“Michelle turbina PL Mulher para consolidar liderança e causa racha bolsonarista”, diz Folha de S.Paulo

Enquanto a velha imprensa tenta, mais uma vez, fabricar narrativas rasas e previsíveis, o Brasil real assiste de camarote a ascensão

Por Notas & Informações

Enquanto a velha imprensa tenta, mais uma vez, fabricar narrativas rasas e previsíveis, o Brasil real assiste de camarote a ascensão de uma liderança genuinamente popular: Michelle Bolsonaro. O texto assinado por Gustavo Zeitel, publicado na Folha de S.Paulo, é o retrato perfeito da arrogância ideológica que domina o jornalismo de redação de esquerda. Aliás, chamar de jornalismo é até um elogio generoso. O que a Folha faz é militância panfletária, vestida de análise política, com pitadas de rancor contra tudo que respira conservadorismo e cristianismo.

A narrativa montada é sempre a mesma: criar a ilusão de um “racha”, de uma suposta “crise interna” no campo bolsonarista, na tentativa desesperada de enfraquecer o crescimento da direita no Brasil. A estratégia é velha, batida e previsível: quando a esquerda não consegue derrotar alguém nas urnas, ela tenta destruir pela imprensa. Mas o público já não cai mais nessa armadilha. O que estamos vendo é exatamente o contrário do que a Folha tenta vender: o fortalecimento de um novo protagonismo feminino dentro do movimento conservador, com Michelle Bolsonaro ocupando um espaço que a esquerda nunca conseguiu preencher com autenticidade.

O texto de Zeitel tenta pintar Michelle como uma figura manipulável, inexperiente, descontrolada e emocionalmente instável. Não é coincidência. É um padrão. Toda vez que uma mulher conservadora ganha projeção, a esquerda a trata como histérica ou como um produto fabricado por homens que estão por trás. Foi assim com Margaret Thatcher, é assim com Giorgia Meloni e agora querem fazer o mesmo com Michelle. A esquerda, que vive falando de empoderamento feminino, não suporta uma mulher que foge do script do feminismo vitimista e abraça valores como Deus, pátria e família.

A obsessão da Folha de S.Paulo em tentar desqualificar Michelle revela algo mais profundo: o medo real de que ela se torne uma candidata viável à presidência em 2026. E por que o medo? Porque ela fala diretamente com dois grupos que a esquerda perdeu faz tempo: os cristãos evangélicos e as mulheres conservadoras de classe média. Enquanto os colunistas progressistas repetem o mesmo discurso vazio de “lacração”, Michelle constrói, com serenidade e coragem, uma base sólida e crescente.

O ataque coordenado da velha mídia se torna ainda mais repulsivo quando lembramos que esses mesmos veículos nunca demonstraram um pingo de indignação com o apoio que Lula, PT e seus aliados de extrema esquerda oferecem a regimes autoritários e grupos terroristas como Hamas, Hezbollah e o Irã. Essa mesma imprensa que agora finge preocupação com a democracia, faz vista grossa para os vínculos escancarados da esquerda brasileira com quem prega o extermínio de judeus e o terrorismo internacional. Hipocrisia é pouco. É conivência criminosa.

Enquanto isso, Michelle segue seu trabalho. O crescimento de 14% nas filiadas do PL Mulher, os eventos de mobilização por todo o país, a publicação do livro que defende os valores da família, da fé e da liberdade, tudo isso mostra que ela não é um fenômeno de ocasião, mas sim uma liderança em construção. E que fique claro: quem tem medo de Michelle, na verdade, tem medo do povo brasileiro que ela representa.

O colunista da Folha, talvez sem perceber, acaba revelando a real preocupação do sistema: Michelle aparece com 26% nas intenções de voto, mesmo sem nunca ter sido candidata a nada. E isso contra o eterno candidato de estimação da imprensa: Lula. Que fique o registro: se hoje Michelle já representa um risco eleitoral concreto para a esquerda, imagine daqui a um ano, com o país cada vez mais desgastado pelo desgoverno, pela inflação, pela insegurança e pelas alianças internacionais vergonhosas com países que financiam o terrorismo.

O que está acontecendo é um movimento de base, orgânico e legítimo. A esquerda pode espernear o quanto quiser. Podem usar seus repórteres de redação para plantar intrigas, podem manipular pesquisas, podem gastar páginas e mais páginas tentando inventar crises internas. Nada disso vai impedir o crescimento de uma nova direita brasileira, liderada por homens e mulheres que não se curvam ao politicamente correto.

A verdade é simples: o povo brasileiro quer alternativas reais ao socialismo disfarçado de progressismo. E se a velha mídia se desespera tanto, é porque sabe que essa mudança já começou. E o nome de Michelle Bolsonaro hoje é apenas o começo de uma nova era. Quer saber mais? Basta olhar para as ruas, para as igrejas, para os lares de norte a sul do país. É lá que a verdadeira eleição de 2026 já começou.

Com informações Folha de S.Paulo

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