
Ah, a revolução digital brasileira sob o comando do iluminado governo petista! Agora você pode pagar com Pix por aproximação, uma inovação que só demorou uns bons anos para ser implementada, enquanto o mundo já está a um passo de pagar com pensamento telepático. Mas claro, como sempre, é vendido como se fosse um marco histórico, uma verdadeira revolução que transformará a economia. Pois bem, senta que lá vem a verdade que eles não te contam.
A primeira grande questão que ninguém se atreve a perguntar: quem se beneficia de verdade com isso? O povo? Os comerciantes? Os bancos? Ora, é evidente que a maior fatia do bolo fica sempre na mesa de quem controla o sistema. O Banco Central, sob “gestão independente” mas convenientemente alinhado à cartilha governamental, empurra essa facilidade enquanto empilha regulações, monitoramentos e, claro, aquela possibilidade deliciosa de no futuro taxar cada transação sob o pretexto de “organizar” a economia.
E antes que você se iluda com a suposta “comodidade”, vale lembrar que para usar essa ótima função você precisará estar munido de um celular com tecnologia NFC, ter internet estável (algo que no Brasil é mais raro que honestidade no Congresso) e, claro, contar com um lojista que tenha uma maquininha preparada para essa “novidade”. Mas não se preocupe, dizem que é facultativo! Ah, sim, assim como foi facultativo aceitar o Pix e o Open Finance. Se não aceitar, boa sorte competindo com a concorrência.
Vamos falar de segurança? Eles juram que é um sistema robusto, com autenticação, biometria, e senhas, mas quem garante que você não será a próxima vítima de um hacker de buteco que resolve passar o celular perto do seu e capturar dados? Isso sem falar nas ondas de golpes do Pix que se espalham pelo país enquanto o governo se limita a dizer “tomem cuidado”. A ironia é ver que, com toda essa “evolução”, o que mais se vê é gente saudosa do tempo em que pagar com dinheiro era sinônimo de controle total sobre própria vida financeira.
E o limite de R$500 por operação? Claro, não existe limite diário, mas não se engane, isso é apenas uma forma de testar o sistema e acostumar o gado. Hoje são R$500, amanhã o governo resolve que “por segurança” você só pode movimentar R$100 por dia sem aviso prévio. Não é teoria da conspiração, é a realidade de um governo que já flerta com controle financeiro total e regulações draconianas.
Mas a cereja do bolo é o Open Finance, um nome bonito para um esquema onde você entrega de bandeja todos os seus dados bancários para serem “compartilhados” entre instituições. O Banco Central, sempre magnânimo, promete que isso será seguro e beneficiará o consumidor. Curioso, não? Porque até hoje ninguém sabe ao certo como esses dados serão utilizados ou quem realmente terá acesso a eles. E se um dia resolverem usar essas informações para ditar quais créditos você pode ou não pode obter? Ah, mas isso não aconteceria em um governo tão transparente como o atual, né?
No fim das contas, você é colocado em um labirinto digital onde cada passo é monitorado, cada transação é analisada e cada real que você gasta está sob a mira de um governo obcecado por controle. Claro, você ainda pode recusar esse maravilhoso “avanço”, mas boa sorte encontrando um meio de pagamento que não seja um cartão ou um sistema digital vinculado ao mesmo ecossistema. Afinal, dinheiro físico é coisa do passado, segundo os gênios do BC.
E assim seguimos, com a imprensa repetindo as “maravilhas” dessa nova etapa do Pix como papagaios de pirata, enquanto o brasileiro comum continua pagando a conta, seja pelos impostos invisíveis, pelas taxas “opcionais” que logo vão surgir ou pela dependência forçada de um sistema que, em nome da comodidade, te transforma em um escravo financeiro. Mas não se preocupe, é tudo para o seu bem! Afinal, o governo Lula nunca quis controlar nada, certo? Agora, só falta mesmo você agradecer.
Com informações EBC