“Simone Tebet defende discussão sobre a redução da escala 6×1”, diz Folha de S.Paulo

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 Ministra do Planejamento, Simone Tebet/Reprodução – Folha de S.Paulo

Ah, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, em sua incansável cruzada para salvar a economia brasileira, agora surge com a brilhante ideia de discutir a redução da escala de trabalho 6×1. Afinal, trabalhar seis dias e descansar apenas um é “desumano”, segundo ela. Mas não se preocupem, caros leitores do Conservadores Online, pois essa proposta não é apenas uma questão de humanidade; é também uma estratégia infalível para gerar produtividade, qualidade no trabalho e, claro, benefícios ao setor econômico. Quem diria que a solução para todos os nossos problemas estava em trabalhar menos?

Essa defesa fervorosa foi feita em uma entrevista à jornalista Miriam Leitão, onde Tebet nos iluminou com sua visão de um Brasil onde menos trabalho equivale a mais riqueza. E não para por aí. O debate sobre a escala 6×1 ganhou ainda mais força com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da deputada Erika Hilton, do PSOL-SP, que sugere uma escala 4×3, ou seja, quatro dias de trabalho para três de descanso. Porque, obviamente, se trabalhar cinco dias é bom, trabalhar quatro deve ser ainda melhor.

Mas não nos deixemos enganar pelas aparências. Por trás dessa fachada de preocupação com o bem-estar dos trabalhadores, esconde-se uma agenda que visa, na verdade, minar os pilares da economia e da sociedade brasileira. Afinal, quem precisa de produtividade, competitividade e crescimento econômico quando se pode simplesmente reduzir a jornada de trabalho e esperar que a mágica aconteça?

A ministra Tebet também defende a igualdade salarial entre homens e mulheres como uma forma de impulsionar a economia. Porque, claro, a economia não cresce devido a investimentos, inovação ou empreendedorismo, mas sim por decretos que ignoram as complexidades do mercado de trabalho e as diferenças naturais entre os indivíduos.

É preciso ter coragem para enfrentar essas questões, diz Tebet. Coragem, de fato, para implementar políticas que já se mostraram desastrosas em outros países e que ignoram a realidade do mercado brasileiro. Mas quem se importa com evidências e resultados quando se pode simplesmente seguir a cartilha ideológica da extrema-esquerda?

Tebet acredita que a meta de justiça social é comum à esquerda e à direita, com divergências na forma. No entanto, ao criticar os extremos políticos que pregam violência, privação de liberdade e autocracia, ela convenientemente esquece que muitas dessas características são encontradas justamente nas políticas defendidas pela esquerda radical que ela representa.

E, claro, não poderia faltar a menção ao governo de Donald Trump. Para Tebet, é preciso dar um tempo para Trump entender que o mundo está diferente e que hoje o maior parceiro comercial brasileiro é a China. Porque, obviamente, é papel do Brasil educar os Estados Unidos sobre como conduzir sua política externa e comercial.

A ministra também destaca as rotas de integração sul-americana, com 200 milhões de possíveis consumidores dos produtos brasileiros. Porque, afinal, é muito mais sensato apostar em mercados menores e menos desenvolvidos do que fortalecer relações com potências econômicas globais.

Na política doméstica, Tebet adota um tom diplomático em relação ao Congresso e à recém-empossada ministra Gleisi Hoffmann. Afinal, é preciso manter as aparências e fingir que há unidade e coerência dentro do governo, mesmo quando as evidências apontam para o contrário.

Ela admite que o Congresso não é fiscalista como o governo imaginava, mas isso não deve ser criticado. Afinal, democracia é isso: gastar sem responsabilidade e esperar que a conta nunca chegue.

Tebet defende 2026 como uma “janela de oportunidade” para cortar gastos supérfluos e adotar um rigor que possibilite a diminuição de juros, da inflação e o crescimento da economia, após um período de “janela de gastança”. Porque, obviamente, é possível gastar irresponsavelmente agora e simplesmente apertar o cinto mais tarde, sem consequências negativas.

Ela justifica os gastos atuais como necessários para recuperar programas sociais, ciência, tecnologia, educação e inovação. Porque, claro, a solução para todos os problemas é sempre mais gasto público, independentemente de sua eficiência ou necessidade.

Mas não se preocupem, caros leitores. Em 2027, seja quem for o próximo presidente, ele não governará com esse arcabouço fiscal, com essas regras fiscais, sem gerar inflação, dívida pública e detonar a economia. Porque, obviamente, é possível prever o futuro e garantir que políticas irresponsáveis não terão consequências negativas.

Sobre Gleisi Hoffmann, Tebet adota um tratamento gentil e acredita que a ex-presidente do PT mudará o tom crítico após assumir um cargo na Esplanada dos Ministérios. Porque, claro, cargos e poder têm o poder mágico de transformar ideologias e convicções profundamente enraizadas.

Tebet nega a intenção de disputar o governo do Mato Grosso do Sul em 2026 e sinaliza a intenção de concorrer a uma vaga no Senado. Porque, afinal, é sempre bom ter um plano B quando as políticas defendidas começam a mostrar suas verdadeiras consequências.

Em suma, a proposta de redução da escala de trabalho 6×1 e a adoção de uma jornada 4×3 são mais um exemplo da agenda ideológica da extrema-esquerda que busca minar os pilares da economia e da sociedade brasileira. É fundamental que nos mantenhamos vigilantes e informados para combater essas narrativas e defender os valores conservadores que sustentam nossa nação.

Com informações Folha de S.Paulo

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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