Zambelli está a um voto de ser condenada pelo STF

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Deputada Federal Carla Zambelli (PL-SP)

Você já percebeu como a Justiça brasileira parece ter um “dedo seletivo” quando se trata de julgar certos políticos? Pois é, o caso da deputada Carla Zambelli (PL-SP) é um exemplo claro dessa seletividade. Enquanto alguns políticos de esquerda desfilam impunes pelos corredores do poder, Zambelli está a um voto de ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em um julgamento que cheira mais a perseguição política do que a aplicação isenta da lei.

Atualmente, cinco ministros já votaram para condenar a parlamentar a cinco anos de prisão. Entre os “ilustres” que já entregaram seu voto estão os já conhecidos pela militância ideológica: Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Sim, você leu certo: Dino e Zanin, indicados por Lula, não perderam a oportunidade de manifestar seu “compromisso” com a imparcialidade – ou o que quer que eles chamem disso.

Enquanto isso, ainda aguardamos os votos de Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Dias Toffoli, Luiz Fux, André Mendonça e Kassio Nunes Marques. Destes, apenas Mendonça e Nunes Marques – ambos indicados por Jair Bolsonaro – demonstraram alguma resistência a esse circo jurídico, tendo votado contra a abertura do processo em agosto. E adivinhe quem pediu vista, adiando a conclusão do julgamento? Ele mesmo, Nunes Marques. Talvez uma rara demonstração de prudência em um tribunal cada vez mais pautado por interesses políticos.

Mas o que está em jogo aqui? A liberdade de expressão. Zambelli está sendo julgada por um episódio ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, em São Paulo. O que a grande mídia não gosta de destacar é o contexto: após ser hostilizada verbalmente por um homem que gritava “Amanhã é Lula” e ofensas de baixo calão, a deputada reagiu. Claro, a narrativa conveniente omite os insultos e destaca apenas a imagem dela com uma arma em punho – como se estivesse em uma caçada insana.

A cena foi amplamente divulgada, mas poucos mencionam que Zambelli tinha porte de arma legalizado e agiu em legítima defesa após ser provocada. Mas quem se importa com a verdade quando a oportunidade de calar uma voz conservadora está em jogo, não é mesmo? Para a esquerda e seus aliados no STF, o que importa é criar um espetáculo midiático para desmoralizar qualquer um que ouse se opor ao sistema.

Outro detalhe importante: o julgamento ocorre em plenário virtual, um modelo em que os ministros simplesmente registram seus votos, sem debates ou discussões abertas. Transparência? Melhor deixar isso para discursos vazios em solenidades. E caso Zambelli seja condenada, só perderá o mandato após o trânsito em julgado – o que significa que ainda há um caminho jurídico a percorrer. Mas você sabe como isso funciona: quando a vítima é de direita, o relógio da Justiça anda mais rápido do que nunca.

O mais curioso é a velocidade com que esse caso avançou no STF. Enquanto processos que envolvem figuras da esquerda passam anos engavetados ou são arquivados sem maiores explicações, a situação de Zambelli é tratada como prioridade nacional. Afinal, nada como usar a máquina judiciária para destruir adversários políticos e criar uma narrativa conveniente para os amigos do poder.

E antes que alguém diga que a lei deve ser aplicada igualmente a todos – um princípio que qualquer pessoa sensata concordaria –, pergunte-se: por que Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e tantos outros nomes da esquerda continuam livres, leves e soltos, apesar de acusações graves? Por que Lula foi libertado e, em um passe de mágica, teve seus processos anulados? A resposta é simples: a balança da Justiça, no Brasil, está claramente desregulada – e sempre pende para um lado.

A narrativa construída em torno de Zambelli é, no mínimo, hipócrita. Enquanto a esquerda vive celebrando a democracia e a liberdade, na prática, quer calar qualquer voz dissonante. E se você ainda acredita que esse julgamento é apenas sobre o incidente de 2022, está na hora de abrir os olhos. Trata-se de um ataque direto à direita conservadora, um aviso claro para qualquer um que ouse desafiar o establishment.

Curiosamente, enquanto Zambelli é alvo de uma cruzada implacável, o Brasil assiste, perplexo, ao silêncio conveniente do STF em relação a figuras que orbitam a esquerda. A impressão é de que há uma carta branca para aliados políticos e uma lupa implacável para inimigos declarados. Dois pesos, duas medidas se tornou o lema não oficial de nossa Suprema Corte.

E não se engane: a perseguição a Zambelli não é um caso isolado. Faz parte de uma estratégia maior para desarticular a direita, criminalizar a opinião conservadora e consolidar um sistema onde apenas uma visão de mundo é permitida. Hoje é ela no banco dos réus. Amanhã, pode ser qualquer um que tenha coragem de falar o que pensa.

Se há algo que este julgamento evidencia, é a necessidade urgente de reformar o Judiciário. Não é aceitável que ministros, indicados por critérios políticos, atuem como agentes partidários em vez de guardiões da Constituição. O Brasil merece um sistema de Justiça que realmente proteja os direitos fundamentais de todos os cidadãos – e não um tribunal que mais parece uma extensão do comitê central de um partido.

Enquanto o julgamento permanece suspenso, você, cidadão de bem, deveria se perguntar: até quando vamos tolerar essa perseguição política disfarçada de Justiça? Até quando permitiremos que uma elite togada decida, sem contestação, quem pode ou não exercer seus direitos políticos? O futuro da liberdade no Brasil depende das respostas a essas perguntas.

E, ao contrário do que querem te fazer acreditar, não se trata apenas de Carla Zambelli. Trata-se do seu direito de pensar diferente, de expressar suas convicções e de não ser punido por desafiar o sistema. Se a deputada for condenada, será mais um passo rumo ao totalitarismo judiciário, onde a lei se curva aos interesses de quem detém o poder. E isso, meu caro, deveria te preocupar – e muito.

Leandro Veras

Fundador e Editor do Conservadores Online

Cidadão comum, que defende valores conservadores, a liberdade de expressão e a verdade, combatendo narrativas da extrema-esquerda com análise crítica.

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