
Meus amigos do Conservadores Online, sentem-se confortavelmente, porque hoje temos um verdadeiro show de “criatividade” judicial para comentar. E claro, antes de mais nada, um grande parabéns ao Dr. Couto de Novaes pelo vídeo no YouTube – “Urgente! Mo’raes diz FA-KE NEWS sobre TRUMP e pode sofrer punição exemplar” – uma verdadeira pérola jornalística que desmonta, com fatos e ironia, a mais recente inovação jurídica do nosso já “querido” ministro Alexandre de Moraes.
Se você piscou, talvez tenha perdido um dos momentos mais inusitados (para não dizer escandalosos) da história do Supremo Tribunal Federal. Durante o julgamento para decidir se Jair Bolsonaro deveria se tornar réu, Alexandre de Moraes soltou uma daquelas declarações que nos fazem duvidar se estamos assistindo a uma sessão do STF ou um episódio de comédia política. Ele teve a ousadia de afirmar que Donald Trump teria defendido as “caixinhas mágicas” do sistema eleitoral brasileiro como um modelo de sucesso. Sim, você não leu errado: segundo Moraes, até o ex-presidente dos Estados Unidos estaria aplaudindo nosso peculiar sistema eleitoral.
Mas, como o próprio Dr. Couto de Novaes evidenciou em seu vídeo, essa narrativa tem mais furos do que um queijo suíço. O que Trump realmente disse – e está documentado no decreto oficial da Casa Branca – é que o Brasil e a Índia têm a capacidade de identificar eleitores por meio da biometria, enquanto os Estados Unidos ainda dependem, em grande parte, da autodeclaração de cidadania. Agora, me diga, onde exatamente está o elogio ao sistema brasileiro? Parece que o ministro resolveu interpretar as palavras de Trump com uma liberdade poética digna de um romance de ficção científica.
E o mais surreal, meus caros, é que Alexandre de Moraes não apenas distorceu a fala de Trump, como também apresentou um vídeo que não estava nos autos do processo. Para quem não sabe, isso é uma prática completamente irregular no meio jurídico. É como se, em um julgamento, o juiz resolvesse puxar da cartola uma “prova surpresa” sem dar oportunidade para a defesa se manifestar. Mas, claro, quando se trata de Alexandre de Moraes, a regra parece ser: “faça o que eu mando, não o que eu faço”.
O caso é tão absurdo que até a mídia tradicional – aquela que geralmente faz vista grossa para os abusos do STF – começou a questionar essa postura. O Poder 360 destacou que Trump, em momento algum, elogiou as urnas eletrônicas brasileiras como modelo de lisura ou transparência. Apenas mencionou a existência de sistemas de biometria em outros países. Mas, no mundo paralelo do Dr. Moraes, isso virou uma declaração entusiástica de apoio ao nosso sistema eleitoral. Criatividade não falta, não é mesmo?
E olha, amigos, se essa moda pega, daqui a pouco qualquer juiz poderá ser juiz e vítima ao mesmo tempo. No tempo em que eu estudava Direito, isso era impensável. Mas, pelo visto, no Brasil atual, as regras mudam conforme a conveniência. Alexandre de Moraes não só se colocou como relator do caso de Bolsonaro, mas também decidiu ser o protagonista do espetáculo, distorcendo fatos em cadeia nacional como se estivesse apresentando um monólogo teatral.
É importante destacar o que está em jogo aqui. Se um ministro do STF se sente à vontade para manipular informações publicamente, o que mais pode estar acontecendo nos bastidores? Estamos diante de uma verdadeira erosão do Estado de Direito, onde quem deveria zelar pela imparcialidade usa sua posição para conduzir narrativas políticas.
E ainda há quem acredite que estamos vivendo em uma plena democracia. Se um ministro da Suprema Corte pode interpretar declarações internacionais de forma tão conveniente, qual a segurança que o cidadão comum tem diante do sistema judiciário? Se hoje distorcem as palavras de um ex-presidente dos Estados Unidos, amanhã podem inventar qualquer coisa sobre você ou sobre mim.
Mas, como diz o ditado: “a mentira tem perna curta”. E graças ao trabalho de jornalistas corajosos como o Dr. Couto de Novaes, a verdade está vindo à tona. O vídeo em questão não apenas desmonta a farsa do ministro, mas também acende um alerta para todos nós que ainda acreditamos em justiça, verdade e liberdade.
E você, caro leitor, o que pensa sobre tudo isso? Acha normal um juiz manipular declarações públicas para reforçar sua narrativa? Será que já não passou da hora de cobrarmos responsabilidade de quem ocupa cargos tão importantes na nossa República?
Enquanto muitos se calam, nós, aqui no Conservadores Online, continuaremos denunciando esses abusos, com coragem e compromisso com a verdade. Porque, no final das contas, o que está em jogo não é apenas o futuro de um ex-presidente – é o futuro de todos nós.
Então, meu amigo, não durma no ponto. Fique atento, compartilhe este texto, e se informe com quem não tem medo de dizer a verdade. E, mais uma vez, parabéns ao Dr. Couto de Novaes por expor, com brilhantismo, mais esse capítulo vergonhoso da nossa história judicial.
Vamos seguir juntos nessa luta pela verdade e pela liberdade. Porque, no Brasil de hoje, ser conservador não é apenas um posicionamento político – é um ato de resistência.