
Meus amigos conservadores, eis que mais uma vez a realidade nos escancara a verdade que muitos insistem em ignorar. A guerra na Ucrânia, um conflito que foi sistematicamente alimentado por interesses globalistas, continua a nos oferecer uma verdadeira aula sobre geopolítica, soberania e a hipocrisia dos supostos “defensores da democracia”.
Segundo as informações mais recentes, a Ucrânia concordou com um acordo de cessar-fogo, mas vejam só: a Rússia imediatamente rechaçou a possibilidade de tropas estrangeiras em solo ucraniano. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, deixou claro que a soberania russa e seus interesses estratégicos não serão negociados com forças de paz impostas por potências ocidentais.
O assessor de Vladimir Putin, Yuri Ushakov, foi ainda mais incisivo ao declarar que qualquer trégua temporária só serviria para que a Ucrânia se reagrupe. E sejamos honestos: ele está errado? Quantas vezes vimos esse mesmo filme em outros conflitos? Não nos esqueçamos de como o Ocidente e suas agências internacionais utilizam “cessar-fogos” como desculpa para reforçar tropas, rearmar aliados e preparar ofensivas futuras. Isso é diplomacia? Não, isso é estratégia de guerra.
E então temos Donald Trump. Enquanto o atual governo americano derrama dinheiro dos contribuintes para alimentar um conflito que interessa apenas aos grandes grupos econômicos e industriais do armamento, Trump se posiciona de maneira lógica e pragmática. A guerra custa caro, destrói vidas e não beneficia ninguém a não ser aqueles que ganham com a destruição. O ex-presidente dos Estados Unidos critica a devastação causada pelo conflito e exige negociações rápidas. Mas, claro, como sempre, os “democratas pacifistas” preferem manter a chama da guerra acesa, porque ela serve aos seus interesses.
Aqui vale um questionamento fundamental: qual é o real objetivo do Ocidente na Ucrânia? Defender a democracia? Não sejamos ingênuos. A própria Ucrânia tem sido palco de censura, perseguição política e supressão de liberdades individuais desde que este conflito começou. O objetivo é estrangular a Rússia, impedir sua ascensão como potência global e garantir que a Europa continue dependente dos Estados Unidos e de seus aliados globalistas. Nada mais que um tabuleiro geopolítico onde vidas humanas são descartáveis.
A questão de Kursk, que pode estar no centro das exigências russas, mostra que Moscou está disposta a negociar, sim, mas não aceita a lógica imposta pela OTAN e pelos burocratas de Bruxelas. É claro que a Rússia deseja o fim total da guerra, mas nos seus termos, garantindo sua segurança e a proteção dos territórios de influência que considera essenciais. Quem, em sã consciência, aceitaria um “cessar-fogo” que, na prática, só beneficiaria um lado e fragilizaria outro?
Vivemos tempos sombrios, em que a informação manipulada contamina a análise dos fatos e a opinião pública. A grande mídia, sempre serviçal dos interesses globalistas, venderá a narrativa de que a Rússia está se negando a dialogar. Mas não se enganem: esta guerra jamais foi sobre a liberdade da Ucrânia. Desde o início, é um jogo de poder, com um lado impondo sua agenda e o outro resistindo para manter sua soberania.
Agora, aguardamos um pronunciamento de Vladimir Putin, que pode ocorrer ainda hoje. Mas, independentemente do que ele diga, a verdade é uma só: a Rússia não cederá enquanto o Ocidente continuar tratando a Ucrânia como uma mera peça em seu tabuleiro de domínio global.
Cabe a você, leitor atento e consciente, enxergar além das manchetes fabricadas e compreender o verdadeiro jogo por trás dessa guerra. Quem realmente se preocupa com a paz? Quem lucra com o caos? Essas são as perguntas que devemos fazer, sem cair nas armadilhas das narrativas prontas.
URGENTE!! Um dia após a Ucrânia concordar com um acordo de cessar-fogo, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da RF, Maria Zakharova, anunciou em uma entrevista coletiva que a Rússia nunca permitirá tropas estrangeiras (de manutenção da paz), que são parte essencial… pic.twitter.com/49WhrtkkKF
— Área Militar (@areamilitarof) March 13, 2025