Repórter do ‘Intercept’ usa telefone de servidor da Presidência para abordar exilados na Argentina

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Ah, o Intercept Brasil! Sempre com aquela sutileza de um elefante em loja de cristais, agora vem nos brindar com mais um caso que daria inveja aos melhores roteiristas de novelas mexicanas. O enredo? Um repórter do Intercept Brasil decide atravessar a fronteira para perseguir exilados políticos na Argentina. E claro, como todo bom thriller, tem telefone misterioso, conexão com o Palácio do Planalto e aquela pitada de assédio que não pode faltar!

Vamos aos fatos: Paulo Motorim, o destemido repórter, resolveu caçar cidadãos brasileiros que buscaram refúgio na Argentina após o 8 de janeiro. Até aqui, tudo dentro do esperado. Mas a história fica mais saborosa quando descobrimos que o número de telefone usado por ele está registrado em nome de Gabriel Gatas Guerra, um ilustre funcionário da Presidência da República do Brasil. Coincidência? Imagina! Esse funcionário, que ocupa o cargo de coordenador-geral de redes na Secretaria Nacional de Participação Social, embolsa mais de R$ 11.000 mensais – nada mal para um serviço tão… altruísta, não é mesmo?

Quando confrontado pela Revista Oeste, Motorim não fugiu da raia: admitiu que usa o telefone cadastrado em nome de Guerra. E a desculpa? Ah, a desculpa é digna de prêmio: ele afirmou que teve um relacionamento no passado com o funcionário do Planalto e, por esse motivo, ainda mantém o número. Porque, claro, ninguém quer se desfazer de uma lembrança tão especial, certo? Quem nunca manteve um chip de um ex por anos a fio, que atire a primeira pedra!

Mas a trama não para por aí. Ao melhor estilo “câmera escondida”, Motorim se dirigiu até a sede da Habit em Tour, uma agência de turismo criada por brasileiros em Buenos Aires. Seu objetivo? Informar aos donos da empresa que estavam “abrigando um terrorista”. Intimidação? Imagina, só uma conversa amigável. O resultado foi previsível: amedrontados, os empresários demitiram o brasileiro Josiel Gomes de Macedo no mesmo dia. Afinal, quem quer entrar na mira de um jornalista que parece mais um agente infiltrado?

E antes que você pense que isso é só um caso isolado de zelo jornalístico, vamos refletir um pouco. Desde quando um repórter tem a função de intimidar empresas e trabalhadores? Mas não se preocupem, é apenas mais um capítulo do que parece ser a versão brasileira do “Ministério da Verdade”, onde acusados são automaticamente culpados – basta uma matéria de um certo veículo de imprensa.

E que tal falarmos um pouco do respeito às leis? Segundo a legislação argentina, Josiel Macedo estava em situação regular no país. Obteve asilo político temporário, o que lhe garante o direito legal de trabalhar em todo o território argentino. Mas, para o valente Motorim, essa formalidade parece um mero detalhe. Porque, claro, quando você tem uma narrativa para empurrar, quem liga para esses pormenores chamados direitos humanos?

Agora, uma perguntinha inocente: desde quando é normal um jornalista utilizar um telefone registrado em nome de um funcionário do Planalto para realizar abordagens em outro país? Parece que até a Chancelaria Argentina pode acabar interessada em saber o motivo desse telefone institucional estar sendo usado em “missão” fora do Brasil. Mas fiquem tranquilos, deve ser apenas mais um caso de “erro administrativo”, como de costume.

E não é de hoje que a imprensa amiga do poder tem essa mania de transformar suas pautas em uma verdadeira caça às bruxas. O caso Motorim é apenas mais um capítulo de uma novela que já conhecemos bem: quem ousa discordar do regime vigente é tachado de “golpista”, “terrorista” e afins. Se você é um exilado que tenta reconstruir a vida em outro país, cuidado: pode virar alvo de um repórter com padrinhos poderosos em Brasília.

Talvez o mais divertido em toda essa história seja a hipocrisia gritante. Enquanto Motorim se aventura pelas ruas de Buenos Aires como se fosse o Sherlock Holmes tupiniquim, os verdadeiros criminosos no Brasil continuam soltos, recebendo afagos institucionais. Porque, né, vamos combinar: se você está do lado certo da narrativa, as regras simplesmente não se aplicam.

Mas não se preocupem! Tudo isso é feito em nome da democracia, claro. Afinal, perseguir brasileiros no exterior, intimidar empregadores e utilizar números telefônicos vinculados à Presidência é, sem dúvida, um ato de defesa da liberdade de imprensa. Ou pelo menos, da liberdade de uma certa imprensa que tem um carinho especial pelo governo de plantão.

Enquanto isso, fica a pergunta no ar: até quando esse circo vai continuar? Até quando veremos jornalistas transformados em agentes de uma agenda política obscura, enquanto cidadãos de bem são perseguidos e tratados como criminosos? Parece que a novela está longe de acabar, mas uma coisa é certa: quem tem a verdade do seu lado não deve se calar.

Então, ao próximo capítulo! Porque, como bem sabemos, no Brasil atual, a realidade sempre consegue ser mais absurda do que a ficção.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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