Michelle processa influenciadora petista por calunia após ser chamada de garota de programa

Quem diria que bastaria um microfone de podcast, um sotaque de militante universitária e uma mente embriagada de militância para que

Por Notas & Informações

Quem diria que bastaria um microfone de podcast, um sotaque de militante universitária e uma mente embriagada de militância para que uma figura até então ignorada pela lógica nacional – a tal Teônia Mikaelly Pereira de Sousa, agora protagonista do circo chamado IELTV – resolvesse levantar a bandeira da calúnia, como se o Brasil inteiro fosse um bar de esquina onde se pode falar qualquer porcaria sem consequência. A extrema-esquerda, como sempre, opera como um reality show barato: sem roteiro, sem moral e com muito ódio travestido de virtude.

No episódio do dia, Teônia, armada com toda a “bagagem intelectual” de quem deve ter lido Paulo Freire na contracapa, resolveu lançar a seguinte “pérola informativa”: Michelle Bolsonaro seria uma ex-garota de programa. Sim, você leu certo. E não, não é ficção, é só a esquerda tentando lacrar mais uma vez – e fracassando com estilo. Porque quando você já não tem argumentos, o jeito é apelar para difamação rasteira mesmo, né?

A “comunicadora” – e aqui usamos o termo com a generosidade cristã que nos cabe – achou que estava sendo revolucionária, quando na verdade só estava sendo… vulgar. A diferença entre liberdade de expressão e crime está escrita na Constituição que eles fingem defender enquanto usam como papel de embrulho para suas pautas podres. É irônico ver militantes que se dizem feministas vomitarem misoginia contra outra mulher só porque ela não reza pela cartilha vermelha. Sororidade seletiva, é claro. Só serve para as companheiras de assembleia.

E aqui entra Michelle Bolsonaro, uma mulher que – gostem ou não – é hoje uma das figuras femininas mais relevantes do conservadorismo brasileiro. Com uma postura digna e coerente com os princípios que defende, ela foi à Justiça do Piauí – aquele estado onde até a noção de limites parece ter tirado férias permanentes – para mostrar que difamar alguém publicamente ainda tem consequência. Que bom, né? Alguém precisa lembrar a essa militância de iPhone que não vivemos num gulag comunista onde só uma opinião é permitida.

A coluna de Paulo Cappelli,no Metrópoles publicada por Felipe Salgado, registra os fatos com a frieza jornalística que se espera, mas é impossível não rir do desespero que transparece nas entrelinhas da extrema-imprensa. Eles sabem que a popularidade de Michelle Bolsonaro incomoda. Sabem que sua presença nas eleições de 2026, possivelmente pelo Senado, representa um terremoto político. E sabem que enquanto a esquerda desce ao nível do esgoto para tentar manchar sua imagem, ela sobe os degraus da representatividade genuína. É o clássico caso de inveja tentando se disfarçar de análise política.

E o mais divertido: depois de jogar no ventilador uma acusação abjeta e sem prova alguma – digna de mesa de boteco após três doses de cachaça ideológica – a tal Teônia agora vai ter que encarar a realidade de um processo. A defesa de Michelle, encabeçada pelo advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa, fez questão de excluir qualquer possibilidade de acordo. É claro. Porque quem tem honra não barganha dignidade em troca de “desculpa meia boca” via nota no Instagram. Quem sabe agora Teônia descobre que a internet não é terra sem lei – e que difamar a esposa do ex-presidente pode custar mais caro do que um microfone da Shopee.

Enquanto isso, a esquerda grita censura. Sempre ela. O argumento é automático, como se saísse de uma impressora engasgada com retórica barata: “Estão tentando nos calar!”. Não, queridos. A justiça não é censura. A justiça é a resposta civilizada quando alguém ultrapassa todos os limites do aceitável. Quem desrespeita a honra alheia precisa responder por isso, ponto. É simples assim – embora complexo demais para quem acha que democracia é só quando o PT vence.

Vale lembrar que a própria imprensa que hoje abriga figuras como Cappelli, por mais elegante que tente ser, não esconde o prazer em relatar esse tipo de escândalo. Mas mesmo com a velha narrativa de “liberdade de expressão ameaçada”, a verdade se impõe: a militância está descontrolada, nervosa, e desesperada com a possibilidade de ver Michelle ocupar um espaço de poder. É quase poético. Eles que se diziam donos da pauta feminina, agora atacam justamente aquela que representa uma mulher cristã, conservadora, elegante e que fala com milhões. Deve doer muito perder o protagonismo para alguém que não precisa lacrar pra se fazer ouvir.

E por falar em bastidores, os ecos desse caso já ressoam nos corredores de Brasília. A possibilidade real de Michelle ser eleita senadora assusta o sistema. Porque ela é incontrolável, inatingível por narrativas sujas, e principalmente, tem algo que os militantes da extrema-esquerda nunca terão: respeito do povo. Não de meia dúzia de acadêmicos encastelados, mas do brasileiro que trabalha, que reza, que educa seus filhos com valores, que olha para ela e vê algo raro na política: coerência.

A guerra cultural segue. Eles têm podcasts, verbas públicas e manchetes militantes. Nós temos a verdade, a dignidade e agora – graças a Deus – um processo judicial que finalmente vai mostrar à nova esquerda que o Brasil não é mais o playground da lacração sem consequência.

Se Michelle Bolsonaro era “só” a esposa do ex-presidente, agora é símbolo de resistência feminina contra a baixaria revolucionária. E a Teônia? Bem… essa provavelmente vai descobrir o que é justiça – e não é aquela da camiseta vermelha com foice e martelo, não.

Com informações Metrópoles

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