Reuters: “Índia e Nova Zelândia visam acordo de livre comércio em 60 dias para impulsionar laços comerciais”

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O Ministro do Comércio da Índia, Piyush Goyal, discursa nas horas finais das negociações na reunião bienal de ministros da Organização Mundial do Comércio (OMC), em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, em 1º de março de 2024. REUTERS/Emma Farge
Amigos conservadores, vamos dar um grande parabéns para a diplomacia pragmática que está mudando o jogo! Sim, meus caros, enquanto certos países insistem em se perder em burocracia, censura e interferência estatal, a Índia e a Nova Zelândia estão prestes a firmar um acordo de livre comércio que promete impulsionar suas economias.

Os dois países retomaram negociações após uma década de hiato, e quem lidera esse movimento? Nada menos que o primeiro-ministro indiano Narendra Modi e seu homólogo neozelandês Christopher Luxon. Eles sabem que, para crescer, um país precisa de menos regulação e mais mercado. Uma lógica que certos governos por aqui poderiam aprender, não acham?

Luxon foi direto ao ponto: o acordo será assinado em 60 dias! E por quê? Porque o comércio bilateral entre os dois países já vem crescendo a impressionantes 30% ao ano, atingindo US$ 1,2 bilhão em 2024. Eles sabem que há um oceano de oportunidades em setores como agricultura, minerais essenciais, produtos farmacêuticos e turismo.

Mas nem tudo é um mar de rosas. Como sempre, a regulação excessiva pode atrapalhar. A Índia está relutante em reduzir tarifas sobre produtos lácteos, que variam de 30% a 60%. E claro, isso levanta preocupações sobre os pequenos agricultores indianos. No entanto, a posição firme do ministro do comércio indiano Piyush Goyal mostra que ninguém vai ser forçado a assinar nada “com uma arma apontada para a cabeça”. Traduzindo: a Índia quer livre comércio, mas sem abrir mão de sua soberania.

E agora vem a parte interessante: esse acordo acontece no meio de uma guerra comercial provocada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O líder americano impôs tarifas recíprocas a vários países, incluindo a Índia. E o que a Índia fez? Deixou de chorar e foi atrás de novos parceiros! Também está acelerando acordos com a União Europeia e o Reino Unido.

O que podemos aprender com isso? Simples: enquanto o Brasil segue preso a modelos de Estado pesado, burocracia asfixiante e ideologias ultrapassadas, a Índia e a Nova Zelândia estão mostrando o caminho da prosperidade. O livre mercado sempre vence, meus amigos! E se um acordo desses pode multiplicar o comércio bilateral por dez vezes em uma década, imagine o que o Brasil poderia fazer se tomasse esse caminho.

Parabéns, Índia e Nova Zelândia! Que sirvam de exemplo para o resto do mundo.

Com informações Reuters

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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