STF em pânico? Malu Gaspar, O Globo, e o teatro do ‘rato solitário’ que assusta o Brasil

Se você acha que o jornalismo brasileiro já tinha atingido o ápice do alarmismo, prepare-se: Malu Gaspar, do O Globo, nos

Por Notas & Informações

Se você acha que o jornalismo brasileiro já tinha atingido o ápice do alarmismo, prepare-se: Malu Gaspar, do O Globo, nos brinda com mais uma daquelas análises que mais parecem roteiro de filme de terror barato do que reportagem jornalística. No artigo publicado nesta terça-feira, ela tenta nos convencer de que o Supremo Tribunal Federal vive cercado por ameaças iminentes, prestes a sucumbir ao que chamam, com toda a pompa, de “lobo solitário” ou, em uma pitada de criatividade digna de novela, “rato solitário”. Só falta incluir uma trilha sonora de suspense enquanto descreve o perigo.

O primeiro ponto que merece atenção é a forma como Gaspar constrói sua narrativa. Segundo a jornalista, o STF estaria apreensivo com possíveis invasões ao tribunal, e o temor seria de que alguém individualmente, sem apoio de grupos organizados, pudesse representar uma ameaça à ordem do país. Ora, não é incrível como o jornalismo da extrema-esquerda consegue transformar qualquer incidente isolado em um complô nacional? Um homem, de 52 anos, é preso pela Polícia Civil do Distrito Federal por planejar alguma ação, que ainda assim nunca se concretizou. Mas para Malu Gaspar, isso é suficiente para alimentar uma história de pânico e catástrofe iminente.

A reportagem nos lembra de episódios passados, como o infame 8 de janeiro, e o “homem que se explodiu” na frente do STF. Curioso é que, para narrativas como essa, qualquer referência histórica é selecionada a dedo. O Globo ignora, convenientemente, os detalhes que não alimentam o espetáculo. Por exemplo, não se menciona que a Polícia Federal e a segurança do próprio tribunal já aumentaram efetivo, implementaram monitoramento por drones e bloquearam vias próximas. Tudo isso, segundo a própria fonte do STF citada pela jornalista, é suficiente para mitigar o risco de manifestações ou invasões em massa. Mas Malu Gaspar prefere centralizar o drama em um “lobo solitário”, transformando uma ameaça hipotética e mínima em se fosse o prenúncio do fim da República.

É fascinante observar como a extrema-esquerda jornalística manipula o medo. No caso, um homem é abordado pela polícia, resiste à prisão e desacata agentes. Até aqui, mais uma ocorrência corriqueira no país, se analisada racionalmente. Mas Gaspar transforma a situação em narrativa de “extremismo violento”, como se o Brasil estivesse à beira de um colapso social iminente, graças a um indivíduo isolado. O que não se vê na matéria são questionamentos sobre a proporcionalidade da resposta ou sobre a sensacionalização de fatos pontuais. Um artefato caseiro e alguns bilhetes encontrados em casa viram, na caneta da jornalista, símbolos de uma ameaça generalizada.

E aqui entra outro ponto que merece risadas nervosas: o uso de termos como “intenções violentas” e “artefato para construção de bomba caseira”, sempre acompanhados de detalhes que parecem saídos de roteiro de Hollywood. Gaspar não se contenta em informar; ela dramatiza. O leitor é guiado a imaginar um cenário de terrorismo iminente, mesmo que as evidências mostrem, na prática, que estamos lidando com um caso isolado, contido pelas autoridades. Mas isso não combina com a narrativa que O Globo precisa: um país à beira do caos, onde qualquer um que discorde da ordem estabelecida representa perigo mortal.

O jornalismo da extrema-esquerda tem uma habilidade impressionante para distorcer a realidade em benefício de uma agenda política. No artigo de Gaspar, qualquer análise racional ou contexto adicional desaparece diante do espetáculo do medo. Há um esforço claro de construir a imagem de que o STF está cercado, vulnerável, e que a sociedade inteira deveria tremer diante de possíveis atos de violência. Tudo isso, é claro, ignorando que as forças de segurança estão preparadas e que eventos como o descrito são exceções, não regra.

Além disso, a narrativa ainda carrega um tom de moralismo seletivo. Quando se trata de atos contra a ordem pública que não se encaixam na narrativa desejada, há silêncio. Mas quando é conveniente, Malu Gaspar transforma detalhes banais em “evidências” de uma trama golpista nacional. A coincidência é impressionante: qualquer ameaça que possa ser associada a pessoas de pensamento conservador ou crítico do STF é amplificada até se tornar notícia de primeira página, enquanto problemas semelhantes em outros contextos simplesmente não recebem atenção.

O texto também revela a arrogância típica da mídia alinhada à extrema-esquerda: pressupõe que o leitor compartilha do mesmo temor irracional e que precisa ser guiado, quase que de forma paternalista, para entender a “gravidade” da situação. Ao transformar um indivíduo isolado em personagem de tragédia nacional, Malu Gaspar não informa; ela manipula, induce pânico e reforça a ideia de que qualquer contestação à narrativa do tribunal ou ao governo é perigosa, quase criminosa.

No fim das contas, a lição aqui é clara para quem consegue pensar de forma crítica: o jornalismo da extrema-esquerda não busca apenas informar, mas sim construir uma realidade paralela onde seus protagonistas são sempre heróis e qualquer dissidência é, por definição, ameaçadora. Malu Gaspar, do O Globo, com seu texto sobre o STF e o suposto “rato solitário”, é um exemplo perfeito de como a mídia tenta criar crises inexistentes para manter a população em estado de alerta constante, guiada pelo medo, não pela razão.

Enquanto isso, a sociedade segue com seus problemas reais: segurança pública, crise econômica, corrupção e decisões políticas que impactam a vida de milhões. Mas nada disso interessa ao jornalismo sensacionalista. O que importa é que o STF esteja sempre cercado de narrativas de terror, que qualquer ato isolado seja transformado em caso de relevância nacional, e que o leitor acredite que o país está à beira do colapso por conta de um “rato solitário”. É uma estratégia de desinformação tão antiga quanto óbvia: manipular emoções, distorcer fatos e manter o público em estado de dependência midiática.

No final, quem lê o artigo de Malu Gaspar se depara com um quadro distorcido, recheado de medo, exagero e dramatização. E o mais impressionante é que, mesmo diante de fatos simples, o jornalismo da extrema-esquerda consegue transformá-los em espetáculo, manipulando a opinião pública e promovendo uma agenda ideológica clara. O leitor mais atento percebe imediatamente: nada do que é alarmante ali tem proporção real. O que temos é a velha receita do jornalismo militante, que prefere criar monstros imaginários do que lidar com a realidade de forma racional.

Se você quer saber como o país está, basta olhar para além das manchetes sensacionalistas e perceber que o “rato solitário” é apenas mais um personagem na narrativa de terror fabricada por quem pretende moldar a mente do público. E nesse teatro de pânico, O Globo e Malu Gaspar se destacam como mestres da manipulação midiática, lembrando a todos que, para a extrema-esquerda, informar é secundário; criar drama é o objetivo.

Com informações O Globo

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