Ricardo Noblat, do Metrópoles, acusa Trump de apoiar “nova tentativa de golpe bolsonarista”

Ah, Ricardo Noblat, esse fiel escriba da extrema-esquerda brasileira, ressurge mais uma vez com sua pena empapada de ranço contra qualquer

Por Notas & Informações

Ah, Ricardo Noblat, esse fiel escriba da extrema-esquerda brasileira, ressurge mais uma vez com sua pena empapada de ranço contra qualquer coisa que respire liberdade, conservadorismo ou Jair Bolsonaro. No Metrópoles, sua trincheira jornalística preferida — ou seria um panfleto digital de adoração ao petismo? —, Noblat decidiu pintar mais um quadro grotesco da realidade. E, como sempre, borrando fatos, distorcendo intenções e entregando à patota vermelha o que ela tanto deseja: uma boa dose de ódio gourmetizado contra a direita.

Vamos ao delírio da vez: Trump e Bolsonaro estariam tramando mais um “golpe de Estado”. Sim, isso mesmo. Em pleno 2025, Ricardo Noblat jura — com a convicção de quem acredita que Lula é honesto — que o ex-presidente americano está a serviço do ex-presidente brasileiro. A lógica? Nenhuma. A fonte? Seu próprio devaneio.

Dá gosto, segundo ele, ver os Bolsonaros “confessando” o intento de golpe. Confessando, vejam só. Noblat, o ilusionista das palavras, transforma entrevistas públicas e discursos de campanha em reuniões secretas de milicianos políticos. Ora, se isso é golpe, então todo pronunciamento da esquerda sobre “resistência ao fascismo” e “parar o Brasil” é o quê? Uma aula magna de pacifismo?

O jornalista da extrema-esquerda, Ricardo Noblat, do Metrópoles, afirma que os Bolsonaro “esculhambaram até com o planejamento de golpe”. Genial. Aparentemente, agora se espera que uma conspiração armada venha com manual de instruções e cronograma no Google Agenda. Quando o golpe é tão público, televisionado e comentado, talvez a única coisa que está sendo golpeada seja o bom senso de quem lê esse tipo de coluna e acredita.

Ricardo Noblat – Divulgação

E como sempre, ele volta ao vídeo da reunião de ministros, em 2022. Aquilo que a imprensa pintou como “confissão de golpe”, na verdade, foi uma análise crua daquilo que já sabíamos: o sistema eleitoral brasileiro está longe de ser imaculado. Mas Noblat, como todo fiel servo do consórcio midiático, prefere ignorar as dúvidas reais sobre urnas, TSE e censura, para focar no espetáculo teatral: o vilão Bolsonaro querendo “virar a mesa”.

A cereja do bolo? A viagem de Eduardo Bolsonaro aos EUA. O jornalista da extrema-esquerda, Ricardo Noblat, Metrópoles, não conseguiu resistir e soltou sua ironia classe-média-sofre: “ex-fritador de hambúrguer em lanchonetes americanas”. E daí, Noblat? A vida do rapaz te incomoda por quê? Por acaso seria mais aceitável se ele tivesse passado pela USP, se filiado ao PSOL e hoje ocupasse cargo comissionado no gabinete de algum deputado que chama policial de genocida?

A elite progressista brasileira tem esse fetiche com humilhar quem trabalhou com as mãos. Talvez por isso ame tanto Lula, que nunca provou ter trabalhado como torneiro, mas se autodeclara operário há 50 anos. Uma narrativa conveniente, claro. Já Eduardo, que fala inglês fluentemente (coisa que poucos no PT conseguem sem tradutor do Foro de São Paulo), virou alvo porque defende a liberdade. Inaceitável, não é mesmo?

Mas o mais patético do texto é a obsessão de Noblat com a ideia de que qualquer crítica ao STF — mais especificamente, a Alexandre de Moraes — é tentativa de golpe. Não se pode questionar decisões judiciais. Não se pode pedir anistia. Não se pode se opor a censura. Tudo virou “ataque à democracia”. A mesma democracia que hoje prende deputado por palavras, cala jornalistas, e investiga padre por missa. Ironias da liberdade, versão Brazuela™.

É aqui que o texto escancara seu objetivo: criar a narrativa de que o bolsonarismo é inimigo da democracia, quando, na verdade, o que estamos assistindo é o lulopetismo transformando instituições em tentáculos de controle. E aí vem Noblat, com sua lupa enviesada, acusando de “traidores da pátria” os que lutam para que o Brasil não se torne uma filial da Venezuela.

Ora, se “pôr o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos” é traição, o que seria, então, roubar bilhões dos cofres públicos via Petrobras, BNDES e Fundos Partidários? O que seria chamar ditadores latino-americanos de “companheiros” enquanto se fecha igrejas e se financia aborto com dinheiro público? Que nome se dá à idolatria de criminosos condenados e à criminalização de conservadores?

E que dizer do tarifaço de Trump, citado com alarmismo por Noblat, como se o ex-presidente americano tivesse acordado um dia e pensado: “Vou prejudicar o Lula lá no Brasil, para ajudar Bolsonaro”. A realidade é bem mais simples — e pragmática. Trump defende sua economia. Lula, como sempre, abaixa as calças para qualquer imposição externa, seja da ONU, OMS ou da esquerda globalista.

Mas para Noblat, qualquer movimento contra o governo de seu ídolo de nove dedos é tentativa de destruição da república. Esquece que o verdadeiro golpe já foi dado — quando a mídia se calou diante da censura, quando o Congresso foi dobrado a emendas, quando o STF se tornou partido político.

Ao fim do texto, o jornalista da extrema-esquerda fecha com chave de bronze falso: “Patriotas dessa estirpe não passam de traidores”. Engraçado, vindo de alguém que defende um governo aliado de ditaduras, defensor do aborto, da censura e da destruição dos valores cristãos. Talvez seja hora de Noblat olhar no espelho e perguntar quem, de fato, traiu o Brasil.

Enquanto isso, seguimos rindo — com desprezo — da tentativa patética de transformar jornalistas em juízes morais, e presidentes conservadores em criminosos internacionais. O único golpe em andamento é o do discurso: o sequestro da verdade pelas mãos dos “democratas de ocasião” que odeiam a liberdade, mas amam posar de heróis.

Com informações Metrópoles

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