
Amigos conservadores, vamos dar um grande parabéns para a diplomacia pragmática que está mudando o jogo! Sim, meus caros, enquanto certos países insistem em se perder em burocracia, censura e interferência estatal, a Índia e a Nova Zelândia estão prestes a firmar um acordo de livre comércio que promete impulsionar suas economias.
Os dois países retomaram negociações após uma década de hiato, e quem lidera esse movimento? Nada menos que o primeiro-ministro indiano Narendra Modi e seu homólogo neozelandês Christopher Luxon. Eles sabem que, para crescer, um país precisa de menos regulação e mais mercado. Uma lógica que certos governos por aqui poderiam aprender, não acham?
Luxon foi direto ao ponto: o acordo será assinado em 60 dias! E por quê? Porque o comércio bilateral entre os dois países já vem crescendo a impressionantes 30% ao ano, atingindo US$ 1,2 bilhão em 2024. Eles sabem que há um oceano de oportunidades em setores como agricultura, minerais essenciais, produtos farmacêuticos e turismo.
Mas nem tudo é um mar de rosas. Como sempre, a regulação excessiva pode atrapalhar. A Índia está relutante em reduzir tarifas sobre produtos lácteos, que variam de 30% a 60%. E claro, isso levanta preocupações sobre os pequenos agricultores indianos. No entanto, a posição firme do ministro do comércio indiano Piyush Goyal mostra que ninguém vai ser forçado a assinar nada “com uma arma apontada para a cabeça”. Traduzindo: a Índia quer livre comércio, mas sem abrir mão de sua soberania.
E agora vem a parte interessante: esse acordo acontece no meio de uma guerra comercial provocada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O líder americano impôs tarifas recíprocas a vários países, incluindo a Índia. E o que a Índia fez? Deixou de chorar e foi atrás de novos parceiros! Também está acelerando acordos com a União Europeia e o Reino Unido.
O que podemos aprender com isso? Simples: enquanto o Brasil segue preso a modelos de Estado pesado, burocracia asfixiante e ideologias ultrapassadas, a Índia e a Nova Zelândia estão mostrando o caminho da prosperidade. O livre mercado sempre vence, meus amigos! E se um acordo desses pode multiplicar o comércio bilateral por dez vezes em uma década, imagine o que o Brasil poderia fazer se tomasse esse caminho.
Parabéns, Índia e Nova Zelândia! Que sirvam de exemplo para o resto do mundo.
Com informações Reuters