
Ah, a extrema-esquerda, essa entidade que se autoproclama guardiã da moralidade, da justiça social e do monopólio da virtude. Mais uma vez, ela mostra sua verdadeira face: intolerante, autoritária e profundamente contraditória. Dessa vez, a vítima da patrulha progressista é ninguém menos que Baby do Brasil, a icônica cantora que ousou expressar um pensamento que remete a uma das maiores virtudes do cristianismo: o perdão. E quem foi a inquisidora da vez? A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), claro, sempre disposta a transformar qualquer opinião divergente em crime de lesa-patría.
Agora me diga, amigo leitor, você realmente esperava algo diferente? A esquerda brasileira não tolera o perdão porque ele aniquila sua principal estratégia: o ressentimento. Afinal, um povo que perdoa não guarda rancor, e sem rancor não há polarização para ser explorada politicamente. A esquerda sobrevive alimentando o vitimismo, fragmentando a sociedade em grupos que se odeiam e precisam de um “salvador” para fazer justiça. E, claro, esse salvador nunca é Deus, mas o Estado sob o controle dos iluminados do PSOL e afins.
Baby do Brasil, durante um culto na D-Edge, ousou dizer que vítimas de abuso deveriam perdoar seus agressores. A frase, retirada do contexto como de costume, foi transformada em um crime hediondo pela militância progressista, que prontamente correu ao Ministério Público como se a cantora tivesse cometido um atentado contra a humanidade. Porque, claro, pregar o perdão é intolerável, mas defender que criminosos devem ser soltos, que policiais são os verdadeiros bandidos e que o Brasil deveria ter uma censura de pensamento é totalmente aceitável para essa turma.
A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acionou o MP contra Baby do Brasil após a cantora dizer, em um culto na D-Edge, que vítimas de abuso deveriam perdoar seus agressores. pic.twitter.com/t24znLIjfu
— Brasil Paralelo (@brasilparalelo) March 13, 2025
O interessante aqui é perceber a dissonância cognitiva da esquerda. No mundo da extrema-esquerda, perdoar um criminoso comum é lindo. Vide as dezenas de projetos que eles defendem para afrouxar penas, acabar com a prisão preventiva e transformar assassinos e estupradores em vítimas da sociedade. Mas se uma mulher cristã sugere que a vítima de abuso encontre no perdão uma forma de se libertar do trauma, isso é considerado um escândalo moral. Por quê? Porque o perdão não gera votos. A revolta, sim.
Vamos aos fatos: Baby do Brasil não disse que abusadores não devem ser punidos. Não sugeriu que o sofrimento das vítimas é irrelevante. Tampouco pregou a impunidade. Ela apenas compartilhou uma visão espiritual, presente em todas as doutrinas cristãs, de que o perdão é um caminho de cura. O mesmo ensinamento proferido por Jesus Cristo há mais de dois mil anos. Mas, segundo a cartilha do PSOL, agora nem a mensagem de Cristo pode ser dita em público sem que se cometa um “crime” de opinião.
A deputada Sâmia Bomfim, que se coloca como defensora dos direitos das mulheres, parece ter prioridades curiosas. Quantas vezes você a viu cobrar justiça pelas vítimas de criminosos soltos por decisão de ministros alinhados com sua ideologia? Onde estava sua indignação quando um feminicida foi libertado para matar novamente porque “o sistema prisional não recupera”? Onde estava sua fúria quando mulheres inocentes foram mortas por bandidos que a esquerda insiste em chamar de “vítimas do capitalismo”? Ah, isso não gera engajamento, né? Melhor atacar uma cantora cristã, que não tem a mídia de seu lado para defender-se.
A verdade é que esse caso é apenas mais um sintoma do projeto da extrema-esquerda de criminalizar o cristianismo. Eles não querem apenas desacreditar valores como a fé e a família; querem torná-los ilegais. A prática religiosa, para essa gente, só é aceitável quando adaptada ao seu discurso ideológico. Se um pastor progressista disser que Jesus era socialista, tudo bem. Mas se uma cantora cristã falar sobre perdão, é caso de polícia.
E não se engane: isso é apenas o começo. Se hoje processam Baby do Brasil, amanhã pode ser você. Se hoje atacam a pregação do perdão, amanhã vão proibir que se fale sobre a família tradicional, sobre a vida intrauterina, sobre a importância da moral e da disciplina. Não se iluda, eles não querem apenas silenciar cristãos como Baby do Brasil; querem silenciar qualquer um que tenha a audácia de pensar diferente da cartilha progressista.
O caso é revelador porque mostra que, na mentalidade revolucionária da esquerda, até o direito de interpretar a própria dor precisa passar pelo filtro ideológico deles. Uma vítima não pode encontrar paz no perdão; ela precisa alimentar raiva, sede de vingança, revolta perpétua. Não porque a esquerda se importa com seu sofrimento, mas porque sua dor é uma ferramenta útil para manter a engrenagem da luta de classes girando.
A perseguição a Baby do Brasil é um aviso claro: ou você se enquadra na agenda progressista ou será cancelado, criminalizado, silenciado. A história nos mostra que os regimes que começam assim nunca terminam bem. Mas o que a esquerda não entende é que a verdade tem uma força própria, e por mais que tentem apagá-la, ela sempre ressurge. Baby do Brasil não precisa de defensores porque suas palavras ecoam uma verdade muito maior do que qualquer militância histérica pode suprimir.
O verdadeiro escândalo não é o que Baby do Brasil disse, mas a reação que sua declaração gerou. Isso mostra o quão doente está nossa sociedade e o quanto precisamos urgentemente recuperar nossos valores. Se até o perdão se tornou um crime, então estamos diante de uma sociedade que perdeu completamente o rumo. Mas não se preocupe, caro leitor, porque a verdade é como a luz: pode ser ocultada por um tempo, mas jamais apagada.