
A liderança de Michelle Bolsonaro na disputa pelo Senado no Distrito Federal escancara uma realidade inegável: o povo clama por uma representação forte, conservadora e alinhada com os valores que realmente importam para a sociedade brasileira. De acordo com a mais recente pesquisa da Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (31 de março de 2025), Michelle desponta com 42,9% das intenções de voto, deixando o atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), na segunda colocação, com 36,9%. Já nomes como Leila do Vôlei (PDT) e Érika Kokay (PT) aparecem muito atrás, com 26,7% e 24,2%, respectivamente. Isso demonstra que, apesar dos esforços da esquerda em tentar minar a influência do bolsonarismo, a verdade é que a população segue firme no propósito de restaurar o Brasil, elegendo figuras que representem seus ideais.
O levantamento foi feito com 1.600 eleitores do Distrito Federal, entre os dias 21 e 25 de março, e tem uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado da pesquisa não apenas evidencia a força política de Michelle Bolsonaro, mas também revela o enfraquecimento das figuras de esquerda e do chamado “centrão”, que há anos ocupam cadeiras no Congresso sem entregar resultados efetivos para a população.
O nome de Michelle Bolsonaro não surge à toa nessa disputa. Desde que se tornou primeira-dama do Brasil, Michelle mostrou um compromisso inabalável com as pautas que realmente importam, como a defesa da família, o combate à ideologia de gênero e o apoio às comunidades cristãs. Seu trabalho social, sua proximidade com a população e sua postura firme fizeram dela uma referência nacional. Seu crescimento político era apenas uma questão de tempo, e agora, diante do cenário eleitoral de 2026, o Brasil pode estar prestes a dar mais um passo rumo à renovação conservadora.
Não é surpresa que a esquerda esteja inquieta com esses números. Figuras como Leila do Vôlei e Érika Kokay, conhecidas por suas pautas progressistas e alinhamento com partidos que compactuam com políticas globalistas, tentam desesperadamente atrair a atenção do eleitorado. Mas a verdade é que o brasileiro está cansado de discursos vazios e promessas que nunca se concretizam. A ascensão de Michelle Bolsonaro na corrida pelo Senado reforça que a população quer representantes que tenham coragem para enfrentar o sistema e defender os interesses da nação.
A pesquisa ainda aponta que Bia Kicis (PL), outra grande representante do conservadorismo, aparece com 20,7% das intenções de voto. Bia tem sido uma das vozes mais ativas na defesa da liberdade de expressão e no combate ao ativismo judicial, e sua presença na disputa mostra que o eleitorado do Distrito Federal está disposto a manter o Senado sob um comando alinhado com os valores da direita. Enquanto isso, Rosilene Corrêa (PT) amarga apenas 8,1%, um número pífio que reflete o desgaste da esquerda diante da realidade.
No que diz respeito à corrida pelo governo do Distrito Federal, a pesquisa revelou que Celina Leão (Progressistas) lidera com 36,6%, seguida de longe por Izalci Lucas (PL), que tem 11,3%. O fato de Celina liderar as intenções de voto pode indicar um novo direcionamento político para o DF, mas é fundamental que o eleitor conservador permaneça vigilante, analisando cuidadosamente os candidatos para evitar armadilhas políticas e falsas promessas. Afinal, o conservadorismo não se constrói apenas com discursos bem elaborados, mas com ações concretas em prol da sociedade.
Outro dado interessante revelado pelo levantamento é a avaliação da gestão de Ibaneis Rocha, atual governador do Distrito Federal. Segundo a pesquisa, 62% dos entrevistados aprovam a administração de Ibaneis, enquanto 33,9% a desaprovam. Além disso, 42,8% classificaram a gestão como boa ou ótima, 29,6% como regular e 26,4% como ruim ou péssima. Esses números mostram que, embora Ibaneis tenha apoio de uma parcela considerável da população, seu nome ainda enfrenta resistência significativa.
Os resultados dessa pesquisa trazem à tona uma mensagem clara: o Brasil quer mudança, e essa mudança passa pela consolidação do conservadorismo no cenário político. A ascensão de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis demonstra que a população está cada vez mais disposta a eleger representantes que realmente defendam os princípios cristãos, a liberdade individual e a soberania nacional. O eleitorado brasileiro percebeu que os governos alinhados à esquerda apenas enfraquecem a economia, promovem políticas assistencialistas insustentáveis e tentam impor ideologias que não condizem com os valores da maioria da população.
O Distrito Federal, que já foi um reduto da esquerda, agora se torna um símbolo da resistência conservadora. A forte presença de candidatas alinhadas com os princípios bolsonaristas mostra que o legado de Jair Bolsonaro não apenas sobreviveu, mas se fortaleceu. Isso é motivo de desespero para aqueles que tentam a todo custo desconstruir a imagem da direita no Brasil. A verdade é que a população reconhece quem esteve ao lado dela nos momentos mais difíceis, quem defendeu a pátria e quem lutou contra os desmandos do sistema.
A eleição de 2026 será crucial para definir os rumos do Brasil. Com Michelle Bolsonaro liderando a disputa pelo Senado e nomes como Bia Kicis na corrida, o Distrito Federal tem a chance de consolidar um Senado mais conservador e comprometido com as pautas que realmente importam. A esquerda pode espernear, mas os números não mentem: o Brasil quer políticos que defendam os verdadeiros interesses do povo, e não aqueles que apenas buscam se perpetuar no poder através de narrativas frágeis e ideologias ultrapassadas.
Resta agora ao eleitor conservador manter-se atento e mobilizado. O trabalho ainda não acabou. A batalha pela preservação dos valores nacionais segue firme, e cada voto será fundamental para garantir que o Brasil continue trilhando o caminho da liberdade, da ordem e do progresso. Michelle Bolsonaro desponta como um dos grandes nomes desse movimento, e sua liderança na pesquisa eleitoral é apenas um reflexo da vontade popular. O Brasil está acordado, e a esquerda terá que lidar com essa nova realidade: a era do monopólio ideológico acabou, e o conservadorismo veio para ficar.
Com informações Poder 360