Petista propõe imposto na cerveja para bancar Carnaval com dinheiro do trabalhador

Você piscou e o deputado petista Alfredinho (SP) apareceu com mais uma pérola legislativa: um projeto para taxar a cervejinha do

Por Notas & Informações

Você piscou e o deputado petista Alfredinho (SP) apareceu com mais uma pérola legislativa: um projeto para taxar a cervejinha do trabalhador em nome de uma causa nobre — o Carnaval, é claro! Porque, na cabeça brilhante da extrema esquerda, não há prioridade maior no Brasil de 2025 do que garantir o tamborim financiado com o suor do operário que acorda às cinco da manhã.

Sim, a notícia é verídica — embora pareça saída diretamente de uma esquete do Casseta & Planeta. Conforme revelado pelo jornalista Gustavo Zucchi na coluna do Igor Gadelha no Metrópoles, o ilustríssimo relator petista decidiu avançar, dentro da Comissão de Cultura (claro, porque lugar de embriaguez é na cultura), com um projeto que visa criar um novo imposto sobre bebidas alcoólicas, inclusive cerveja e cachaça — esse último, aliás, símbolo nacional da resistência do homem simples do interior à frescura legislativa do asfalto militante.

Mas calma, tem mais. O projeto original é de Washington Quaquá, ex-deputado e atual prefeito de Maricá — também conhecido por transformar sua cidade em uma espécie de laboratório de populismo de boteco financiado com dinheiro público — e de Ricardo Abrão, do União-RJ, que decidiu que seria uma boa ideia colocar seu nome nesse delírio socialista. Porque não basta estar na oposição frouxa, tem que colaborar com a insanidade fiscal.

A proposta, segundo o novo parecer do nosso herói progressista Alfredinho, é simples: colocar um novo tributo de 0,5% sobre bebidas nacionais e 1% sobre bebidas importadas para “financiar o Carnaval brasileiro”. Isso mesmo, meu amigo — você que rala para pagar boleto, IPVA, IPTU, luz, água, gasolina e até o pacote de dados do celular, agora também vai bancar o confete e a serpentina da ala do PT na Sapucaí.

O texto de Zucchi narra com ares de normalidade algo que, em qualquer país com dois neurônios funcionando, seria motivo de renúncia pública e escárnio eterno. Mas aqui é Brasil, onde a extrema esquerda trata o Tesouro Nacional como se fosse a carteira do sogro. E nós, como bons palhaços do circo tributário nacional, rimos amarelo enquanto mais um punhado de políticos inventa formas geniais de nos arrancar até o restinho da dignidade líquida.

Claro que a justificativa é envolta na usual névoa da “valorização da cultura”. Um fundo para o Carnaval, repita-se: 60% para escolas de samba, 20% para blocos, e 10% para manifestações culturais genéricas. Ou seja, uma distribuição socialista de recursos públicos para entidades privadas, muitas vezes ligadas a agremiações políticas, ONGs camaradas e, por que não, a projetos de campanha eleitoral disfarçados de manifestações populares.

E aqui, vale a pergunta que a imprensa progressista finge que não ouviu: quem fiscaliza isso? Quais escolas de samba? Quais blocos? Quais “manifestações”? Como é definido o mérito cultural? Ou será que basta gritar “Fora Bolsonaro!” no meio do batuque para garantir o repasse?

Essa esquerdalha do barulho (literalmente) não perde tempo em inventar formas criativas de atacar aquilo que o povo mais valoriza: sua liberdade de escolha e seu escasso lazer. O cara chega em casa moído, sonha com uma gelada no final de semana, mas o deputado petista acha que isso é luxo e decide cobrar imposto. Afinal, que se lasque o trabalhador, o importante é ter trio elétrico na rua e rainha de bateria bancada com imposto disfarçado de “contribuição”.

É claro que ninguém vai chamar isso de aumento de carga tributária. A retórica é sutil, quase poética: “contribuição sobre a comercialização”, “apoio à cultura popular”, “investimento no folclore brasileiro”. A única coisa que não é folclórica é a conta. Essa, meu caro, é real, cumulativa e regressiva. O pobre paga. O rico importa vinho francês e continua tranquilo.

E se engana quem pensa que isso vai passar pelo plenário, onde ao menos haveria a chance de uma discussão pública. O projeto tem caráter terminativo nas comissões, ou seja: pode virar lei nas sombras, sem alarde, sem transparência e, claro, sem incômodo para a base governista — que adora esses truques de gabinete para empurrar goela abaixo o que o povo jamais aprovaria.

No fim das contas, o que temos é mais um retrato do Brasil dos absurdos: enquanto o país mergulha em problemas reais — inflação, desemprego, violência, educação de péssima qualidade — o petismo se preocupa em garantir repique, tamborim e patrocínio público para suas escolas ideológicas de samba. Não falta muito para vermos “Lula Presidente” estampado na comissão de frente com verba da União e aprovação da Comissão de Cultura.

O recado é claro: a extrema esquerda não quer apenas dominar a economia, o judiciário ou a imprensa. Ela quer dominar até o seu copo de cerveja. E se possível, cobrar imposto por isso. E tudo isso com aquela cara de superioridade moral, como se colocar imposto em bebida fosse um gesto nobre de quem está “cuidando do patrimônio cultural brasileiro”.

Só faltava mesmo o Alfredinho tirar a latinha da sua mão e dizer: “Beba menos, financie mais!”

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o tipo de Brasil que essa gente quer, basta olhar esse projeto. Um país onde o pobre paga imposto pra financiar a folia do rico progressista — tudo, claro, em nome da “inclusão cultural”.

E você aí achando que ia conseguir ver o jogo com uma cervejinha no domingo. Esquece. Vai ter que brindar o novo Brasil com água da torneira — e agradeça se ela não vier com imposto pro Réveillon também.

Com informações Metrópoles

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