“Valdemar Costa Neto será candidato a deputado federal em 2026 e sonha em presidir a Câmara” – diz Estadão

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Valdemar Costa Neto já procurou aliados para articular candidatura na próxima eleição FOTO: WILTON JUNIOR/ ESTADÃO Foto: WILTON JUNIOR

Ah, mas que grande novidade! Mais um episódio da interminável novela da política brasileira, estrelando ninguém menos que Valdemar Costa Neto, o homem que nunca desiste – nem quando condenado pelo Mensalão. Sim, senhoras e senhores, ele quer voltar ao Congresso, como se 2013 nunca tivesse existido. E não é só isso: almeja nada menos que a presidência da Câmara dos Deputados. Ambição pouca é bobagem, né?

E para garantir que essa epopeia aconteça, ele já começou a mexer suas peças no tabuleiro, articulando apoio na sua velha base eleitoral, Mogi das Cruzes. O plano é simples e, claro, muito republicano: convencer prefeitos e ex-prefeitos a desistirem de concorrer a deputado federal em 2026, oferecendo-lhes a oportunidade de disputar vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo, com a generosa ajuda financeira do partido. Porque, convenhamos, quem precisa de democracia quando se tem um bom esquema eleitoral?

A cereja do bolo? O retorno triunfal ao Congresso traria consigo um belíssimo bônus: foro privilegiado. Afinal, estar nas boas graças do STF nunca é demais, especialmente quando se tem um inquérito sobre tentativa de golpe correndo por aí. Mas calma, não se precipitem! Isso não quer dizer que ele escaparia da Justiça completamente. Só ficaria ali, protegido, longe do alcance daquelas inconvenientes algemas, a não ser, claro, que seja pego em flagrante cometendo um crime inafiançável – e, ainda assim, a Câmara teria que autorizar sua prisão. Ah, o Brasil…

E, como todo bom estrategista, Valdemar não joga sozinho. Ele conta com a fiel companhia de figuras como o deputado Márcio Alvino, que, segundo o próprio, não foi pressionado para desistir da reeleição, mas sim correu para apoiar seu chefe supremo. Porque, segundo ele, seria impensável atrapalhar os planos de Valdemar. Afinal, no Partido Liberal, a lealdade é inegociável – e, quem sabe, recompensável?

E o que dizer de outros ilustres aliados, como Rodrigo Ashiuchi, que convenientemente trocou sua candidatura a deputado federal por uma vaguinha na Assembleia Legislativa? Quanta coincidência, não? Mas claro, segundo os envolvidos, isso não tem nada a ver com as articulações de Valdemar. Certamente uma decisão espontânea e livre de pressões. Acredite se quiser!

Enquanto isso, o prefeito de Itaquaquecetuba, Eduardo Boigues, e o ex-prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, seguem em uma dança curiosa. Negam qualquer influência de Valdemar sobre suas decisões políticas, mas, ao mesmo tempo, elogiam discretamente a sua possível candidatura. Machado, aliás, está num impasse interessante: indicado para um cargo na prefeitura de São Paulo, mas ainda sem nomeação. Parece que a briga política com o vereador Lucas Pavanato está segurando o processo. É a velha política brasileira em sua melhor forma: negociações, promessas e, claro, muita gente jogando em várias frentes.

E o que diz o próprio Valdemar sobre toda essa confusão? Ah, ele prefere o silêncio! Foi aconselhado por seu advogado a não dar entrevistas. Talvez porque, da última vez que abriu a boca, acabou sendo indiciado pela Polícia Federal. Mas calma, tem um detalhe crucial: a Procuradoria-Geral da República resolveu poupá-lo na denúncia. Que sorte, hein? Parece que, no Brasil, certos nomes sempre caem de pé, não importa quantos escândalos estejam empilhados em suas costas.

E assim segue a política brasileira, um teatro onde os atores são sempre os mesmos, os roteiros são repetidos à exaustão e o povo assiste, entre incrédulo e resignado, ao espetáculo de uma elite política que se recusa a largar o osso. Valdemar Costa Neto quer voltar ao poder – e está disposto a tudo para isso. Agora, cabe ao eleitor decidir se deseja ser apenas mais um figurante nessa peça ou se, finalmente, tomará as rédeas da história.

Com informações Estadão

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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