MST cobra reforma agrária do Lula após invadirem prédios do Incra pelo país

Ah, o show de horrores da esquerda radical em mais uma de suas peças dignas de roteiro de novela das oito.

Por Notas & Informações

Ah, o show de horrores da esquerda radical em mais uma de suas peças dignas de roteiro de novela das oito. A Folha de S.Paulo, sempre pronta para dar palco a qualquer patota da extrema-esquerda, nos brinda com o artigo de João Pedro Abdo, mais um “jornalista correspondente” que veste a carapuça de defensor do governo Lula e repete à exaustão o discurso piegas e vazio do MST — aquele grupo que, na prática, não passa de uma organização que vive de invadir propriedades alheias e chantagear o Estado.

Primeiro, vamos ao óbvio: o MST não é um movimento genuíno de luta pela terra, muito menos um defensor da soberania nacional, como querem pintar no jornaleco. A tática é simples e já manjada — invadir prédios públicos do Incra, fazer barulho, fechar o trânsito, ameaçar e se exibir diante das câmeras, tudo isso para forçar a mão do governo a conceder vantagens e mais verbas. O restante é discurso inflamado, recheado de chavões como “justiça social” e “soberania popular”, que não passam de joguete retórico para esconder a verdadeira face: um bando que usa a pauta agrária para perpetuar o assistencialismo e manter seus membros numa espécie de zona de conforto política.

João Pedro Abdo, claro, entra na dança como um boneco articulado, repetindo como um papagaio o script que o partido no poder gosta de ouvir. Diz ele que os atos do MST em 21 estados e no Distrito Federal são manifestações legítimas, pacíficas e que dialogam com “temas como soberania nacional, os Brics e as tarifas impostas pelo governo Trump”. Ora, que ligação é essa entre a “reforma agrária” e a política internacional? O MST quer mesmo se vender como protagonista no cenário geopolítico? Ridículo.

Afinal, quem conhece os bastidores sabe que o que esse pessoal quer mesmo é usar a pauta da “reforma agrária” como pretexto para financiar seus esquemas, manter cargos políticos e ocupar espaços estratégicos dentro da máquina pública, sempre com a bênção do PT, que não perde a oportunidade de se aproveitar do movimento para garantir apoio popular e eleitoreiro.

Vamos destrinchar o que o artigo do “jornalista correspondente da extrema-esquerda” tenta camuflar com um sorriso simpático nas fotos da reunião com Lula: a verdade é que, após mais de 15 anos de governos petistas, a reforma agrária no Brasil é um fiasco completo. Não existe nenhuma efetividade na distribuição de terras, e o que existe é uma verdadeira indústria da grilagem e invasão ilegal que mantém as fazendas produtivas reféns de invasores que, em sua maioria, não têm intenção nenhuma de produzir ou investir.

Essa conversa de “soberania nacional” que o MST tenta enfiar goela abaixo é tão verdadeira quanto a promessa de campanha do Lula de 2022: uma fantasia para iludir os incautos. A soberania nacional não se conquista com invasão e com uma pauta que mistura política agrária com estratégias geopolíticas — isso é coisa para diplomatas, não para militantes que ocupam terras alheias.

E que dizer da pantomima da “Semana Camponesa”, que pede criação de novos assentamentos, aumento de crédito rural e educação no campo? Parece um pedido inocente, mas é um tapetão para o crescimento da máquina estatal e para manter milhares de famílias presas no ciclo vicioso da dependência do Estado. O MST não é, nunca foi, e jamais será um agente de desenvolvimento real. Pelo contrário, sua atuação freia o progresso agrícola e impede que o país avance numa direção mais produtiva e respeitosa ao direito à propriedade privada.

O que o “jornalista correspondente da extrema-esquerda” não menciona é o quanto o MST se tornou um dos principais braços de pressão política do PT, funcionando como uma espécie de tropa de choque para desestabilizar governos que não sigam a cartilha da esquerda. O fato de os membros do MST posarem sorridentes em fotos com Lula, fazendo “joinha” ao lado de Gleisi Hoffmann, só confirma que não passam de uma extensão da máquina petista, engajados em garantir a permanência do PT no poder através de movimentos de massa orquestrados.

Em termos práticos, as ocupações e atos promovidos pelo MST têm consequências nefastas para a agricultura nacional. Enquanto eles brigam por terras, o setor agrícola sofre com insegurança jurídica, queda de produtividade e investimentos. Isso sem falar no dano moral causado a trabalhadores honestos que vivem da terra, muitos deles produtores familiares que, ironicamente, também sustentam o país, mas são invisíveis para a mídia e para os movimentos radicais.

O superintendente federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário em São Paulo, que, pasmem, afirma que “o Incra nunca fechou as portas para os movimentos sociais, com ou sem ocupação”, apenas reforça como o Estado brasileiro se rende à chantagem e ao populismo barato. É a comprovação de que o governo Lula alimenta essa narrativa para manter seu exército de apaniguados e garantir um discurso “social” para maquiar a incompetência na gestão pública.

A Associação Brasileira de Reforma Agrária, citada no artigo do Abdo, tentando “acelerar o ritmo” das políticas públicas para a reforma agrária, revela o drama: o governo não entrega porque não consegue entregar. Ou melhor, porque não quer entregar de forma justa e eficiente, prefere deixar o circo armado para manter a base eleitoral das invasões e dos assentamentos fantasmas.

Em resumo, a leitura do artigo de João Pedro Abdo da Folha é um exercício de paciência diante da repetição de clichês e da defesa cega de um governo que já provou sua incapacidade em resolver o problema da terra no Brasil. O MST não é um movimento de justiça social, mas uma organização que vive da radicalização, da gritaria e da ocupação ilegal para manter um modelo falido e antiprodutivo.

Por isso, é urgente que o país abra os olhos para essa realidade e não se deixe enganar por artigos chapa-branca que fingem dar voz ao “movimento popular” enquanto escondem sua verdadeira face: a de um grupo politizado, parasitário e conivente com a manutenção do caos agrário no Brasil. Se o governo Lula realmente quisesse avançar na reforma agrária, tomaria medidas sérias, respeitando a propriedade privada, combatendo a grilagem e fomentando a produção agrícola real, em vez de se aliar a esses grupos que só sabem promover invasões e tumulto.

Assim, o leitor deve tomar com a devida ironia e desconfiança qualquer narrativa que venha da extremíssima esquerda, especialmente quando pintada com tintas elogiosas em jornais como a Folha. O Brasil merece mais do que esse espetáculo de cinismo, oportunismo e manipulação política travestido de luta por justiça social. E quem acompanha os bastidores sabe que essa peça, infelizmente, ainda tem muitos atos pela frente — e a plateia, cada vez mais desconfiada, já não compra mais o ingresso.

Com informações Folha de S.Paulo

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