
Enquanto o brasileiro comum acorda cedo para trabalhar e pagar uma das maiores cargas tributárias do planeta, jornalistas da extrema-esquerda como Eliane Cantanhêde, do Estadão, se divertem criando narrativas mais mirabolantes que seriado da Netflix. O texto publicado por ela em 19 de julho de 2025 não é uma coluna política — é uma peça de ficção, recheada de fanfic militante, surtos anti-Trump e o eterno complexo de vira-lata da esquerda brasileira, sempre ajoelhada diante do globalismo.
Segundo a “jornalista correspondente da extrema-esquerda”, Donald Trump agora é uma espécie de vilão de filme da Marvel, obcecado por destruir o Brasil. Isso mesmo. O ex-presidente dos Estados Unidos, com uma economia a reconstruir e uma eleição pela frente, teria acordado um belo dia e decidido atacar… o Brasil. Por quê? Porque Alexandre de Moraes, o ministro que acumula funções de juiz, legislador e censor, está “sendo legal” ao julgar Jair Bolsonaro por um suposto golpe de Estado. Aparentemente, segundo Eliane, até Netanyahu e Putin são menos perigosos que nosso querido Xandão. Uma análise geopolítica tão séria quanto um episódio de Chaves.
A jornalista, em sua eterna devoção a Lula e ao STF, acusa Eduardo Bolsonaro de ser um “lobista do caos”, como se defender os interesses nacionais diante de abusos institucionais fosse um ato terrorista. Para ela, os ministros do STF são vítimas inocentes, e não protagonistas de uma sequência escandalosa de abusos de poder, censura, prisões arbitrárias e decisões políticas travestidas de jurisprudência. E mais: a suspensão de vistos por parte dos EUA não é, segundo ela, um alerta ao autoritarismo judiciário — é culpa de Trump e dos Bolsonaros. Claro. Sempre é.
O mais cômico, porém, é ver Eliane Cantanhêde lamentando que ministros como Fux e Nunes Marques não perderam seus vistos. Sim, porque agora, para agradar a cartilha da extrema-esquerda, é preciso ser punido por Trump. É a nova medalha de honra revolucionária. Perdeu o visto? Parabéns, você é um verdadeiro defensor da “democracia”! Que democracia, cara pálida?
Não satisfeita em jogar toda a credibilidade jornalística no lixo, Eliane ainda afirma que a união de Trump com Bolsonaro é um “desastre político e jurídico”. Ué, desastre para quem? Para o sistema que teme a alternância de poder? Para o consórcio da toga e da caneta que se instalou no Brasil desde 2019, blindado pela imprensa amiga e pela militância disfarçada de jornalismo? A verdade é que o establishment está desesperado. Viu Trump crescer nas pesquisas mesmo sendo caçado judicialmente nos EUA, viu Bolsonaro manter seu capital político mesmo com tornozeleira e censura, e agora tenta desmoralizar seus aliados em ambos os hemisférios.
E como todo bom roteiro de ficção socialista, vem o clímax dramático: Bolsonaro teria escrito um discurso de golpe e mandado prender Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes. Sem armas, sem tanques, sem militares, apenas com a minuta do golpe, um pedaço de papel mais citado que a Constituição de 1988. Eliane repete, como papagaio de redação, a tese da Procuradoria-Geral da República (PGR) — a mesma que faz vista grossa para as denúncias de corrupção na Petrobras, para os escândalos do MST e para o aparelhamento de estatais. Paulo Gonet virou herói porque está alinhado ao sistema, mas continua sendo mais um burocrata submisso à cartilha globalista.
E como não rir do trecho final? Segundo Eliane, o Brasil não vive uma “caça às bruxas” — há apenas uma tentativa de “salvar o Brasil de Trump e Bolsonaro”. Ah, tá. Esqueceram só de mencionar que o “salvamento” envolve censura de jornalistas, perseguição a influenciadores, bloqueio de contas bancárias, censura de redes sociais e prisão de adversários políticos — tudo devidamente aplaudido pela esquerda que gritava “ditadura nunca mais”.
Eliane Cantanhêde deveria ganhar um prêmio literário, não um espaço em jornal de grande circulação. Seu texto mais parece um roteiro de comício partidário do que uma análise política. Para ela, os verdadeiros vilões são aqueles que ousam contestar o sistema, enquanto os que mandam prender, censurar e perseguir são os defensores da ordem democrática. É o velho mundo ao avesso da esquerda: liberdade é opressão, censura é proteção, ditadura é justiça.
Enquanto isso, o povo brasileiro sente na pele os desmandos de um governo desastroso, com inflação disfarçada, desemprego ocultado por “bicos”, gasolina cara, e uma máquina estatal voltada para financiar “movimentos sociais” e ONGs que não produzem nada além de pauta identitária. Mas, para Eliane, o problema é o Trump. É o Bolsonaro. É o Mickey.
Se essa coluna fosse lida por um cidadão americano médio, ele cairia na gargalhada. Não pelo conteúdo — mas pela completa ausência de racionalidade, lógica e senso de proporção. Um texto assim não passaria nem no conselho editorial de um college paper americano. Mas no Brasil, claro, ganha destaque em páginas nobres. Afinal, quando se trata de destruir a direita, vale tudo: até reescrever a realidade com tinta vermelha.
No fim das contas, a maior ameaça ao Brasil não vem de fora. Ela está dentro dos tribunais, dos ministérios, das redações e das redações dos jornais como o Estadão. E enquanto Eliane Cantanhêde se diverte fantasiando uma guerra que não existe, o país real sofre com os resultados de uma aliança tóxica entre o ativismo judicial, o jornalismo militante e um governo que se arrasta pela incompetência — mas é blindado por aqueles que fingem defender a democracia.
Democracia seletiva é o nome do jogo. E a esquerda, como sempre, está jogando sozinha — com o apito, a bola e o juiz no bolso.
Com informações Estadão
















