidores?
















