
Meus amigos conservadores, cá estamos nós novamente diante da mais nova proeza econômica do petismo. A hipocrisia é tanta que chega a ser cômica: durante anos, a militância vermelha vociferou contra Roberto Campos Neto, culpando-o pelo alto patamar dos juros. Diziam que ele era um serviçal do “mercado”, um inimigo do crescimento e um obstáculo para os planos mirabolantes do governo Lula. Pois bem, agora temos Gabriel Galípolo, o queridinho da extrema-esquerda, no comando, e adivinhem? O aumento dos juros continua firme e forte!
Sim, meus caros, o Comitê de Política Monetária (Copom) já deixou claro que a política de aperto monetário segue em curso e, muito provavelmente, veremos a taxa Selic subir para 14,25% ao ano, algo que nos remete à saudosa era Dilma Rousseff e seu desastre econômico. E por que chegamos a esse ponto? Simples: inflação descontrolada, gasto público sem freio e um governo que ainda acredita em alquimia econômica.
Para se ter uma ideia do estrago, em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) bateu 1,31%, um número que acendeu todos os alertas no mercado. O próprio Banco Central, agora sob a batuta de Galípolo, já indicou que a tendência é de mais altas nos juros. E como o mercado não é trouxa, já projeta uma Selic de 15% até o final de 2025. Ou seja, o crédito vai encarecer, os investimentos vão cair e o crescimento econômico continuará sendo um delírio eleitoral.
E qual é a resposta do governo a tudo isso? Vitimismo e retórica vazia. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, chegou ao ponto de chamar o aumento dos juros de “imbecilidade”, como se a solução mágica fosse simplesmente baixar a taxa na canetada e ignorar a inflação. Não há compromisso com disciplina fiscal, não há interesse em reformas estruturais, apenas a velha ladainha de sempre: culpar os outros.

Mas a situação fica ainda mais cômica quando lembramos que Gabriel Galípolo é um homem de confiança do petismo. Ele foi escolhido para comandar o Banco Central com um objetivo muito claro: atender às vontades do governo. E o que aconteceu? A realidade bateu à porta. Sem alternativa, até mesmo ele teve que ceder à necessidade de segurar a economia com juros altos. O mercado não confia no governo, e por isso as projeções seguem cada vez mais pessimistas.
O mais curioso é que, em 2022, quando Jair Bolsonaro deixou o governo, a Selic estava em queda e o Brasil crescia 5% ao ano. Hoje, com Lula, temos inflação em alta, juros subindo e crescimento estagnado. Mas, claro, a culpa não é do governo petista. Eles sempre encontrarão alguém para responsabilizar: os banqueiros, os empresários, o “mercado malvadão”. Nunca, em hipótese alguma, reconhecerão a própria incompetência.
Preparem-se, amigos, porque o pesadelo econômico petista está longe de acabar. Os juros continuarão altos, os investimentos continuarão em fuga e o preço da gasolina e dos alimentos seguirão subindo. No final das contas, não será Campos Neto o vilão da história, mas sim o próprio PT, que agora se vê obrigado a lidar com as consequências de sua irresponsabilidade. E, desta vez, nem mesmo seu pupilo Gabriel Galípolo conseguirá salvar o governo do caos que ele mesmo criou.
Com informações Metrópoles