“Menções de ‘anistia’ na Câmara aumentaram mais de 500% em um ano”, diz Correio Braziliense

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CAMPANHA - Manifestação em Brasília: deputados marcharam pelos corredores do Congresso defendendo a pauta (./Divulgação)

Certamente precisamos parabenizar os deputados que estão lutando pela anistia dos presos de 8 de janeiro não é apenas um gesto de reconhecimento, é um ato de justiça diante de um sistema que insiste em punir uns e absolver outros. Sim, meus caros, o Brasil se tornou o país onde pichar uma parede ou pisar na grama vale mais cadeia do que incendiar patrimônio público, traficar drogas ou formar quadrilhas para saquear os cofres do Estado. Mas calma, você não precisa se preocupar, pois se for amigo do rei, da casta progressista, sempre haverá um desembargador disposto a encontrar uma interpretação conveniente para absolvê-lo.

O que se viu no dia 8 de janeiro de 2023 foi um grito de desespero. Um povo que, sentindo-se enganado, traído e acuado, resolveu expressar sua insatisfação. Se houve excessos? Certamente. Mas que tipo de democrata se recusa a ouvir a voz do povo e prefere encarcerar cidadãos de bem enquanto assassinos, estupradores e corruptos circulam livremente? Essa é a democracia deles, a democracia do ódio seletivo, onde a pena varia conforme sua ideologia.

A narrativa da extrema esquerda está clara: transformar manifestações políticas em atos criminosos e tratar presos políticos como terroristas, enquanto romantizam guerrilheiros que sequestraram, torturaram e mataram durante a ditadura. Mas nós sabemos bem a verdade. Sabemos que se tratou de um julgamento político, conduzido por um STF que se comporta mais como um partido de oposição do que como uma corte imparcial.

E aqui, em meio ao lamaçal de hipocrisia, surge um grupo de deputados que honra seus eleitores, que não teme enfrentar o autoritarismo dos togados e da mídia militante. Eles estão lutando pela anistia dos presos porque entenderam o recado: o Brasil não pode se tornar um país onde discordar do governo é crime. Eles estão de pé, defendendo aqueles que foram arrastados para prisões, longe de suas famílias, acusados de crimes imaginários enquanto os verdadeiros criminosos usufruem do conforto de suas mansões.

Segundo as informações dada pelo Correio Braziliense, a palavra anistia foi mencionada 771 vezes em 63 sessões da Câmara. Nunca houve tanto debate sobre uma questão que, em qualquer país minimamente civilizado, já teria sido resolvida com um simples despacho. Mas não no Brasil. Aqui, a justiça está ocupada demais garantindo impunidade para amigos enquanto pesa a mão sobre desafetos.

No dia 11 de julho de 2024, o deputado da extrema-esquerda Chico Alencar, do PSOL, veio com sua ladainha histórica para justificar por que terroristas da extrema-esquerda podem ser anistiados, mas manifestantes da direita não. “Anistia para dar aval a golpe? De jeito nenhum!”, bradou ele, como se o próprio partido dele não tivesse sido fundado por ex-guerrilheiros que mataram, roubaram e sequestraram em nome de uma revolução fracassada.

Enquanto isso, deputados conservadores como Cabo Gilberto Silva, Luiz Lima e Coronel Chrisóstomo estão na linha de frente, exigindo justiça para aqueles que foram transformados em bodes expiatórios de um governo que precisa perpetuar o medo para se manter no poder. Esses parlamentares compreendem que não se trata apenas de um grupo de pessoas presas. Trata-se da liberdade de todos nós. Se hoje eles podem prender um cidadão por protestar, o que impedirá que amanhã sejamos nós as próximas vítimas?

O argumento de que o dia 8 de janeiro foi uma tentativa de golpe é uma das maiores fraudes já contadas. Um golpe sem armas, sem liderança, sem plano? Ora, a história não é feita de narrativas, mas de fatos. E os fatos mostram que nenhum governo foi derrubado, nenhuma autoridade foi destituída e nenhum poder foi usurpado. O que houve foi um protesto que saiu do controle, mas que, ao contrário do que a esquerda prega, não foi arquitetado por um grupo paramilitar e sim por cidadãos indignados com um sistema que não lhes oferece respostas.

A anistia não é apenas um gesto de compaixão, é uma necessidade histórica. Assim como no passado foi concedida a guerrilheiros que pegaram em armas contra o Estado, deve agora ser concedida a quem ousou pisar na grama do palácio. Os conservadores não estão pedindo impunidade, estão exigindo proporcionalidade. Estão exigindo que se respeite o Estado de Direito, coisa que a esquerda só se lembra quando lhe convém.

E o que dizer da mídia militante? Ah, essa está em éxtase! Para eles, os presos são golpistas, os deputados que os defendem são extremistas, e a democracia é um brinquedo particular da esquerda, que pode usá-la conforme seus interesses. Os mesmos jornalistas que hoje atacam a anistia são aqueles que romantizavam criminosos do MST, que exaltavam revolucionários cubanos e que justificavam quebradeiras em protestos contra governos de direita. O Brasil tem uma imprensa que não noticia fatos, mas sim militação disfarçada de jornalismo.

A hipocrisia atinge seu auge quando figuras como Guilherme Boulos resolvem dar lição de moral. O mesmo Boulos que liderou invasões de propriedade privada, que ameaçou derrubar o governo Temer com violência, agora vem dizer que “quem errou deve pagar”. Pois bem, Boulos, que tal começarmos cobrando os invasores do MST, os vândalos do PSOL, e os corruptos do PT?

A realidade é que a luta pela anistia dos presos de 8 de janeiro não é apenas sobre libertar cidadãos injustamente perseguidos. É sobre impedir que o Brasil se transforme em um regime autoritário, onde discordar do governo pode te levar para uma cela. E, felizmente, ainda há parlamentares dispostos a lutar por essa causa. Eles merecem nosso apoio irrestrito, porque sabem que essa luta é maior do que qualquer partido ou ideologia.

A democracia não pode ser seletiva. Ou vale para todos, ou não vale para ninguém.

Com informações Correio Braziliense

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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