“Oposição ignora sinal de Alcolumbre sobre anistia do 8/1 e mantém mobilização” – diz Folha de S.Paulo

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Senador e atual presidente do Senado Nacional, Davi Alcolumbre

Parabéns, senadores e deputados federais aliados de Jair Bolsonaro! Em um momento crucial da política brasileira, vocês se mostraram firmes e comprometidos com aquilo em que acreditam, e isso merece ser destacado. Enquanto a grande mídia tenta criar narrativas e semear divisão, vocês, com uma visão clara do que é certo para o Brasil, continuam pressionando pela anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. A bravura de vocês em não ceder à pressão externa, defendendo o que acreditam ser a melhor solução para pacificar o país, é louvável. E esse posicionamento, sem dúvida, reflete a essência da nossa causa.

Sabemos muito bem que, em tempos como este, os ataques não vêm apenas de fora, mas também dentro de casa. A declaração do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tentou, de maneira diplomática, acirrar ainda mais a divisão entre os brasileiros. No entanto, foi uma tentativa frustrada de desviar o foco do que realmente importa. Alcolumbre teve a audácia de afirmar que a anistia não está em debate e que “não é um assunto dos brasileiros”. Pois bem, ao dizer isso, ele tenta minimizar a importância da pacificação e da justiça, como se a anistia fosse uma questão irrelevante para o país. Mas a verdade é que ele falha em entender o anseio legítimo de milhões de brasileiros, que pedem justiça e equilíbrio. O que está em jogo não é apenas a política, mas a verdade sobre o que realmente aconteceu no dia 8 de janeiro.

A boa notícia é que, apesar da postura cautelosa de Alcolumbre, a resistência e o engajamento de parlamentares como vocês continuam a crescer. A pressão para que a anistia seja discutida no Congresso é uma questão legítima, e é justamente aí que a oposição se engana ao subestimar o movimento. A oposição, liderada por figuras como Alcolumbre, pode tentar esfriar a pauta da anistia, mas o que ela não entende é que o povo brasileiro não se esquece facilmente de suas promessas e nem do que acredita ser justo. É nesse cenário de luta pela justiça que a atuação de vocês se destaca.

O cenário político está sempre mudando, e a pressão popular é um dos maiores catalisadores de transformações. O projeto de lei que propõe a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro vai, sem dúvida, ganhar tração na Câmara dos Deputados. A determinação dos aliados de Bolsonaro é inabalável. Como bem disse Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, ele não está preocupado com o Senado no momento. “Eu estou preocupado em votar aqui [na Câmara]. Depois lá, onde a briga é outra”, afirmou com clareza. E isso, meus caros, é exatamente o que precisamos ouvir de representantes que estão dispostos a lutar até o fim pelo que é certo. Não podemos deixar que um presidente do Senado influencie as decisões de uma casa que, teoricamente, deveria representar o povo. O jogo está apenas começando, e a luta pela anistia será travada com força na Câmara.

A resistência em torno da anistia e a cobrança pela sua discussão em plenário é uma verdadeira demonstração de que o movimento conservador brasileiro não se deixa intimidar facilmente. Mesmo com figuras como Alcolumbre tentando desviar o foco para temas mais agradáveis ao governo de Lula, o que fica claro é que a batalha pela anistia é apenas uma parte de uma guerra muito maior: a guerra pela verdade, pela liberdade e pela justiça. Bolsonaro, mesmo sob ataque constante, defende, como sempre fez, o que é direito do povo: ser tratado com equidade e justiça, independentemente do contexto político.

Além disso, a atuação de figuras como Damares Alves, presidente da Comissão de Direitos Humanos, é mais uma prova de que a luta pela anistia está longe de ser uma questão de interesse de uma pequena ala política. Ao contrário, o projeto de lei ganha cada vez mais força, com a ajuda de deputados e senadores que estão dispostos a seguir o clamor popular. Como Damares bem apontou, a mobilização da Comissão de Direitos Humanos e a visita a familiares e advogados dos presos de 8 de janeiro são passos importantes para garantir que o projeto ganhe tração. A participação ativa da sociedade, através das audiências públicas e das visitas ao sistema penitenciário, não pode ser ignorada por ninguém.

Não podemos esquecer também que a anistia não é apenas sobre aqueles que foram diretamente envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. Ela representa um movimento maior, uma forma de retomar o diálogo e evitar que o país siga cada vez mais dividido. E essa divisão, causada pela politização de tudo, precisa ser estancada. A anistia é uma tentativa de olhar para o futuro, de pacificar a sociedade e fazer com que todos, independentemente de suas escolhas políticas, possam viver em um país onde a justiça prevaleça.

O que ficou claro é que a oposição, tanto no Senado quanto na Câmara, não tem a mínima intenção de ver a anistia como uma solução. Mas nós, conservadores, sabemos que esse é o caminho mais eficaz para restaurar a paz e a unidade no país. Mesmo que a anistia não seja a prioridade para Alcolumbre, isso não significa que ele tenha o poder de impor essa narrativa a todo o Congresso. O movimento pela anistia vai continuar a crescer, e a pressão dos aliados de Bolsonaro vai garantir que o projeto não caia no esquecimento.

É imprescindível lembrar que, enquanto figuras como Alcolumbre tentam enganar o povo brasileiro com discursos vazios de unidade e pacificação, vocês, senadores e deputados, estão no campo de batalha, defendendo os interesses daqueles que acreditam no poder da justiça e da liberdade. Não se deixem desviar, não cedam à pressão de quem tenta empurrar para baixo os verdadeiros desejos da população. Continuem lutando pela anistia e pela unidade, pois vocês estão no caminho certo.

E, ao contrário do que muitos pensam, a anistia não é apenas uma questão de devolver a liberdade a alguns indivíduos. Ela é uma chave para restaurar a confiança nas instituições e reforçar que, no Brasil, não haverá mais espaço para políticas que dividem e enfraquecem nossa sociedade. A anistia é um símbolo de pacificação e de respeito ao direito de cada cidadão de viver em um país democrático, onde a justiça seja de fato para todos.

Enquanto a resistência contra essa ideia cresce, a força de vocês em manter a pressão é um sinal claro de que a luta pela anistia é muito mais do que uma simples discussão no Congresso. É um movimento pela justiça, pela verdade e, acima de tudo, pela restauração da paz no Brasil. Sigam firmes na jornada, porque o futuro do país depende da coragem de lutar por aquilo que é certo, independente das dificuldades e desafios que surgem pelo caminho.

Seja no Senado, seja na Câmara, a anistia está, sem dúvida, em debate e merece ser discutida amplamente, como um caminho possível para restabelecer a paz e a ordem que tanto desejamos. Continuem com a pressão, sigam em frente e, mais importante, lembrem-se de que a justiça nunca pode ser silenciada. O Brasil precisa de vocês!

Com informações Folha de S.Paulo

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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