Presidente dos EUA, Donald Trump oficializa tarifa de 50% contra governo Lula

Era uma vez, no mundinho encantado da CNN Brasil, aquele território mágico onde Lula é estadista, Alexandre de Moraes é defensor

Por Notas & Informações

Era uma vez, no mundinho encantado da CNN Brasil, aquele território mágico onde Lula é estadista, Alexandre de Moraes é defensor da democracia, e o PT é um partido de homens puros e santos, imaculados de qualquer corrupção. Pois bem, nesse universo paralelo, Donald Trump, o “vilão” favorito da esquerda internacional, ousou novamente atrapalhar o conto de fadas. E como se atreve, não é mesmo?

O “monstro laranja”, como preferem chamá-lo nos círculos progressistas que batem palmas para ditaduras de estimação como a de Cuba, China e Venezuela, assinou um decreto que impõe 50% de tarifa sobre produtos brasileiros. Isso mesmo, meia centena de porcento. Uma reação à “emergência nacional” provocada pelo que ele chamou de ações “extraordinárias” e “incomuns” do atual governo brasileiro. E é aí que a história ganha tons de comédia, pois, para a CNN Brasil, o problema não é o Brasil estar mergulhado até o pescoço em censura, perseguições políticas e atropelo das garantias individuais. O problema é Trump reagir a isso.

Segundo a narrativa histérica — desculpe, “jornalística” — da CNN, o presidente americano está apenas criando confusão. Afinal, como ousa ele defender a liberdade de expressão, os interesses econômicos de sua nação e ainda por cima, pasme, se solidarizar com Jair Bolsonaro? Isso ultrapassa todos os limites da sanidade segundo os padrões do progressismo tupiniquim.

Claro, a CNN Brasil tenta passar aquela credibilidade artificial, com repórteres de paletó e cara séria, como se isso camuflasse o viés grotesco das suas pautas. Mas até o mais desatento dos brasileiros já percebeu que essa emissora virou um panfleto ideológico, dedicado à proteção do sistema, da censura e de qualquer autoridade que se comprometa a perseguir conservadores. Para eles, o problema nunca é o STF atropelar a Constituição, calar deputados e prender jornalistas sem processo formal. O problema é Trump ficar incomodado com isso.

Trump deixou bem claro: não vai tolerar a perseguição de um ex-presidente legitimamente eleito e reconhecido internacionalmente, cujo único “crime” foi não ajoelhar diante das pautas progressistas e dos caprichos globalistas. Ao mencionar diretamente o “assédio, censura e processo politicamente motivado contra Jair Bolsonaro”, Trump mostra que está mais informado que muito jornalista da CNN — ou talvez apenas mais honesto, já que a desonestidade intelectual virou pré-requisito para comentarista político na imprensa mainstream brasileira.

Mas o que realmente incomoda os progressistas de iPhone e camiseta do Che Guevara é ver que há um líder mundial disposto a chamar as coisas pelo nome. Emergência nacional. Isso mesmo. Para Trump, o Brasil atual é um problema. Não pelos pobres ou pelo desmatamento imaginário da esquerda climatista, mas pelo autoritarismo escancarado travestido de “democracia em defesa da democracia”. A nova moda do momento é perseguir adversários políticos em nome da liberdade. Orwell sorri no túmulo.

A CNN Brasil, claro, ignora completamente as razões de Trump. Finge que o governo brasileiro está sendo injustamente atacado, como se não estivéssemos vendo, todos os dias, o espetáculo deprimente de prisões preventivas intermináveis, censura generalizada nas redes sociais e o Supremo virando uma espécie de Partido Único. Eles querem que você acredite que tudo está normal, que isso é só mais uma “medida de proteção institucional”. E se você ousar discordar, cuidado: a próxima “emergência nacional” pode ser você.

O que Trump fez foi um gesto de coragem. Dizer que não vai permitir que o Brasil, sob a atual gestão ideológica e arbitrária, continue exportando seus produtos sem consequências. Afinal, por que beneficiar economicamente um país que se comporta como um Estado policialesco? O livre mercado pressupõe liberdade, e o Brasil de hoje está mais próximo de uma distopia bolivariana do que de uma república democrática funcional.

Mas, claro, para os especialistas da CNN, o grande erro de Trump é ousar pensar com a própria cabeça. Eles prefeririam que ele estivesse batendo continência para Xi Jinping ou pedindo desculpas a Greta Thunberg, como fazem os líderes “respeitáveis” segundo a cartilha do politicamente correto. Só que Trump não joga esse jogo. Ele prefere defender a liberdade, ainda que isso custe manchetes raivosas nos jornais militantes.

A hipocrisia é tão grande que chega a ser cômica. A mesma imprensa que defende bloqueios judiciais a perfis de direita no Brasil acusa Trump de autoritário por usar o poder executivo para proteger sua economia e seus cidadãos. A mesma mídia que silencia sobre as violações de direitos humanos no Brasil atual se horroriza com a resposta proporcional de um presidente americano que, gostem ou não, foi eleito com mais de 70 milhões de votos.

Trump não está apenas colocando tarifas. Ele está enviando um recado claro e direto ao sistema político brasileiro: perseguir adversários, suprimir vozes conservadoras e atacar o Estado de Direito terá consequências. E isso dói nos ouvidos da esquerda militante, porque eles vivem em um mundo onde só eles podem punir, só eles podem censurar, só eles podem governar — e de preferência, para sempre.

Portanto, se você ouviu esse absurdo da CNN Brasil e achou que o Trump surtou, talvez seja hora de rever seus conceitos. O surto, caro leitor, não vem de Washington, mas de Brasília — com o aplauso entusiasmado da imprensa que, por ironia, um dia já se disse defensora da liberdade de expressão. Hoje, essa mesma imprensa serve de pom-pom para censores togados, narrativas fantasiosas e medidas dignas de regimes de exceção.

Mas fique tranquilo: segundo a CNN, está tudo bem. O perigo é o Trump.

Com informações CNN Brasil

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