Ruth de Aquino, O Globo – surta com Eduardo Bolsonaro e entrega o desespero da extrema-esquerda

A jornalista Ruth de Aquino, aquela da O Globo, resolveu mais uma vez envergonhar o jornalismo brasileiro. Com um texto recheado

Por Notas & Informações

A jornalista Ruth de Aquino, aquela da O Globo, resolveu mais uma vez envergonhar o jornalismo brasileiro. Com um texto recheado de clichês, arrogância disfarçada de ironia e uma dose cavalar de militância, ela decidiu atacar Eduardo Bolsonaro — ou, como ela tenta zombar, o “bananinha”. Tudo isso na típica tentativa da extrema-esquerda de reescrever a realidade enquanto a própria história desmorona diante de seus olhos míopes.

No universo paralelo onde vive Ruth, um boné com os dizeres Make America Great Again é mais perigoso do que o Foro de São Paulo, a censura institucionalizada, ou as alianças escancaradas do PT com ditaduras socialistas decadentes. Para ela, Eduardo não é só um “fracasso”; ele é uma ameaça ao Brasil por supostamente conspirar com Donald Trump — sim, o homem que governou a maior potência do planeta, mas que, segundo a sabedoria progressista de redação, virou sinônimo de “delírio autoritário”.

É de uma ironia deliciosa ver como a esquerda enlouquece ao menor sinal de que a direita ainda respira. Ruth escreve como se representasse o povo, mas escreve para um clubinho de assinantes do O Globo, que ainda acham que Bonner é imparcial e que a Lava Jato foi uma invenção de Sérgio Moro para se tornar político. Ruth critica Dudu por ter sido “o mais votado da história do país”, como se votos populares fossem um crime imperdoável. Claro, para essa turma, o voto só tem valor quando elege um poste de nove dedos ou seus asseclas.

No seu espetáculo de arrogância, a jornalista debocha do inglês de Eduardo, do português também, e até do seu histórico de trabalho. Fritar hambúrguer nos Estados Unidos virou ofensa no vocabulário gourmet da esquerda chique, aquela que jamais lavou uma louça mas acha lindo ver o trabalhador bancando um Estado paquidérmico. Eles preferem mesmo é um ex-presidiário sem estudo, desde que leia textos preparados por marqueteiros cubanos e diga “companheiros” no discurso.

E sobre a tal “conspiração com Trump”? É sempre assim: quando um conservador articula internacionalmente, é golpe. Quando Lula abraça Cristina Kirchner, Díaz-Canel, Nicolás Maduro e Xi Jinping, é “política externa soberana”. Ruth até menciona que Lula foi visitar Kirchner, presa por corrupção — mas tenta passar pano como quem escreve de má vontade, para parecer que é imparcial. Afinal, ela sabe que seus leitores estão com os olhos fechados e a cabeça enterrada em alguma narrativa da Carta Capital.

Ela ainda afirma que os bolsonaristas “não votaram no Trump” e não querem bandeiras americanas. Talvez ela devesse dar uma volta fora da bolha do Leblon. Os patriotas não estão defendendo Trump ou bandeiras dos EUA — estão lutando contra o avanço da tirania institucionalizada dentro do Brasil, essa que prende influenciadores por memes e censura vozes conservadoras com apoio da grande imprensa.

Aliás, é engraçado como essa turma critica o “autoritarismo” de Bolsonaro enquanto aplaude de pé ministros togados que governam por decretos judiciais e ameaçam parlamentares eleitos. Para Ruth, Eduardo “conspira contra o Brasil” por criticar o STF. E o STF, que rasga a Constituição com a frequência de um flanelinha lavando carro em dia de sol, é intocável. Que coincidência, não?

Eduardo Bolsonaro virou “abacaxi” para Ruth, mas quem virou laranja podre foram os jornalistas que passaram a vida adulando o poder de esquerda e hoje são vistos como piada nacional. O “bananinha” pode até errar na gramática, mas pelo menos não mente sobre sua agenda. Já a imprensa militante vive tropeçando nas próprias versões da verdade — hoje diz uma coisa, amanhã jura que nunca disse.

No delírio progressista, Dudu é ridicularizado por defender o acesso às armas, como se isso fosse loucura. Claro, para quem defende que só o Estado — esse mesmo que se alia ao crime organizado nas periferias — tenha armamento, cidadão armado é um perigo. Vai que o povo acorda e começa a exigir respeito, né, Ruth?

Ela tenta zombar da ideia de que Dudu poderia ser embaixador nos EUA. Mas não parece ver problema algum em Lula indicar como embaixador um sindicalista que não sabe falar nem “good morning”. O mérito, para essa turma, só existe quando é entre “companheiros”.

E o ápice da palhaçada vem quando Ruth afirma que Lula deveria seguir Napoleão e “não interromper o inimigo enquanto ele comete um erro”. Ela escreve como se o erro fosse Eduardo, quando todo o país vê o erro desfilando no Planalto, batendo continência para Cuba, financiando obras em Angola, e socorrendo a Argentina com dinheiro do BNDES. Se isso não é sabotagem à soberania nacional, então o que seria? Um tuíte com erro de português?

Por fim, a jornalista diz que a conta vai chegar para a direita. Talvez ela devesse olhar ao redor: a conta já chegou para o jornalismo militante, que perdeu credibilidade, perdeu audiência, e só sobrevive com verbas públicas e assinaturas de velhinhas ideológicas. Enquanto isso, a direita cresce nos bastidores, no coração do povo trabalhador, que já enxerga o teatro de Brasília como um circo financiado por narrativas como a de Ruth.

A verdade é que a esquerda só sabe viver com inimigos imaginários. Se não fosse Eduardo Bolsonaro, seria qualquer outro “radical de direita” que ousasse desafiar o sistema. Porque, no fundo, o que mais apavora a elite progressista é o fato de que o povo aprendeu a ler nas entrelinhas — e já não compra mais a mentira impressa em papel-jornal.

Mas continue, Ruth. Seus textos são o melhor combustível para quem ainda precisava acordar.

Com informações O Globo

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