
A cada novo dia, o Brasil escancara sua face mais perversa: a justiça virou trincheira de interesses ideológicos, a liberdade de expressão foi transformada em privilégio da esquerda, e a democracia, essa palavra tão usada por quem menos a pratica, tornou-se um biombo para disfarçar a perseguição implacável contra os que ousam pensar diferente. Não se trata mais de divergência política, trata-se de sobrevivência civilizacional. Quando um deputado eleito com mais de um milhão de votos precisa pedir permissão para criticar livros pornográficos em escolas públicas, é sinal de que o país atravessa a mais sombria das madrugadas democráticas.
A perseguição aos conservadores não é um delírio, tampouco uma “narrativa de extrema direita”, como tentam pintar os defensores da velha ordem petista. Está tudo aí, escancarado, explícito, cristalino. Os exemplos são incontáveis: Carlos Jordy, Cabo Gilberto, André Fernandes, Gustavo Gayer, Marcos Pollon, todos eles têm algo em comum além da ideologia — estão na mira de um sistema que se alimenta de silêncio e se desespera diante da verdade. E agora, querem calar também Nikolas Ferreira, como se fosse criminoso denunciar a pornografia institucionalizada nas escolas, como se fosse pecado defender a inocência das crianças.
Enquanto isso, os verdadeiros responsáveis pelo caos nacional estão soltos, sorrindo, brindando champanhe em coberturas no Leblon. O Brasil é o único país do planeta onde um condenado a quatrocentos anos de prisão, como Sérgio Cabral, vira influenciador digital; onde Dilma Rousseff, que pedalou as contas públicas e destruiu a economia nacional, continua livre para disputar cargos internacionais; e onde José Dirceu, mentor do mensalão, é tratado como estadista em jantares de caviar.
Bolsonaro, o ex-presidente que enfrentou uma pandemia, entregou o país com as contas equilibradas e segurou o desemprego num dos piores períodos da história mundial, foi condenado à inelegibilidade por ter feito… uma reunião com embaixadores. Sim, você leu certo. Não houve golpe, não houve crime, não houve quebra institucional. Houve apenas uma reunião — legítima, democrática e dentro dos direitos de qualquer chefe de Estado. Mas no Brasil de hoje, reunir-se com diplomatas dá processo; já se encontrar com membros do Comando Vermelho, como fizeram aliados do atual governo, passa batido.
Essa inversão moral é deliberada. O objetivo não é apenas punir Bolsonaro, mas arrancá-lo da equação eleitoral de 2026. Como disse Nikolas, é como proibir Neymar de jogar uma final de Copa do Mundo porque seu corte de cabelo “é polêmico demais”. Eles sabem que o ex-presidente é o único que arrasta multidões, que o único nome capaz de enfrentar as forças da esquerda com legitimidade popular, e por isso precisam bani-lo. Não por seus erros, mas por seus acertos. Não por ser fraco, mas por ser forte demais.
A economia está naufragando sob a batuta do “poste” de sempre. O ministro da Fazenda parece mais incomodado com visualizações de vídeos do que com os números do PIB. A saúde pública está em frangalhos, com falta de insulina e demissões em massa. O Ministério dos Esportes virou um campo de guerra ideológica. E o Ministério dos Direitos Humanos é comandado por quem defende causas e não pessoas — desde que a vítima seja do “lado certo”. O governo Lula vendeu picanha, mas entregou miséria. Vendeu esperança, mas entregou desilusão.
Enquanto isso, quem carrega o fardo da tragédia nacional é o povo trabalhador, aquele que acorda cedo, pega ônibus lotado, tenta fugir das balas perdidas e ainda paga impostos altíssimos para sustentar mordomias em Brasília. O mesmo povo que é humilhado quando ousa vestir verde e amarelo, quando vai às ruas com bandeiras do Brasil, quando acredita que Deus, pátria e família ainda são pilares que valem a pena defender.
A censura está aí. A criminalização do pensamento está aí. E o STF virou um órgão político que julga com base em manchetes e não na Constituição. Alexandre de Moraes assumiu para si o protagonismo de um país que não o elegeu, não o escolheu e, certamente, não o respeita como representante da vontade popular. Ele não teve votos, mas manda mais que qualquer parlamentar. A quem interessa essa concentração de poder? Certamente, não ao povo brasileiro.
Diante desse cenário, resta-nos algo fundamental: resistência. A eleição de 2026 pode ser a última chance real de devolver o Brasil ao povo. Mas não basta esperar. É preciso agir. Formar um Senado conservador, eleger governadores comprometidos com a liberdade, e blindar o país de um socialismo tupiniquim travestido de “progresso inclusivo”. O PT não quer adversários, quer plateia submissa. Por isso, joga com as regras do tapetão, tentando vencer no grito o que não consegue nas urnas.
E aqui vem a conclusão — não apenas racional, mas visceral. O vídeo do deputado Nikolas Ferreira não é só um desabafo. É o grito de milhões. É o espelho da injustiça institucionalizada. Ele disse tudo o que precisa ser dito: não somos criminosos por sermos de direita, não somos criminosos por defendermos a família, a fé e a liberdade. Criminoso é quem saqueou estatais, não quem denunciou livros imorais. Criminoso é quem quebrou o Brasil, não quem tenta reconstruí-lo.
Senhores, não é mais apenas uma eleição. É uma batalha espiritual, moral e histórica. Se a esquerda vencer de novo, talvez não reste país para reconstruir. O Brasil não precisa de um novo salvador. Precisa apenas que o povo volte a ser soberano. E isso começa agora, com consciência, com coragem, e com a certeza de que o conservadorismo não é retrocesso — é a única saída possível para um futuro que ainda vale a pena ser vivido.
















