Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta admite submissão à Lula

A narrativa de que o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump é uma agressão gratuita contra o Brasil não se

Por Notas & Informações

A narrativa de que o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump é uma agressão gratuita contra o Brasil não se sustenta diante dos fatos. A verdade que a imprensa militante insiste em esconder é simples: o presidente dos Estados Unidos decidiu proteger sua economia ao identificar no governo Lula uma clara aproximação com regimes autoritários, que colocam em risco não apenas a estabilidade comercial, mas os princípios fundamentais da liberdade e da democracia no continente.

Donald Trump, ao reassumir com força a liderança da maior economia do mundo, deixou claro que não aceitará passivamente a expansão da influência de regimes comunistas e autoritários — especialmente na América Latina. Enquanto o Brasil de Lula estreita laços com Venezuela, Cuba, Nicarágua, Rússia, Irã e China, os Estados Unidos observam com preocupação o avanço de uma aliança ideológica que ameaça diretamente os valores ocidentais.

Trump não aumentou tarifas por capricho. A medida é uma resposta direta ao comportamento do atual governo brasileiro, que prioriza relações com ditadores, isola aliados históricos como Israel e Estados Unidos, e assume uma postura hostil contra o livre mercado, a iniciativa privada e os direitos individuais. E, pior, faz isso enquanto persegue opositores políticos internamente, criminaliza o conservadorismo e usa o Estado para sufocar a dissidência.

Não foi coincidência o fato de que, nas últimas reuniões internacionais, Lula tenha elogiado abertamente os regimes de Nicolás Maduro e Daniel Ortega, minimizando as denúncias de violações de direitos humanos, censura e repressão armada contra civis. Tampouco é irrelevante a presença cada vez mais intensa de militares chineses e acordos estratégicos com Pequim dentro do território brasileiro. A mensagem que Lula envia ao mundo é clara: o Brasil está trocando a aliança com democracias ocidentais pela submissão a projetos totalitários.

Trump, com sua postura previsível e firme, agiu em defesa dos interesses americanos, mas ao mesmo tempo emitiu um alerta ao povo brasileiro: o mundo está assistindo à guinada autoritária de Lula, e as consequências econômicas dessa escolha já começaram a aparecer. O tarifaço de 50% é apenas o primeiro passo. Os investimentos internacionais, especialmente os vindos de países democráticos, tendem a diminuir em ambientes onde o Estado suprime liberdades e flerta com ditaduras.

Em vez de assumir a responsabilidade, figuras como Hugo Motta tentam transformar a punição merecida em oportunidade para encenar patriotismo. Quando diz que “o Brasil não pode ser levado a situações em que decisões externas interfiram na nossa soberania”, Motta ignora que o atual governo já entregou a soberania brasileira a tiranias de esquerda, colocando os interesses nacionais em segundo plano diante de um projeto de poder que ecoa a cartilha do Foro de São Paulo.

O que Trump fez não foi uma ingerência. Foi um gesto claro e pragmático de um estadista que não tolera a ambiguidade ideológica e não fará concessões a países que se aliam com os inimigos da liberdade. O governo americano identificou uma ameaça no Brasil lulista e respondeu com sanções econômicas. E é isso que qualquer nação soberana faz quando enxerga riscos à sua segurança e aos seus parceiros comerciais.

É curioso que, em vez de uma reação firme e coerente, o Brasil tenha respondido com discursos vazios e coletivas de imprensa lotadas de frases prontas. O próprio Geraldo Alckmin, que agora tenta bancar o diplomata indignado, é parte de um governo que se recusa a condenar violações de direitos humanos nas ditaduras amigas e que preferiu calar-se quando cubanos foram reprimidos, iranianos enforcados e venezuelanos torturados. Agora querem respeito do Ocidente?

O Brasil está pagando, economicamente, pelas escolhas políticas de um governo que abandonou os valores que outrora nos aproximavam do mundo livre. Enquanto os Estados Unidos fortalecem sua economia e suas fronteiras, o Brasil abre as pernas para ditaduras, relativiza a liberdade de expressão e criminaliza quem pensa diferente.

E para os que ainda acreditam na falácia de que “a tarifa é injusta”, vale lembrar: não há justiça para quem abandona a verdade. O comércio internacional é baseado em confiança, previsibilidade e alinhamento político. Ninguém faz acordos duradouros com quem muda de lado conforme a ideologia do momento.

A verdade é que Trump defendeu os EUA da contaminação ideológica promovida pelo lulopetismo. E sua resposta foi a única possível para proteger empresas e trabalhadores americanos de um Brasil que caminha rapidamente rumo ao modelo venezuelano.

Por isso, quando Hugo Motta tenta bancar o patriota, dizendo que o Legislativo vai “defender os empregos dos brasileiros”, ele esquece que o desemprego e a fuga de investidores são frutos da instabilidade política provocada pelo próprio governo que ele defende. Não há soberania em ser cúmplice do autoritarismo. Não há patriotismo em servir de bengala para Lula. E não há credibilidade em exigir respeito de quem não respeita o próprio povo.

A conclusão é uma só — e profundamente conservadora: o tarifaço de Trump é o preço que o Brasil está começando a pagar por trair os valores da liberdade, da soberania verdadeira e da democracia real. A escolha de Lula por andar de mãos dadas com ditadores pode lhe render aplausos em Havana ou Teerã, mas aqui, no Ocidente livre, só resultará em portas fechadas, tarifas mais altas e desprezo diplomático. E que sirva de lição: quem despreza a verdade, um dia será desprezado por ela.

Com informações Agência Câmara dos Deputados

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