
O teatro montado por Luiz Inácio Lula da Silva em Juazeiro (BA) revela mais do que um simples discurso inflamado contra Jair Bolsonaro: escancara o cinismo crônico da esquerda que transformou o Brasil em palco de narrativas falsas, perseguições políticas e aparelhamento institucional. Enquanto Lula finge ser o defensor da legalidade e da democracia, a verdade – aquela que os militantes de palanque evitam encarar – é que o PT construiu seu império político justamente à base da mentira, da corrupção e da cooptação dos três poderes.
A frase “se Bolsonaro for condenado, o lugar dele é no xilindró”, dita com ar de justiceiro, seria até cômica se não viesse de alguém que passou quase 600 dias preso por corrupção e lavagem de dinheiro. É esse mesmo Lula, protagonista do maior escândalo de corrupção da história mundial – o Petrolão –, que agora se arroga o direito de ditar o que é certo ou errado. Um condenado por 9 votos a 0 no TRF-4, salvo por manobras jurídicas que rasgaram o devido processo legal, vem ditar lições de moral ao povo brasileiro? É isso que se tornou o Brasil sob domínio da esquerda: um país onde os corruptos viram vítimas e os adversários viram criminosos.
A narrativa petista tenta pintar Bolsonaro como um golpista, ignorando completamente os abusos sistemáticos que vêm sendo cometidos pelo próprio STF – corte que se transformou em braço político do lulopetismo. Desde censura de jornalistas até a prisão arbitrária de cidadãos comuns por simples opiniões, o Judiciário brasileiro deixou de ser guardião da Constituição para se tornar o carrasco da liberdade. Lula diz que a lei vale para todos, mas ignora o óbvio: no Brasil petista, a lei só vale para os inimigos políticos.
Quando Donald Trump tenta interceder em defesa de Bolsonaro, Lula age como se fosse um patriota ultrajado. Mas qual patriotismo existe num governo que vive de lamber botas de ditaduras como a de Cuba, Nicarágua, Venezuela, China? O mesmo Lula que bajula Nicolás Maduro, que defende eleições fraudulentas na América Latina, agora se sente ameaçado por uma carta de Trump? A indignação é seletiva. Quando ditadores de esquerda assassinam opositores, Lula chama de “soberania nacional”. Quando um ex-presidente conservador escreve uma carta, ele chama de “desaforo”.
Essa retórica do “xilindró” e da “democracia ameaçada” é um recurso barato para mascarar o verdadeiro objetivo do PT: eliminar qualquer oposição de forma permanente. É por isso que Lula já prepara sua reeleição para 2026, prometendo enfrentar “essa turma do coisa” – ou seja, todos aqueles que ousam discordar do projeto totalitário da esquerda. Ele não quer competir. Quer eliminar o adversário. Como todo autoritário, Lula não tolera disputa; quer hegemonia.
Enquanto o país enfrenta crises econômicas, insegurança jurídica e fuga de investimentos, o presidente da República está mais preocupado em calar opositores do que em governar. Fala em “juntar empresários americanos” ao mesmo tempo em que permite que seu partido promova ódio de classes, ataques ao agronegócio e aparelhamento do BNDES para financiar obras em países socialistas. Qual empresário sério vai investir em um país que ameaça prender o principal opositor por suposto “golpe” enquanto ignora os crimes da sua própria base?
E qual “democracia brasileira” é essa que Lula diz querer consolidar, se ela se sustenta em censura prévia, perseguição judicial e propaganda estatal? O Brasil vive hoje sob uma forma disfarçada de autoritarismo. O Executivo comanda uma narrativa centralizada; o Judiciário persegue quem discorda; o Legislativo se ajoelha diante do governo em troca de emendas. A imprensa, salvo honrosas exceções, virou assessoria de imprensa do Planalto.
O PT tenta passar a imagem de que “o Brasil voltou”, mas a verdade é que o Brasil regrediu. Voltou aos tempos de compra de apoios, de escândalos silenciados, de inchamento da máquina pública e de manipulação midiática. O PAC, usado como cenário de propaganda na Bahia, nada mais é do que uma versão reciclada da velha prática petista: usar dinheiro público para comprar votos e consolidar domínio político. A saúde continua um caos, a educação sucateada, mas o discurso é sempre o mesmo: “Estamos cuidando do povo”. Só se for do povo cubano.
Esse projeto de poder travestido de democracia é alimentado pelo medo: medo de que Bolsonaro volte, medo de que o povo acorde, medo de que a verdade vença. Por isso o desespero de Lula ao ver Trump se manifestar. Não é medo da carta. É medo do efeito. O Brasil está cansado de ser governado por quem o envergonha internacionalmente, por quem transforma o Palácio do Planalto num comitê de campanha permanente, por quem prefere atacar opositores do que resolver os problemas reais da população.
A verdade é incômoda para a esquerda: Lula não representa a democracia. Representa o atraso, a manipulação e a distorção dos fatos. Seu governo não é um governo de reconstrução. É um governo de revanche, de vingança contra aqueles que ousaram desafiar a hegemonia petista. E essa vingança está sendo executada à risca, com a anuência de uma elite política covarde e de um judiciário comprometido com a pauta ideológica da esquerda.
Enquanto Lula faz bravatas em palanques, o Brasil real assiste perplexo ao avanço da censura, ao desmonte das instituições e ao retorno da velha política – agora mais perigosa, mais dissimulada e mais autoritária. A história mostrará que o maior golpe ao Estado Democrático de Direito não veio de Bolsonaro, mas sim do próprio sistema que diz combatê-lo. E nesse sistema, Lula é o maestro.
O povo brasileiro merece a verdade. Merece justiça, não justiçamento. Merece liberdade, não perseguição. E, acima de tudo, merece um governo que o respeite – não que o trate como massa de manobra para manter um projeto de poder corrupto e ultrapassado.
Com informações Metrópoles
















