MST expõe farsa de Lula: números de assentamentos são uma grande mentira!

Você sabe que a coisa está realmente feia quando até os aliados mais históricos do PT começam a gritar fraude em

Por Notas & Informações

Você sabe que a coisa está realmente feia quando até os aliados mais históricos do PT começam a gritar fraude em praça pública. Pois é, caro leitor do Conservadores Online, o Brasil acaba de assistir a mais um capítulo da tragicomédia petista, agora com ares de revolta rural. Quem trouxe a notícia? A sempre imparcial, neutra e absolutamente confiável Folha de S.Paulo, através do artigo de Guilherme Seto. E se até eles estão deixando escapar o vexame, imagine o tamanho da vergonha nos bastidores de Brasília.

Segundo a matéria, o glorioso Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), aquele mesmo que por décadas serviu de tropa de choque para o Lulismo, resolveu expor publicamente o que todo brasileiro de bom senso já sabe: o Governo Lula está inflando, manipulando e maquiando os números de novos assentamentos rurais. Sim, meu amigo, parece piada pronta, mas não é.

O MST, acostumado a viver de narrativas e performances em frente ao Incra, agora sente na pele o gosto amargo da própria medicina. Segundo eles, os números de áreas entregues estão sendo contados como se o simples ato de assinar um decreto mágico resolvesse a vida das famílias acampadas há décadas. A matemática petista é simples: assina-se um papel, chama-se a imprensa amiga, faz-se um discurso emocionado e, voilá, surgem milhares de novos assentados nas estatísticas oficiais.

Mas a realidade é implacável, até para os profissionais da encenação social. No caso emblemático do Acampamento Quilombo Campo Grande, em Minas Gerais, o próprio Lula foi pessoalmente até o local em março, cercado de fotógrafos, assessores e aplausos encomendados, para assinar os tão aguardados decretos de desapropriação. O que mudou de lá pra cá? Absolutamente nada. Os moradores continuam sem acesso a crédito agrícola, sem titularidade, sem segurança jurídica e, claro, sem produção. Mas, na planilha cor-de-rosa do Ministério do Desenvolvimento Agrário, comandado pelo sempre diligente Paulo Teixeira, aquelas terras já estão marcadas como “entregues”.

O governo, numa resposta digna de novela mexicana de quinta categoria, alega que está sendo “inédito em transparência” e que os processos seguem “rigorosos trâmites técnicos”. Ah, claro, agora é tudo culpa de Bolsonaro, do orçamento, da burocracia, do aquecimento global ou até, quem sabe, do El Niño. Menos da incompetência crônica do próprio governo. Essa desculpa esfarrapada já virou padrão de fábrica no Planalto.

O detalhe mais cômico da reportagem de Guilherme Seto é quando o Ministério do Desenvolvimento Agrário admite, sem um pingo de vergonha, que pode sim haver o risco de a Justiça rejeitar as desapropriações anunciadas como “concretizadas”. E sabe qual a desculpa? Que o governo não pode “deixar de contabilizar números” por medo de futuros reveses judiciais. Em outras palavras: vamos inflar agora, porque depois, se der errado, a gente finge que ninguém percebeu. A velha escola petista de gestão pública.

Mas o mais interessante é observar a reação do próprio MST, que começa a abandonar a linguagem pasteurizada da militância e adotar um tom de oposição real. Segundo Silvio Netto, da coordenação nacional do movimento, o processo “não andou mais um centímetro” desde o circo de março. Jaime Amorim, outro líder do movimento, foi ainda mais direto ao acusar o ministério de “falsificar números”. Isso vindo de quem sempre vendeu ocupações ilegais como ato legítimo de justiça social. Quem diria, hein?

E como reagiu o nosso querido presidente? De forma tão proativa quanto um poste desligado. Durante um evento no final de maio, Lula preferiu o caminho da retórica de boteco: pediu ao ministro Paulo Teixeira que seja uma pessoa que resolve, que encontre soluções, e que, caso não consiga, pelo menos peça desculpas. Um verdadeiro exemplo de liderança resolutiva, não? *(Ironia nível máximo aqui.)

Ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) durante evento no Palácio do Planalto – Pedro Ladeira-20.jul.2023/Folhapress

Enquanto isso, a Folha, no seu eterno esforço para salvar a imagem do governo que ela ajudou a eleger, tenta costurar a narrativa de que os problemas são apenas “atrasos burocráticos”, “empenhos de recursos ainda em andamento” e “falta de certidões cartoriais”. Como se o Brasil inteiro fosse feito de tolos que não sabem distinguir promessa de entrega. A verdade nua e crua é que Lula, mais uma vez, vendeu ilusões para a sua base eleitoral e agora colhe o que plantou: frustração generalizada, até entre os mais fiéis.

O teatro da reforma agrária virou mais um episódio de fake news estatal com direito a plateia internacional aplaudindo de longe e militantes locais passando fome. Porque, convenhamos, é fácil discursar sobre justiça social em Genebra ou em Davos. Difícil mesmo é colocar comida na mesa de quem vive de agricultura familiar em Campo do Meio.

O que realmente estamos presenciando é o colapso moral de um governo que faz da manipulação estatística o seu método de sobrevivência política. Cada assentamento fantasma que entra na conta oficial é mais um golpe na credibilidade já esfacelada de um partido que vive de propaganda, não de resultados. E não adianta a Folha, com todo seu malabarismo linguístico, tentar dourar a pílula. O público já não compra mais esse tipo de ilusionismo jornalístico.

Resta ao MST a dura missão de encarar o monstro que eles mesmos ajudaram a criar. Agora, enquanto ocupam ministérios, bloqueiam rodovias e invadem terras alheias, precisam também lidar com a humilhação pública de serem tratados como massa de manobra que só serve para foto oficial e manchete de jornal.

E ao cidadão comum, o brasileiro que paga imposto e trabalha duro, sobra o espetáculo grotesco de ver governo e militância brigando por estatísticas falsas enquanto o país afunda na inflação, no desemprego e na estagnação econômica.

A ironia final? O próprio ministro Paulo Teixeira, ao que tudo indica, está mais preocupado com sua própria cadeira do que com os acampados que vivem sem dignidade nos rincões do Brasil. A tal “meta de 60 mil assentamentos até 2026” soa mais como promessa de campanha do que como plano de governo. E nós sabemos muito bem o que significa “promessa de campanha” quando vem da boca de um petista.

Que fique registrado: quando até o MST chama o governo de mentiroso, é sinal de que o fundo do poço já ficou para trás há muito tempo. Agora, estamos cavando o subsolo da incompetência institucionalizada.

Com informações Folha de S.Paulo

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