Ministros do STF ficam indignados com Tarcísio após crítica a Moraes na Paulista

Se você ainda acha que o jornalismo brasileiro não tem limite para a cara de pau, prepare-se para mais uma aula

Por Notas & Informações

Se você ainda acha que o jornalismo brasileiro não tem limite para a cara de pau, prepare-se para mais uma aula da velha imprensa radical. O Globo, sempre fiel à cartilha da extrema-esquerda, resolveu soltar seu rosário de indignações com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, após ele ter, pasmem, feito algo que qualquer líder de direita sensato faria: apontar o dedo para a tirania de um ministro do Supremo Tribunal Federal que já passou dos limites da Constituição. Mas, claro, na versão mirabolante de O Globo, Tarcísio é o vilão que ousou “dinamitar pontes importantes” com a Corte. Uma narrativa digna de teatro de marionetes, construída com uma hipocrisia tão evidente que só um leitor desavisado poderia levar a sério.

Tarcísio, que durante anos foi o exemplo de equilíbrio e bom senso, mantendo diálogos discretos e eficazes com integrantes do STF para evitar crises políticas desnecessárias, de repente se tornou o “radical bolsonarista” da narrativa da velha imprensa. É curioso observar que o mesmo veículo que chama qualquer crítica à Corte de ataque radical é o que, por décadas, naturalizou as manobras políticas da esquerda que ameaçaram a democracia com total impunidade. Mas quando um político de direita, e que ainda por cima cumpre seu papel de representante do povo, denuncia abusos claros, lá vem a imprensa com seu mantra de “fora do tom institucional”. Traduzindo: qualquer posição que não seja subserviente à esquerda, e a Alexandre de Moraes em particular, é imediatamente criminalizada.

Não deixa de ser cômico que O Globo tenha decidido atacar Tarcísio por um gesto simples: dizer que “ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Alexandre de Moraes”. Se falássemos da imprensa, talvez fosse mais apropriado afirmar que “ninguém aguenta mais a tirania midiática e a obsessão da velha esquerda em controlar o discurso público”. Mas não, a indignação é seletiva. O governador paulista apenas cumpriu seu papel de liderança, lembrando que o povo brasileiro não precisa de pastores do tribunal ditando quem pode ou não respirar livremente no Brasil. Ele se posicionou ao lado da verdade, da liberdade, da direita que não se curva a ordens judiciais arbitrárias.

E que tal o argumento de que Tarcísio estaria “pagando fatura” para se aproximar de Bolsonaro? Sério mesmo? Alguém precisa avisar aos doutores do STF que política é estratégia, e alinhamento ideológico não é crime. Tarcísio sabe que, para unir a direita e representar a visão de milhões de brasileiros nas próximas eleições, é preciso coragem para enfrentar a radicalização esquerdista travestida de institucionalidade. Enquanto isso, O Globo e a turma da esquerda radical continuam aplaudindo a manutenção de privilégios e a proteção de ministros que atuam mais como chefes de partido político do que como guardiões da Constituição.

O que impressiona, no entanto, é a habilidade de Tarcísio em navegar nesse mar de hipocrisia. Ele promoveu encontros discretos para evitar a cassação de parlamentares bolsonaristas injustamente perseguidos, manteve diálogo com figuras centrais do governo e, ainda assim, quando decide dar voz à indignação pública, é tachado de radical. É quase poético: a extrema-esquerda cria um país imaginário onde a direita só pode existir se ficar em silêncio, e qualquer demonstração de firmeza é imediatamente interpretada como crime contra a democracia. Uma lógica que apenas revela a decadência moral e intelectual da velha imprensa e do Supremo.

A reação dos magistrados do STF, claro, foi previsível. Surpresos com o posicionamento firme de Tarcísio, eles esqueceram convenientemente que o mesmo tipo de ousadia é celebrada quando vem de políticos de esquerda. O que se viu foi um show de indignação seletiva, no melhor estilo do jornalismo esquerdista: o país precisa engolir a narrativa de que Tarcísio “dinamitou pontes”, enquanto a omissão, a impunidade e a tentativa de silenciar a direita são tratados como virtudes cívicas.

Mas o governador de São Paulo não está para brincadeira. Sua postura firme diante de Alexandre de Moraes e sua decisão de se posicionar como aliado verdadeiro de Bolsonaro não são meras manobras eleitorais: são a demonstração de que existe uma direita corajosa e estratégica no Brasil, capaz de enfrentar o radicalismo judicial e a manipulação midiática sem se curvar. Enquanto a esquerda radical faz seu teatro de indignação e os colunistas do O Globo digitam palavras que cheiram mais a fantasias do que a fatos, Tarcísio constrói um legado de coragem, pragmatismo e visão política, mostrando que a direita conservadora sabe jogar o jogo com inteligência e firmeza.

E a lição que fica é cristalina: a velha imprensa radical pode berrar, distorcer fatos e tentar demonizar líderes conservadores, mas a verdade é que o Brasil está cansado de narrativas ideológicas que ignoram o que realmente interessa ao povo. Tarcísio de Freitas representa a direita que não se curva, a liderança que defende valores, a coragem de enfrentar a tirania disfarçada de institucionalidade. Cada palavra de crítica da extrema-esquerda apenas confirma que ele está no caminho certo.

Portanto, aos que ainda acreditam nas versões da velha imprensa: parem de acreditar em contos de fadas midiáticos. O Brasil real sabe quem defende a liberdade, quem luta contra abusos e quem não se vende à narrativa do STF nem às teses radicais de esquerda. Tarcísio de Freitas está mais do que pronto para liderar a São Paulo conservadora, e quem ousar duvidar disso só reforça a necessidade de líderes como ele. Afinal, enquanto a esquerda radical se diverte inventando crises e criando monstros imaginários, a direita conservadora constrói, organiza e prepara o país para uma nova era de responsabilidade, ordem e respeito à Constituição.

Se o Globo está indignado, ótimo. Significa que Tarcísio acertou em cheio, atingindo o coração daquilo que sempre ameaçou o Brasil: o jornalismo ideologizado e a justiça parcial. E é justamente essa postura que mantém a direita firme, unida e pronta para os desafios que virão. A história está aí, e o futuro de São Paulo — e do Brasil — será escrito por quem não se intimida, não se curva e não teme chamar a realidade pelo que ela é.

Com informações O Globo

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