PT tenta evangelizar com tesão e blasfêmia e afunda ainda mais com evangélicos

Prepare-se, caro leitor, para uma das mais ridículas tentativas de engenharia política já vistas desde que o mundo é mundo –

Por Notas & Informações

Prepare-se, caro leitor, para uma das mais ridículas tentativas de engenharia política já vistas desde que o mundo é mundo – ou pelo menos desde que o PT resolveu posar de porta-voz da moralidade pública. A Gazeta do Povo, em mais uma joia jornalística, expôs o novo plano mirabolante da esquerda brasileira: treinar militantes petistas para evangelizar evangélicos. Isso mesmo. Lula e sua trupe resolveram que agora entendem tudo sobre fé cristã. E, como sempre, resolveram ensinar aos outros aquilo que eles próprios não compreendem nem sob tortura. Só pode ser piada, mas é real.

E a estratégia? Ah, uma obra-prima do escárnio. Um curso batizado de “Fé e Democracia”, promovido pela Fundação Perseu Abramo – aquele bunker ideológico onde se fabricam narrativas e slogans de vitimização em escala industrial. A proposta, segundo os organizadores, é “qualificar a militância para uma interlocução respeitosa com a comunidade evangélica”. Respeitosa? Com o PT? Com cristãos? Até o diabo dá gargalhada com tamanha ironia.

Vamos aos detalhes sórdidos, porque o inferno – ou melhor, o marxismo – mora neles. O corpo docente do curso é digno de um enredo de filme trash. Um dos palestrantes foi demitido de uma faculdade de teologia após insinuar, em pleno feriado da Páscoa, que Jesus traiu Judas. Isso mesmo: o Salvador virou vilão na visão “acadêmica” do petista iluminado. Outro defendeu que os evangélicos deveriam pedir perdão a Lula. Sim, porque o condenado por corrupção virou um novo Messias – só falta mesmo a crucificação midiática para fechar o ciclo da paródia.

E aí entra a cereja podre do bolo: Angélica Tostes, pastora, feminista, devota de Krishna e líder espiritual do culto à confusão mental. Essa “instrutora” resolveu inovar no campo da heresia estética e publica em suas redes sociais obras de “arte” que fariam qualquer cristão – até mesmo um ateu simpático – vomitar de indignação. Imagine Deus retratado como uma mulher com a genitália exposta e um homem ajoelhado em adoração. Sim, isso existe. Isso está no curso do PT. E se você achou pouco, espere até ver freiras diante da pichação “menos monjas, mais lesbianas” ou Maria sendo reduzida a um órgão sexual com a legenda “rogai por nós”.

O que Lula e sua gangue acham que estão fazendo? Evangelizando ou provocando um levante apocalíptico?

A verdade é que o PT nunca entendeu – e jamais entenderá – o universo evangélico. A fé cristã é baseada em valores morais absolutos, em princípios de família, de respeito, de sacralidade. Já o petismo é um pastiche de ideologias de boutique, onde o aborto é direito humano, a sexualização infantil é libertação pedagógica, e Deus é um personagem descartável usado conforme a conveniência de hashtags. Eles chamam isso de “interfé”, mas a tradução honesta seria: “intervenção do inferno”.

A tentativa de atrair evangélicos com esse tipo de conteúdo não é apenas um fracasso estratégico – é um insulto direto à inteligência e à fé de milhões de brasileiros. Os dados não mentem: em 2022, apenas 31% dos evangélicos votaram em Lula. E se ele não aumentar esse índice até 2026, a reeleição será apenas uma miragem em um deserto moral que o próprio PT ajudou a construir. Mas em vez de ouvir líderes religiosos sérios, o partido prefere colocar “teólogas lésbicas” para “usar o tesão como tinta e pintar páginas de Deus”. A criatividade revolucionária do PT não tem limites – nem pudor.

É claro que, para a militância da extrema-esquerda, isso tudo é “expressão artística”, “liberdade religiosa” e “pluralidade de pensamento”. Mas se fosse um cristão representando o Marx como uma caricatura fálica ou uma freira vestida com a foice e o martelo, o STF já estaria em campo com as togas tremulando ao vento e o Twitter estaria em chamas exigindo censura, prisão e excomunhão pública. Liberdade de expressão para eles é via de mão única. Sempre foi.

No fundo, o que essa tentativa tragicômica do PT revela é desespero. O partido sabe que perdeu o povo conservador. Perdeu os evangélicos. Perdeu os católicos. Perdeu até os agnósticos que ainda prezam pelo bom senso. E agora tenta vestir uma batina vermelha, pregar nas igrejas com o punho em riste e rezar para que o dízimo venha em forma de voto. Só que fé não se compra, nem se manipula com militância disfarçada de profecia. O povo de Deus não é massa de manobra do marketing eleitoral lulista.

A esquerda brasileira ainda não entendeu que o povo cristão não se dobra a esse tipo de palhaçada teológica. E se insistirem em zombar da fé alheia, vão continuar colhendo o que plantaram: rejeição crescente e vergonha internacional. Porque não é só o Brasil que assiste incrédulo a essa ópera bufa – o mundo inteiro já entendeu que o lulopetismo é, hoje, uma seita que vive de simular virtude enquanto cospe em tudo que é sagrado.

Se Lula acha que vai reconquistar os evangélicos com essa “missão teológica do deboche”, é melhor ele tentar andar sobre as águas do Tietê. O resultado será o mesmo: afundar no próprio esgoto ideológico.

Que venham mais cursos do PT, porque cada aula é um favor à direita.

Com informações Gazeta do Povo

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