
Amigos conservadores, é com grande entusiasmo que trazemos boas notícias para quem ainda acredita no Brasil e no futuro de uma nação livre da extrema-esquerda. O presidente Jair Bolsonaro segue mostrando que, mesmo diante da perseguição implacável da mídia e do judiciário militante, continua sendo a maior liderança política do país e a única esperança para resgatar o Brasil do lamaçal petista.
A estratégia de Bolsonaro para 2026 já está em curso, e dessa vez, o foco é no Senado. Sabemos que os senadores cumprem papel fundamental na contenção dos desmandos do Executivo, além de serem peças-chave na aprovação de reformas e na composição do STF. Ou seja, colocar aliados de Bolsonaro no Senado é essencial para evitar que o Brasil continue refém da velha política de esquemas e acordões que beneficia apenas a elite corrupta que voltou ao poder.
Para aqueles que ainda têm dúvida do impacto da liderança do ex-presidente, basta olhar para o que aconteceu em 2022. Mesmo com todo o sistema contra ele, Bolsonaro conseguiu eleger senadores de peso, como Marcos Pontes (SP), Jorge Seif (SC), Hamilton Mourão (RS), Damares Alves (DF) e Tereza Cristina (MS). Esses nomes derrotaram verdadeiros dinossauros da política, mostrando que o povo está farto do conluio entre a esquerda e a velha mídia.
E não pensem que isso passou despercebido pelo governo Lula. O desespero da esquerda já começou, e eles tentaram mudar a regra do jogo para evitar que Bolsonaro amplie sua bancada no Senado em 2026. O senador Randolfe Rodrigues, aquele que já pulou de partido mais vezes do que o Lula mudou de versão sobre seus crimes, apresentou um projeto para mudar o sistema eleitoral e impedir que dois candidatos bolsonaristas sejam eleitos no mesmo estado. O medo de Bolsonaro é tão grande que o próprio Randolfe foi obrigado a recuar diante da repercussão negativa. Mas não se enganem: a esquerda não vai desistir tão fácil, porque sabe que, se Bolsonaro tiver a maioria no Senado, os dias do sistema corrupto estarão contados.
O governo Lula, por sua vez, vive uma crise sem precedentes. O Brasil está atolado em impostos, a inflação não dá trégua, e o mercado já percebeu que a gestão petista é um desastre. Enquanto Bolsonaro movimenta milhões de apoiadores por onde passa, Lula precisa esconder sua agenda para evitar vaias e panelaços. A tentativa de reeditar a velha política do “toma lá, dá cá” com o Centrão já começa a desmoronar, porque até os oportunistas profissionais percebem que o barco do PT está afundando.
Por outro lado, Bolsonaro segue forte e já sinalizou apoio a nomes de peso para o Senado em 2026. Em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Amazonas, já há pré-candidatos alinhados com a pauta conservadora. E não apenas isso: Michelle Bolsonaro vem ganhando cada vez mais protagonismo e pode ser uma peça decisiva na eleição. A esquerda treme só de imaginar a possibilidade de uma primeira-dama senadora, com discurso forte e sem medo de confrontar os absurdos que vêm de Brasília.
A verdade é que a base conservadora está mais viva do que nunca. O Brasil acordou, e quem acha que Bolsonaro foi derrotado está muito enganado. Pelo contrário, 2026 será o ano da virada, e o presidente já está pavimentando o caminho para derrotar o sistema mais uma vez. A luta não é fácil, amigos, mas a verdade sempre vence. E nós, que defendemos a família, a liberdade e o patriotismo, estaremos prontos para mais essa batalha.
Vamos em frente, porque o Brasil não pode ser refém de ladrões! Bolsonaro 2026 é uma realidade, e o Senado será a trincheira da resistência conservadora.
Com informações Gazeta do Povo