
Ah, mas olha só quem resolveu abrir a boquinha venenosa mais uma vez: o eterno lambedor de botas do Lula, Ricardo Noblat, postando no seu precioso cantinho do X, tentando transformar uma simples troca de palavras entre Eduardo Bolsonaro e Silas Malafaia em um espetáculo tragicômico para seus seguidores masoquistas. Você já deve estar cansado de ver esse sujeito fingir ser um jornalístico sério, mas na prática só serve como porta-voz da extrema-esquerda, espalhando sua narrativa ridícula e corrosiva, sempre tentando colocar conservadores uns contra os outros, não é mesmo? Pois é exatamente isso que ele faz ao chamar o episódio de “Tchutchuca do Malafaia?” — uma tentativa desesperada de transformar o debate em escândalo, de ridicularizar o pastor e insinuar algum tipo de racha com Eduardo Bolsonaro.
Você percebe o nível de cinismo aqui? Noblat, esse senhor que se especializou em bajular esquerdistas poderosos e destilar veneno contra quem pensa diferente, quer nos convencer de que um diálogo interno do campo conservador é notícia de impacto nacional. É hilário, se não fosse triste. Ele tenta criar drama entre o deputado federal por São Paulo e um dos líderes evangélicos mais influentes do país, o pastor Silas Malafaia, transformando um bate-papo privado em um circo público para lambedores de esquerdistas de plantão. É o que eles fazem de melhor: transformar aliados em inimigos e aliados dos inimigos em santos protetores do “bem”.
E você ainda vai lá e lê Noblat, pensando que vai receber alguma análise equilibrada? Não, meu amigo, você recebe uma mistura de despeito, inveja e ódio travestido de opinião jornalística. Ele menciona o recado de Eduardo Bolsonaro a Malafaia por meio de Sóstenes Cavalcante, e claro, a intenção dele é colocar você para duvidar da coerência do deputado, sugerindo uma espécie de “divisão interna” que não existe. Mas, veja bem, não existe drama real, não existe racha: Eduardo Bolsonaro é direto, firme, e sabe exatamente com quem está lidando — e isso incomoda profundamente o nosso Noblat.
Você percebe a arrogância disfarçada de indignação? Noblat quer te fazer acreditar que um recado seco, direto e até bem-humorado de Eduardo Bolsonaro seria prova de conflito. Mas você que acompanha de perto sabe: Eduardo não precisa de dramatizações, não precisa de bajulação, não precisa de plateia para mandar um recado claro ao pastor. Ele simplesmente age, e isso fere profundamente a narrativa inventada por Noblat, que insiste em pintar o mundo de preto e branco, onde todo conservador é inimigo do outro e todo esquerdista é um mártir.
E vamos combinar: Noblat, em sua eterna missão de paparicar Lula, se esquece de um detalhe crucial: ele é irrelevante para quem realmente importa, para quem constrói política de verdade, e para quem tem o pulso firme. Enquanto ele fica a postos para xeretar áudios e recados, você já percebeu que Eduardo Bolsonaro mantém sua coerência, sua visão conservadora e, pasme, seu senso de humor, mesmo diante da tentativa do jornalismo de extrema-esquerda de criar caos entre aliados. Noblat acha que você vai cair na cilada do “drama entre conservadores”, mas quem acompanha de perto sabe separar a narrativa da realidade.
E você deve estar se perguntando: “Mas por que ele chama Malafaia de ‘tiozão’ e Eduardo Bolsonaro responde dessa forma?” Aqui está a beleza da situação. Eduardo Bolsonaro não está provocando, não está cedendo, não está caindo no jogo do pseudo-jornalista. Ele está simplesmente dizendo: “Sim, Malafaia tem direito de opinar, mas não vamos nos dividir por besteira.” Simples, direto, elegante — e completamente desarmando o circo que Noblat tenta montar. Você entende agora por que ele é tão irritante para os esquerdistas? Porque ele é efetivo. Enquanto Noblat tenta fazer drama, Eduardo mantém a serenidade de quem sabe exatamente onde pisa e com quem pode contar.
[Tchutchuca do Malafaia?] Não foi só por meio das redes sociais que Eduardo Bolsonaro respondeu a Silas Malafaia sobre o áudio em que o pastor o chamou de “babaca”. O deputado mandou um recado para Malafaia por meio de Sóstenes Cavalcante: “Fala pro Malafaia que ele é o nosso… pic.twitter.com/V3WgpGr4Ss
— Blog do Noblat (@BlogdoNoblat) August 22, 2025
Agora, vamos rir juntos: Noblat, em sua obsessão pelo “escândalo conservador”, ignora totalmente que, ao fazer isso, só evidencia a fraqueza de sua própria narrativa. Ele quer te convencer de que a direita está em guerra interna, que líderes conservadores se atacam, que alianças são frágeis. Mas a realidade é bem diferente, não é mesmo? A direita brasileira, mesmo com seus debates internos e personalidades fortes, tem coesão e objetivos comuns. Eduardo Bolsonaro e Silas Malafaia, por exemplo, podem divergir em algumas situações, mas sabem exatamente que estão do mesmo lado da batalha cultural e política.
E você, leitor atento, percebe a piada amarga que Noblat tenta forçar: ele quer que você acredite que uma piadinha ou uma resposta firme é prova de cisão. Que ilusão cômica! Ele, que passa a vida lambendo botas esquerdistas, não entende nada de estratégia política real, não entende nada de coerência ideológica, e acha que o mundo é um palco para seu teatrinho de intrigas. Mas você, que acompanha, vê o quão ridículo ele se torna ao tentar transformar um gesto de firmeza de Eduardo Bolsonaro em uma manchete dramática.
Então, da próxima vez que você se deparar com Noblat soltando suas pérolas venenosas, lembre-se: ele não está te informando, ele está tentando te manipular. Ele quer que você duvide, que se desgaste com intrigas internas que não existem, que veja aliados conservadores como inimigos. Mas você já aprendeu a ver através do teatro: Eduardo Bolsonaro e Silas Malafaia estão alinhados, firmes, e Noblat… bem, Noblat só está ali para servir de exemplo do jornalismo moribundo e parcial, um eterno lambedor de botas do Lula, sem credibilidade, sem moral, apenas uma voz irritante tentando criar drama onde não há.
E, cá entre nós, você sabe que é delicioso ver essa narrativa desmoronar diante da realidade, não é? Porque nada que Noblat faça pode apagar a verdade: a direita brasileira continua unida, Eduardo Bolsonaro continua firme, e Silas Malafaia continua relevante, enquanto o jornalismo da extrema-esquerda continua a tentar, sem sucesso, vender picolé de veneno em plena praça pública. E você, leitor esperto, só precisa rir, observar e perceber quem realmente está jogando o jogo e quem está apenas fazendo barulho.
















