Simone Tebet negocia com o PT candidatura ao Senado por SP nas eleições de 2026

A esquerda surtou de novo. Desta vez, com mais uma pérola da jornalista de estimação do petismo, Mônica Bergamo, publicada na

Por Notas & Informações

A esquerda surtou de novo. Desta vez, com mais uma pérola da jornalista de estimação do petismo, Mônica Bergamo, publicada na Folha de S.Paulo: Simone Tebet, ministra do Planejamento — ou seria do Improviso? — está sendo “namorada” pelo PT para disputar o Senado por São Paulo em 2026. Sim, ela mesma. A campeã de flexibilidade ideológica, que já foi liberal, lavajatista, terceira via, anti-Lula, e agora virou mascotinha do governo mais retrógrado e fisiológico da América Latina.

Segundo o artigo, lideranças do PT de São Paulo procuraram a ex-senadora por Mato Grosso do Sul — estado onde fez carreira e ganhou eleição — para convencê-la a mudar o título eleitoral e representar os paulistas no Senado. A justificativa? Ela tem duas filhas que moram na capital e umas terrinhas no litoral. Pronto! Então já pode legislar por 44 milhões de pessoas, claro. Afinal, se a sogra do primo do cunhado tem casa em Peruíbe, já vale uma cadeira no Congresso.

A verdade é que essa movimentação não tem nada de estratégica — é puro desespero. O PT sabe que Lula chega em 2026 mais velho, mais cansado e muito mais rejeitado. E diante da incapacidade de gerar qualquer novo nome relevante, resolveu ressuscitar uma candidata decorativa, que em 2022 serviu como figurante de luxo no circo da “democracia em risco”.

Vamos aos fatos. Em 2022, Simone Tebet dizia que jamais apoiaria Lula. Chamava o PT de ultrapassado, defensor de corruptos e inimigo do Brasil moderno. Lembram disso? Pois bem. Bastou meia ligação do Alckmin, meia dúzia de promessas de ministério, e lá estava ela no segundo turno, discursando com cara de “nova política” ao lado do velho do atraso. Moral? Não se encontra nem na nota de rodapé do discurso dela.

De “última esperança do centro”, Tebet virou plano B do petismo decadente. Uma espécie de Marina Silva que sorri em planilhas do Excel, mas que não entrega nada além de frases genéricas sobre “equilíbrio fiscal” enquanto o governo torra bilhões com emendas secretas e ministérios inoperantes.

E o mais cínico: dizem que ela seria uma “trunfo eleitoral” em São Paulo, o estado mais resistente ao PT nos últimos 20 anos. Só esqueceram de avisar o eleitor paulista disso. Em 2022, ela teve apenas 1,6 milhão de votos no estado — menos que o Tiririca em 2014. Querem empurrá-la como senadora porque “ela teve boa performance”, quando na verdade serviu só para tirar votos do Bolsonaro no primeiro turno. Um disfarce com batom e PowerPoint.

Segundo Bergamo, a ministra “viu a ideia com simpatia”. Claro, por que não? Quem resiste à chance de se eleger por um estado onde nunca fez nada, nunca foi prefeita de cidade alguma, nunca teve base, nunca apresentou projeto relevante e nunca enfrentou um debate regional? Política de currículo turbinado em rede social e zero entrega no mundo real.

Mas o show de horrores não para aí. O plano do PT é montar um palanque em São Paulo com Haddad, Márcio França, Alckmin e Tebet. Uma espécie de quarteto fantástico da incoerência. Haddad, o ministro do “não sei o que fazer, mas finjo que calculo”. França, o eterno quase. Alckmin, o ex-tucano que amaldiçoava o PT e hoje dá tapinha nas costas de Gleisi Hoffmann. E Tebet, a camaleoa, que muda de cor conforme o cargo disponível.

Segundo o roteiro lulista, essa gangue ajudaria Lula a reverter os números no maior colégio eleitoral do Brasil. Mas esqueceram de contar que São Paulo também é o estado onde o eleitor acordou primeiro. Aqui não cola mais esse teatro de “frente ampla pela democracia” com atores decadentes que se revezam entre ministérios e palanques, dependendo do vento político.

Tebet hoje se contenta com o papel de papagaio de auditório do Haddad, tentando fazer parecer que o Brasil tem rumo econômico, enquanto o país afunda em juros altos, carga tributária insana e uma inflação moral que já contaminou todo o Planalto. Seu ministério é um grande PowerPoint de promessas, onde se fala muito em planejamento, mas se entrega só improviso e obediência ao chefe maior — aquele que acha bonito fazer o BNDES virar cofrinho de ditaduras.

E o mais grave: ela comprou o pacote ideológico completo. Agora repete o mantra do “antibolsonarismo” como se fosse a salvação da democracia. Porque, veja bem, segundo a ministra, a estabilidade institucional depende da vitória da esquerda no Senado. Claro. Porque estabilidade, na cabeça dela, é um Congresso cheio de Zé Dirceu, Lindbergh Farias e Randolfe Rodrigues batendo palma para a volta do Mercosul bolivariano.

Em resumo, o plano da esquerda é transformar Simone Tebet em senadora paulista com base em absolutamente nada. Zero projeto, zero história no estado, zero verdade ideológica. Só cálculo eleitoral e oportunismo rasteiro. Uma marionete maquiada de centro que hoje lê cartilha do Foro de São Paulo sem sequer corar.

O PT aposta em Tebet porque já sabe que não convence mais ninguém com os mesmos de sempre. Mas essa nova geração de fantoches com verniz técnico e discurso pronto também não vai colar. O povo de São Paulo não quer uma ministra de papelão, uma política de ocasião, nem um poste de Excel. Quer liderança de verdade.

E sobre Mônica Bergamo: ela continua no seu papel de sempre — o de enfermeira-chefe da narrativa petista, aplicando doses diárias de ilusão na bolha militante que ainda acredita que Simone Tebet é “o novo”.

Spoiler: ela nunca foi. E agora, então, é apenas mais um nome na prateleira do fracasso da extrema-esquerda.

Que venha 2026. E tragam mais pipoca. Esse circo já está armado.

Com informações Folha de S.Paulo

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